Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohammad Beiranvand estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Habib Far Abbasi, e o treinador deixou.
Erfan Yousefzadeh e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Rah Ahan disse a Omid Latifi que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Rah Ahan, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Omid Latifi: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Rah Ahan a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ashkan Rezaeian. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O Zob Ahan fechou tudo por 1‑0. A época reduz-se ao campeonato, e no estádio já se sabia muito antes do apito final.
As bancadas18/09/2028
A raiva no Rah Ahan transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Vouria Gholizadeh esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel18/09/2028
Palavras no treino do Rah Ahan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohammad Beiranvand está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ashkan Rezaeian está nela.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rah Ahan, e não vai ser retirado.
$1.0M era o máximo que o clube pagaria, e o Sepahan pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rah Ahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel10/07/2028
Palavras no treino do Rah Ahan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohammad Beiranvand está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Sardar Taremi e o Rah Ahan acertam mais 5 anos.
Mais um nome na lista: o Saipa fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Suood Ali. A resposta do Rah Ahan não mudou — para já.
Plantel10/07/2028
No Rah Ahan ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
31 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Rah Ahan perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O negócio com o Esteghlal Khuzestan está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Mohammad Beiranvand e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel12/06/2028
Palavras no treino do Rah Ahan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ali Nemati está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Morteza Gholizadeh, e o treinador deixou.
38 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rah Ahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Rah Ahan fez a parte difícil com o Esteghlal, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Ali Cheshmi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel05/06/2028
Palavras no treino do Rah Ahan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohammad Beiranvand está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ashkan Rezaeian, e o treinador deixou.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Mehdi Moharrami tem a sua resposta do Rah Ahan; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rah Ahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohammad Beiranvand estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Rah Ahan, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Começou-se a ver a tabela antes de os jogos acabarem, e esse é sempre o sinal. No Rah Ahan ninguém diz a palavra em voz alta, e todos no edifício estão a pensá-la.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Rah Ahan. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Rah Ahan ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Ali Cheshmi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ali Rezaeian, e o treinador deixou.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Ashkan Rezaeian foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
Tem 21 anos, passou por todos os escalões da casa, e um jogador emprestado mais ou menos do mesmo nível joga de início todas as semanas à frente dele. A formação reparou, e os pais também.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Rah Ahan, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ali Rezaeian. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Começou-se a ver a tabela antes de os jogos acabarem, e esse é sempre o sinal. No Rah Ahan ninguém diz a palavra em voz alta, e todos no edifício estão a pensá-la.
A raiva no Rah Ahan transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rah Ahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ali Nemati estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Ashkan Rezaeian foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
21 anos, todos os escalões desta casa às costas e, todos os sábados, um emprestado de nível parecido à frente. Os pais na bancada repararam, e os miúdos abaixo dele também.
A tabela consulta-se antes de os resultados estarem fechados, o que é sempre o sinal. No Rah Ahan ninguém diz a palavra e todos os jogadores seniores da casa a pensam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rah Ahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohammad Beiranvand estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mohammad Beiranvand e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ali Nemati estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 14. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
O banco20/03/2028
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Masoud Gholizadeh não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Rah Ahan também ninguém o escondia.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 11 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Ali Cheshmi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohammad Beiranvand estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Siah Jamegan fica com o seu homem, e o Rah Ahan volta a uma lista com um nome riscado.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Masoud Gholizadeh depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Antevisão14/02/2028
O Rah Ahan mede-se com a equipa que todos perseguem
O Tractor chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
8 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Rah Ahan sabe dizer em que semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rah Ahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Rah Ahan perguntou e o Foolad disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
0‑1 para o Padideh, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
O banco24/01/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Masoud Gholizadeh saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Ali Cheshmi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohammad Beiranvand estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
7.44, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Rah Ahan tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.
O banco13/12/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Masoud Gholizadeh escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Rah Ahan, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Sardar Taremi não precisou: 8.02, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Ali Cheshmi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel08/11/2027
Palavras no treino do Rah Ahan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohammad Beiranvand está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Sardar Taremi tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Sardar Taremi. 1‑0 sobre o Esteghlal Ahvaz, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Amir Taremi e o Rah Ahan acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ali Cheshmi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel11/10/2027
Palavras no treino do Rah Ahan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohammad Beiranvand está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ashkan Rezaeian. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Iliya Imani apontou a data.
A língua chegou, o encolher de ombros foi-se, e discute nos treinos como um homem que conta estar cá para o ano. Nada disto aparece num valor de transferência, e tudo isto aparece no relvado.
Hasan Shoushtari e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Mais um nome na lista: o Gostaresh Foulad fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Ahmad Cheshmi. A resposta do Rah Ahan não mudou — para já.
Palavras no treino do Rah Ahan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ehsan Nekounam está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O aperto de mão com o Esteghlal Khuzestan está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ramin Noorafkan e o Rah Ahan acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Mohammad Beiranvand e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
$320.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Persepolis pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Iliya Imani era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $510.0K. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ashkan Rezaeian, e o treinador deixou.
Mais um nome na lista: o Gostaresh Foulad fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Ahmad Cheshmi. A resposta do Rah Ahan não mudou — para já.
Em resumo
PlantelNo Rah Ahan ainda são estranhos uns para os outros
Posição 15 e 29 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Mohammad Hossein Sadeghi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel10/05/2027
Majid Yazdani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
12 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Gostaresh Foulad foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ashkan Rezaeian produziu-o, e o 8.31 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Ashkan Rezaeian tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Morteza Gholizadeh e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Masoud Gholizadeh sobre uma tarde de 2‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.