130 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Queretaro perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Queretaro, e não vai ser retirado.
Plantel08/10/2029
Palavras no treino do Queretaro sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Carlo Adriano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Notas dos jogadores08/10/2029
Iker Benito jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.35. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queretaro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Notas dos jogadores27/08/2029
Daniel Arias, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.97
Um 7.97 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Três pontos para o Queretaro: um 3‑2 diante do Atlas num duelo decidido por pormenores.
Plantel27/08/2029
Carlo Adriano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Daniel Arias tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
A raiva no Veracruz transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Oribe Araujo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel14/05/2029
Efrain Salcedo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Veracruz está a esgotar-se.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Veracruz coisas que levam mais de uma semana a retirar.
26 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.
Plantel30/04/2029
Isaiah Jones desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Michael Pérez apontou a data.
A raiva no Veracruz transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Rodolfo Romo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Efrain Salcedo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ricardo Díaz treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Faltam 6 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Veracruz pode pedir e sobe o salário que Gabriel Morales pode exigir.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Hugo Juarez pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no Veracruz a diferença vê-se da última fila.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queretaro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel02/04/2029
Palavras no treino do Queretaro sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Paulo Victor está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Carlo Adriano, e o treinador deixou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Santiago Suárez e o Queretaro acertam mais 5 anos.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Queretaro, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A língua chegou, o encolher de ombros foi-se, e discute nos treinos como um homem que conta estar cá para o ano. Nada disto aparece num valor de transferência, e tudo isto aparece no relvado.
Em resumo
DireçãoA formação do Queretaro continua a produzir
AntevisãoConforto de casa à vista para o Queretaro
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Veracruz está a esgotar-se.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Veracruz coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Efrain Salcedo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Veracruz, mais uma semana sem a assinatura de Ricardo Díaz.
Plantel02/04/2029
No Veracruz ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Alan Medina: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Veracruz a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Diego Reyes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel26/03/2029
Carlo Adriano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Ninguém no Queretaro sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Em resumo
PlantelUm jovem do Queretaro leva o prémio de melhor sub-21
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Paulo Victor estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Iker Benito tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Tijuana deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
Notas dos jogadores19/02/2029
Daniel Arias, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.04
Um 8.04 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
A camisola ainda lhe serve. Iñigo Tarrats está de volta ao Queretaro, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Carlo Adriano estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
10 golos e uma média de 7.29 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Plantel19/02/2029
Uma lesão muscular afasta Rodolfo Vega durante 14 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Queretaro vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 10 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Daniel Arias não precisou: 8.01, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Diego Reyes e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Carlo Adriano estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Queretaro perguntou e o Club America disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
5 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Cruz Azul foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queretaro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel08/01/2029
Uma transferência que Lucas Martínez teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Lucas Martínez está a viver essa versão no Queretaro, e costuma notar-se no primeiro mês.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Toluca fica com o seu homem, e o Queretaro volta a uma lista com um nome riscado.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Alexis Gutierrez depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
O Queretaro já telefonou ao Guadalajara. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O Queretaro já telefonou ao Leon. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
14 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Queretaro perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Diego Reyes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Queretaro foi explícito quanto à situação de Paulo Victor, o que é mais do que muitos recebem.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Daniel Arias tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Nota 8.43 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
Plantel01/01/2029
Waldo Madrid desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Daniel Parra lesiona os ligamentos do joelho — 59 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 59 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Diego Reyes e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Paulo Victor estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Waldo Madrid está nela.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Alex Román: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Queretaro a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Lucas Abascia treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no Queretaro a diferença vê-se da última fila.
Em resumo
AntevisãoConforto de casa à vista para o Queretaro
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Veracruz coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel20/11/2028
Palavras no treino do Veracruz sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Efrain Salcedo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Veracruz sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Veracruz, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Cristopher Benítez apontou a data.
91 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Queretaro perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Diego Reyes e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Paulo Victor estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Daniel Parra lesiona os ligamentos do joelho — 110 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 110 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Aos 25 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Plantel09/10/2028
Palavras no treino do Queretaro sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Paulo Victor está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Hugo Rodríguez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
81 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Queretaro perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A proposta do Pachuca por Bernardo Parra foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Carlo Adriano e o Queretaro acertam mais 4 anos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 88 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Francisco Venegas e o Queretaro acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Diego Reyes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hugo Rodríguez, e o treinador deixou.
96 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Queretaro perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Santos Laguna fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queretaro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Em resumo
Notas dos jogadoresIker Benito jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Queretaro ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Diego Reyes e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel26/06/2028
Palavras no treino do Queretaro sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Paulo Victor está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
O banco26/06/2028
José Hernández tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Queretaro dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Queretaro sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Alejandro Andrade apontou a data.
Francisco Venegas esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bernardo Parra estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma sondagem ao Cruz Azul para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Queretaro vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Queretaro sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Queretaro, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Queretaro perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Francisco Venegas e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel12/06/2028
Paulo Victor desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Veracruz perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Oribe Araujo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel12/06/2028
Palavras no treino do Veracruz sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Efrain Salcedo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Pumas UNAM fica com o seu homem, e o Veracruz volta a uma lista com um nome riscado.
Roberto Gallardo parte para o Pumas UNAM num negócio de $48.0K. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.
Plantel12/06/2028
No Veracruz ainda são estranhos uns para os outros
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Veracruz vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Daniel Arias será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Veracruz as despedidas começaram em silêncio.
Oribe Araujo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel22/05/2028
Efrain Salcedo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Abel Fuentes apontou a data.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Oribe Araujo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel24/04/2028
Efrain Salcedo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jhory Celaya, e o treinador deixou.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Veracruz coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Efrain Salcedo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Gerardo Arteaga depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kevin Edson, e o treinador deixou.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Daniel Arias será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Veracruz as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Efrain Salcedo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cristopher Benítez, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Alan Mendoza treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Segue-se o Chiapas, e há um homem no balneário do Veracruz que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
18 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Tijuana foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
As bancadas28/02/2028
A raiva no Veracruz transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Veracruz está a esgotar-se.
29 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Veracruz perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Daniel Arias será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Veracruz as despedidas começaram em silêncio.
Oribe Araujo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel28/02/2028
Efrain Salcedo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Hector Lozano. 1‑0 sobre o Tijuana, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Veracruz coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
A camisola ainda lhe serve. Diego Vazquez está de volta ao Veracruz, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Plantel14/02/2028
Palavras no treino do Veracruz sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Efrain Salcedo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel14/02/2028
Uma transferência que Diego Vazquez teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Diego Vazquez está a viver essa versão no Veracruz, e costuma notar-se no primeiro mês.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
O banco14/02/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Raul Edson saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Não se vê o fim da espera do Veracruz por uma vitória
Já são 15 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Veracruz tem de arrancar um resultado de algum lado.
Direção31/01/2028
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Veracruz
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Verba acordada, salário acordado, e o Dorados à espera com uma camisola. No Veracruz ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Plantel31/01/2028
Uma transferência que Kevyn Montaño teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Kevyn Montaño está a viver essa versão no Veracruz, e costuma notar-se no primeiro mês.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Veracruz, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Veracruz coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Atlas fica com o seu homem, e o Veracruz volta a uma lista com um nome riscado.
Derrota por 1‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel17/01/2028
Palavras no treino do Veracruz sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Agustín Díaz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Raul Edson depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Em resumo
O bancoEfrain Salcedo tornou-se um homem de confiança do treinador
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Veracruz perdeu-o em tudo menos nos papéis.
6 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Veracruz coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Veracruz ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Oribe Araujo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Roberto Gallardo e o Veracruz acertam mais 1 anos.