“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Mara Sugar, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mara Sugar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Mara Sugar perguntou e o Gor Mahia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Brian Ochieng estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Edward Omondi Ondimo. 1‑0 sobre o Kakamega Homeboyz, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mara Sugar ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A proposta seguiu esta semana para o AFC Leopards, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Mara Sugar foi ao KCB com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Luyanda Makhathini e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel11/06/2029
Palavras no treino do Mara Sugar sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thomas Harun está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
76 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Mara Sugar perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Mara Sugar, e não vai ser retirado.
Luyanda Makhathini esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Evans Omondi Ouma. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e David Paintsil treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Byron Odiaga lesiona os ligamentos do joelho — 126 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 126 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Gor Mahia fica com o seu homem, e o Mara Sugar volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel12/02/2029
Palavras no treino do Mara Sugar sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luyanda Makhathini está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mara Sugar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Clinton Juma e o Mara Sugar acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Thomas Harun lesiona os ligamentos do joelho — 75 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 75 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Luyanda Makhathini e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para David Paintsil, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ibrahim Ochieng assinar alguma coisa — um contrato no Mara Sugar ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O banco18/12/2028
Joseph Ogenda tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Mara Sugar dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Thomas Harun lesiona os ligamentos do joelho — 82 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 82 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Luyanda Makhathini esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Mara Sugar vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Evans Omondi Ouma. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Mara Sugar, mais uma semana sem a assinatura de Nassor Shikokoti.
124 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Mara Sugar perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Luyanda Makhathini e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel30/10/2028
Uma lesão muscular afasta Alex Onchwari durante 16 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Mara Sugar vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Mara Sugar sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O banco30/10/2028
Clinton Mainge tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Mara Sugar dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Thomas Harun lesiona os ligamentos do joelho — 131 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 131 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Luyanda Makhathini e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel23/10/2028
Brian Ochieng desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nassor Shikokoti, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ibrahim Ochieng assinar alguma coisa — um contrato no Mara Sugar ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O banco23/10/2028
Joseph Ogenda tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Mara Sugar dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
152 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Mara Sugar perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
1‑4 para o Gor Mahia, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Dennis Chemelil treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mara Sugar ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel02/10/2028
Brian Ochieng desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Mara Sugar perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mara Sugar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Kariobangi Sharks levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel26/06/2028
Kabelo Nkgwesa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco26/06/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Dennis Chemelil saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não se vê o fim da espera do Mara Sugar por uma vitória
Já são 11 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Mara Sugar tem de arrancar um resultado de algum lado.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Mara Sugar está a esgotar-se.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mara Sugar ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Luyanda Makhathini e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel29/05/2028
Palavras no treino do Mara Sugar sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kabelo Nkgwesa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Khama Mkhize, e o treinador deixou.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Um golo de defesa dá a vitória ao Mara Sugar — 7.35
1 para Jim Owili, avaliado com 7.35, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Joseph Ogenda será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Mara Sugar as despedidas começaram em silêncio.
Aos 17 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jim Owili, e o treinador deixou.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.93 na ficha, e os adeptos do Mara Sugar saíram a repetir um nome.
Plantel06/03/2028
Kabelo Nkgwesa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Faz o seu trabalho e não se está a instalar. O Mara Sugar devia ser um passo em frente nas contas dele, e as contas dele foram revistas desde que chegou.