Brian Lemos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kevin Velasco e o La Equidad acertam mais 3 anos.
“Vejo todos os jogos do La Equidad daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Envigado segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que La Equidad podem fingir não ter ouvido.
Dribles concretizados: 25. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Direção26/07/2027
O La Equidad fecha o mercado com um plantel feito por si
4 entradas e 5 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no La Equidad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O La Equidad perguntou e o Patriotas disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel26/07/2027
Gustavo Duque desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco26/07/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Jose Mejia não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do La Equidad também ninguém o escondia.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que La Equidad podem fingir não ter ouvido.
A perseguição a Jaime Mora terminou com $340.0K a mudar de mãos e o Envigado sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Brian Lemos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do La Equidad, e não vai ser retirado.
Dribles concretizados: 17. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
O banco12/07/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Jose Mejia a uma sala que já as tinha ouvido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Junior Silva, e o treinador deixou.
Verba acordada, salário acordado, e o Valledupar à espera com uma camisola. No La Equidad ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que La Equidad podem fingir não ter ouvido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Sergio Diaz e o La Equidad acertam mais 5 anos.
Plantel28/06/2027
Gustavo Duque desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Edmilson Herazo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrés Dieppa, e o treinador deixou.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do La Equidad já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do La Equidad, e não vai ser retirado.
Os papéis estão assinados: Jairo Pimienta chega do Union Magdalena num negócio de $710.0K. Agora vem a parte difícil.
Plantel21/06/2027
Uma transferência que Jairo Pimienta teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Jairo Pimienta está a viver essa versão no La Equidad, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel21/06/2027
Daniel Mina melhorou aos 24, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Jesus Zapata. 1‑0 sobre o Jaguares, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Edmilson Herazo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
Notas dos jogadoresJesus Zapata fica com as honras
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O La Equidad perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Junior por Brian Lemos foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O La Equidad fez a parte difícil com o Union Magdalena, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do La Equidad, e não vai ser retirado.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o La Equidad lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O La Equidad perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Depor tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
O aperto de mão com o Barranquilla está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do La Equidad, e não vai ser retirado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $81.0K — um clube que quer Edmilson Herazo ao ponto de perguntar duas vezes.
Brian Lemos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no La Equidad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Lautaro de León e o La Equidad acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Aos 20 anos foi o melhor de todos da sua idade na divisão durante um fim de semana. Ninguém devia construir uma carreira em cima disso, e toda a gente o faz sem dizer.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Independiente Medellin? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Brian Lemos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Gustavo Duque. 1‑0 sobre o Atletico Nacional, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel24/05/2027
Palavras no treino do La Equidad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gustavo Duque está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nota 8.12 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
O banco24/05/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Jose Mejia, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gustavo Duque estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Camilo Muriel e o La Equidad acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Jose Mejia depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Envigado defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O La Equidad sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do La Equidad, e não vai ser retirado.
Isto não é rotação. Daniel Mina está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no La Equidad finge o contrário.
Jogo01/05/2027
Ninguém quer jogar contra o La Equidad neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gustavo Duque estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Notas dos jogadores03/05/2027
Kevin Velasco jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.43. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Juan Duque esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 19 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 88, e o Alianza Petrolera passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que La Equidad podem fingir não ter ouvido.
Um 1‑0 sobre o Alianza Petrolera, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gustavo Duque estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no La Equidad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Jose Mejia podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Tiziano Boneder
O bancoJesus Zapata tornou-se um homem de confiança do treinador
Notas dos jogadoresBrian Lemos deixa-as todas atrás
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no La Equidad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Brian Lemos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Jose Mejia sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Plantel19/04/2027
Sergio Diaz, 20 anos, é o melhor jovem do fim de semana
Medido contra todos os outros miúdos da divisão, e o primeiro entre eles. O prémio de sénior é onde o La Equidad gostava que isto fosse dar.
O banco19/04/2027
Brian Lemos tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no La Equidad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não se vê o fim da espera do La Equidad por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no La Equidad tem de arrancar um resultado de algum lado.
Plantel12/04/2027
33 dias de fora para Héctor Solano depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O La Equidad vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do La Equidad, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no La Equidad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel12/04/2027
Gustavo Duque desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Daniel Mina sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
O banco12/04/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Jose Mejia saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
40 dias de fora para Héctor Solano depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O La Equidad vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Vejo todos os jogos do La Equidad daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Envigado segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Brian Lemos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel05/04/2027
Palavras no treino do La Equidad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gustavo Duque está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel05/04/2027
No La Equidad ainda são estranhos uns para os outros
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Disseram uma coisa a Kevin Velasco e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Em resumo
O bancoO veredicto do treinador
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Román Matteoda
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 57 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que La Equidad podem fingir não ter ouvido.
Plantel22/03/2027
Gustavo Duque desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 64 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que La Equidad podem fingir não ter ouvido.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 6 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gustavo Duque estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Juan Duque esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
80 dias de fora para Héctor Solano depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O La Equidad vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
0‑1 frente ao Aguilas Doradas, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que La Equidad podem fingir não ter ouvido.
Dribles concretizados: 25. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Jogo27/02/2027
Não se vê o fim da espera do La Equidad por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no La Equidad tem de arrancar um resultado de algum lado.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no La Equidad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que La Equidad podem fingir não ter ouvido.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 13 ações combinadas e uma nota de 7.08, e nenhuma delas entrará num resumo.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Brian Lemos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Plantel22/02/2027
Gustavo Duque desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nahuel López, e o treinador deixou.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 96 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que La Equidad podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no La Equidad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/02/2027
Palavras no treino do La Equidad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Guillermo Vernal está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Daniel Mina sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
O banco15/02/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Jose Mejia a uma sala que já as tinha ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Antevisão15/02/2027
O La Equidad mede-se com a equipa que todos perseguem
O Atletico Bucaramanga chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 112 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do La Equidad, e não vai ser retirado.
Plantel01/02/2027
Uma transferência que Nahuel López teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Nahuel López está a viver essa versão no La Equidad, e costuma notar-se no primeiro mês.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel01/02/2027
7 caras novas e o La Equidad ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O treinador reorganizou as ideias e Jesus Zapata saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Brian Lemos
119 dias de fora para Héctor Solano depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O La Equidad vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.70, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Notas dos jogadores25/01/2027
Nicolas Rangel, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.13
Um 8.13 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do La Equidad e do Junior por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Direção25/01/2027
5 jogadores da formação sobem à equipa principal do La Equidad
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no La Equidad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do La Equidad, e não vai ser retirado.
Plantel18/01/2027
Gustavo Duque desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Juan Duque esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Sergio Diaz está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nicolas Rangel treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Gustavo Duque não desaparece
O Puebla aceitou o dinheiro. O que o La Equidad ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Brian Lemos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gustavo Duque estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Guillermo Vernal e o La Equidad acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jesus Zapata está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O La Equidad sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Nicolas Rangel não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o La Equidad beneficiou disso.
Plantel21/12/2026
Palavras no treino do La Equidad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Victor Cardona está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Sergio Diaz está nela.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O La Equidad vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
O La Equidad perguntou e o Real Cartagena disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Noah Bruno e o La Equidad acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Avaliado com 7.55. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Perguntou-se ao Fluminense se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Jose Mejia sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o La Equidad lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O La Equidad nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel07/12/2026
Palavras no treino do La Equidad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gustavo Duque está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Juan Duque e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” César Horst e o La Equidad acertam mais 1 anos.
Plantel07/12/2026
5 caras novas e o La Equidad ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
MercadoA história de Gustavo Duque recusa-se a morrer
DireçãoAberto para negócios: o La Equidad entra no mercado
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Nicolas Rangel não precisou: 7.74, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.55 para o resto.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no La Equidad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Juan Duque tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Jose Mejia podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que James Castillo está nela.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no La Equidad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco23/11/2026
Jesus Zapata tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no La Equidad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O La Equidad disse a Alejandro Garcia que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nicolas Rangel treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no La Equidad, mais uma semana sem a assinatura de Santiago Rodriguez.
21 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O La Equidad perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brian Lemos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Victor Cardona estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Disseram uma coisa a Victor Cardona e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
O banco16/11/2026
Brian Lemos tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no La Equidad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Héctor Solano, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Victor Cardona treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O La Equidad sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
29 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O La Equidad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
0‑0 frente ao Vitória, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Rafael Tapia e o La Equidad acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.55 na ficha, e os adeptos do La Equidad saíram a repetir um nome.
Plantel09/11/2026
No La Equidad ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrés Dieppa, e o treinador deixou.
36 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O La Equidad perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 9 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que La Equidad podem fingir não ter ouvido.
7 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Deportivo Cali foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Hugo Montero. 2‑0 sobre o Deportivo Cali, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Notas dos jogadores02/11/2026
Hugo Montero jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.44. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Sergio Diaz está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
O banco02/11/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Jose Mejia, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Rafael Lopez lesiona os ligamentos do joelho — 43 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 43 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
1‑4 para o Independiente Medellin, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
1‑3 perante o nível do Vitória. Ninguém vai fingir que isto é um escândalo: a distância é real, é mensurável, e encurtá-la é um projeto e não uma palestra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do La Equidad, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gustavo Duque estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
18 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O La Equidad perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
9 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.
Jogo17/10/2026
Não se vê o fim da espera do La Equidad por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no La Equidad tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que La Equidad podem fingir não ter ouvido.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A forma vai e vem; esta não foi. Victor Cardona tem 20 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
Plantel19/10/2026
Palavras no treino do La Equidad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gustavo Duque está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Jose Mejia depois do 1‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
0‑3 frente ao Defensa y Justicia. A leitura honesta não é que os jogadores estiveram mal: é que a distância entre este clube e aquele se mede hoje em coisas que o dinheiro leva anos a comprar.
34 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O La Equidad perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do La Equidad, e não vai ser retirado.
Brian Lemos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o La Equidad lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Plantel05/10/2026
Palavras no treino do La Equidad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gustavo Duque está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Brian Lemos quer futebol continental; se o La Equidad o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no La Equidad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gustavo Duque estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jesus Zapata está nela.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O La Equidad sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A primeira derrota em 4 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Deportivo Pereira; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O La Equidad disse a Sergio Mina que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gustavo Duque estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Brian Lemos tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Hugo Montero. 2‑0 sobre o Patriotas, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Juan Duque esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 17 anos que sente como seu. Noah Bruno tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.88 na ficha, e os adeptos do La Equidad saíram a repetir um nome.
O banco31/08/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Jose Mejia foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Felipe Santos estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gustavo Duque estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 19 anos que sente como seu. Nicolas Rangel tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Camilo Muriel e o La Equidad acertam mais 4 anos.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Juan Duque não precisou: 7.76, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Iván Figueroa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o La Equidad lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gustavo Duque estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Juan Duque tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.