1‑4 frente ao Hrvatski Dragovoljac, e nenhuma queixa que sobreviva ao replay. O treinador falou de carácter no final; a bancada usou palavras mais curtas.
Jogo26/09/2026
Não se vê o fim da espera do Sibenik por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Sibenik tem de arrancar um resultado de algum lado.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.85 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sibenik, e não vai ser retirado.
Toni Španja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniel Grbic estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniel Grbic, e o treinador deixou.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 6 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sibenik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Sime Livaja depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Josip Baturina estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Hrvatski Dragovoljac com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Dribles concretizados: 10. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sibenik, e não vai ser retirado.
Jogo12/09/2026
Não se vê o fim da espera do Sibenik por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Sibenik tem de arrancar um resultado de algum lado.
5 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniel Grbic estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Robert Pasalic está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Niko Kramaric é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Niko Ljubić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
O bancoMeio satisfeito: Sime Livaja sobre o empate
O Imotski segue em frente e o Zadar vai para casa, com um 0‑1 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Daniel Grbic era uma das razões por que as pessoas vinham, e $800.0K não substitui isso sozinho.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Zadar, e não vai ser retirado.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Hajduk Split ninguém diz, e no Zadar ninguém gosta de estar a adivinhar.
$510.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Slaven Belupo pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
$800.0K. Valores assim compram um futebolista e alugam um debate: cada toque será medido contra o número durante pelo menos uma época.
Alvos de mercado24/08/2026
Verba fechada, faltam as condições de Nikša Čulina
O Sibenik e o Segesta acertaram em $380.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $427.1K — um clube que quer Nikša Čulina ao ponto de perguntar duas vezes.
Jogo22/08/2026
Não se vê o fim da espera do Sibenik por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Sibenik tem de arrancar um resultado de algum lado.
O Sibenik foi ao Lokomotiva Zagreb com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sibenik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Daniel Grbic era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $800.0K. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Grbic está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Domagoj Antolić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ivan Zaverukha era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $110.0K. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
Avaliado com 7.73. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.