Não se vê o fim da espera do Rah Ahan por uma vitória
Já são 11 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Rah Ahan tem de arrancar um resultado de algum lado.
Mohammad Beiranvand esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Rah Ahan sabe dizer em que semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco23/11/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑3 Masoud Gholizadeh saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Majid Yazdani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mohammad Beiranvand e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel16/11/2026
Palavras no treino do Rah Ahan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ehsan Nekounam está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alireza Taremi, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ali Rezaeian assinar alguma coisa — um contrato no Rah Ahan ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mehdi Moharrami treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mohammad Beiranvand e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.30 na ficha, e os adeptos do Rah Ahan saíram a repetir um nome.
O banco09/11/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Masoud Gholizadeh não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Rah Ahan também ninguém o escondia.
Dribles concretizados: 9. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mehdi Moharrami treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Ninguém no Rah Ahan sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 20 anos do Rah Ahan que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
O treinador reorganizou as ideias e Morteza Gholizadeh saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Plantel02/11/2026
Um jovem do Rah Ahan leva o prémio de melhor sub-21
Ali Rezaeian tem 20 anos e, por um fim de semana, foi o melhor de todos os da sua idade na divisão. Ninguém devia construir uma carreira sobre isso, e toda a gente o faz em silêncio.
Mohammad Hossein Sadeghi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Plantel26/10/2026
Palavras no treino do Rah Ahan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ehsan Nekounam está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Masoud Gholizadeh depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 14 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Ramin Noorafkan não será o apontado, mas ninguém no Rah Ahan escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
Mohammad Hossein Sadeghi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ehsan Nekounam estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 2‑2, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Em resumo
AntevisãoO Rah Ahan mede-se com a equipa que todos perseguem
Notas dos jogadoresAmir Vafaei passa por eles um de cada vez
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rah Ahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel05/10/2026
Ehsan Nekounam desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 20 anos foi melhor do que todos da sua idade na divisão durante quatro semanas seguidas, o que é mais difícil do que uma boa tarde. O Rah Ahan vai tentar não fazer disso um caso.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Karim Khodadad está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Dribles concretizados: 13. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Mohammad Beiranvand esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma nota de 7.15, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.
O banco28/09/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Masoud Gholizadeh escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Rah Ahan, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Esteghlal Khuzestan defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Direção07/09/2026
O Rah Ahan fecha o mercado com um plantel feito por si
4 entradas e 1 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Independiente fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Mohammad Hossein Sadeghi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel07/09/2026
Palavras no treino do Rah Ahan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ehsan Nekounam está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Ali Rezaeian sai dessa comparação dentro da equipa, e o Rah Ahan beneficiou de cada uma dessas tardes.
A proposta do Esteghlal por Ali Cheshmi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Rah Ahan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Rah Ahan foi ao Fluminense com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mohammad Beiranvand e o Rah Ahan acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Mohammad Beiranvand esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Rah Ahan perguntou e o Al Nasr disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Morteza Gholizadeh estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
41 dias de fora para Ali Taremi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Rah Ahan vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rah Ahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Direção03/08/2026
3 jogadores da formação sobem à equipa principal do Rah Ahan
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Masoud Khodadad está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Mehdi Taremi está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Karim Mohammadi está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Plantel03/08/2026
Ehsan Nekounam desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Notas dos jogadoresSardar Taremi passa por eles um de cada vez