Uma média de 7.73 na época, com 29 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Vouria Cheshmi e o Padideh acertam mais 4 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Padideh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pablo Marí está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma época a olhar para o jogador de outro: Saeid Karimazar chega do Tractor com algo a provar e um bilhete de volta na gaveta. Os bons empréstimos enriquecem toda a gente; este começa no sábado.
25 golos e uma média de 7.64 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Padideh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pablo Marí está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Padideh foi explícito quanto à situação de Vouria Torabi, o que é mais do que muitos recebem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Ali Cheshmi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Pablo Marí, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abolfazl Zamani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Padideh sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
42 golos e uma média de 7.92 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Padideh sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Padideh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Padideh e o Gostaresh Foulad, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
“Vejo todos os jogos do Padideh daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Saipa segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Uma média de 7.70 na época, com 22 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Reza Nekounam esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Padideh pagou $48.0K e o Rah Ahan aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Plantel24/01/2028
Milad Kor desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Majid Moharrami assinar alguma coisa — um contrato no Rah Ahan ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Abdulla Fadaq lesiona os ligamentos do joelho — 31 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 31 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Mercado13/09/2027
Tão perto: a transferência de Vouria Torabi morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Padideh seguiu em frente, Vouria Torabi apresenta-se de volta no Rah Ahan, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rah Ahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel13/09/2027
Uma transferência que Adam Wihed teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Adam Wihed está a viver essa versão no Rah Ahan, e costuma notar-se no primeiro mês.
Tem 20 anos e ninguém em Rah Ahan o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Pejman Ebrahimi tem a sua resposta do Rah Ahan; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
48 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rah Ahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Malavan vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Rah Ahan foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rah Ahan, e não vai ser retirado.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Hamdan Al Junaibi acabou de assinar pelo Rah Ahan e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel30/08/2027
Palavras no treino do Rah Ahan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Reza Nekounam está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
62 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rah Ahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Saman Dejagah não precisou: 7.89, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Majid Moharrami esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
7‑7, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.
Plantel16/08/2027
Palavras no treino do Rah Ahan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Reza Nekounam está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Contrato novo para o homem do banco, e a coisa mais clara que uma direcção pode dizer sem convocar uma conferência de imprensa. Prometer estabilidade é barato; entregá-la não é.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rah Ahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ulises Agüero e o Rah Ahan acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Saman Shojaei é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Amir Noorafkan está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Reza Jahanbakhsh está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Pejman Ebrahimi lesiona os ligamentos do joelho — 111 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 111 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Rah Ahan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel26/04/2027
Palavras no treino do Rah Ahan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Étienne Camara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.