Nabil Jaadi lesiona os ligamentos do joelho — 22 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 22 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
As bancadas02/01/2034
Os adeptos organizam-se contra a direção do FC Diarra
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que FC Diarra podem fingir não ter ouvido.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Notas dos jogadores02/01/2034
Um golo de defesa dá a vitória ao FC Diarra — 7.77
1 para Akanni Lawal, avaliado com 7.77, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
36 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O FC Diarra perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 11 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Diarra coisas que levam mais de uma semana a retirar.
1‑3 para o Etoiles du Mande, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel19/12/2033
Akanni Lawal desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ebuka Anthony, e o treinador deixou.
O banco19/12/2033
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑3, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Karim Harit tem a sua resposta do FC Diarra; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Em resumo
O bancoSeydou Diabaté tornou-se um homem de confiança do treinador
43 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O FC Diarra perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Nabil Jaadi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 0‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Souleymane Haidara, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em FC Diarra, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no FC Diarra, mais uma semana sem a assinatura de Andre Schlupp.
50 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O FC Diarra perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
As bancadas05/12/2033
Os adeptos organizam-se contra a direção do FC Diarra
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que FC Diarra podem fingir não ter ouvido.
Notas dos jogadores05/12/2033
Akanni Lawal, 33 anos, faz recuar o relógio — 7.97
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.97 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Nabil Jaadi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel05/12/2033
Palavras no treino do FC Diarra sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Akanni Lawal está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nabil Jaadi lesiona os ligamentos do joelho — 78 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 78 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
As bancadas07/11/2033
A raiva no FC Diarra transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
O Etoiles du Mande segue em frente e o FC Diarra vai para casa, com um 0‑3 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Acabou 0-3. Uma eliminação na taça é uma desilusão; isto foi um desmantelamento público, e a diferença mede-se em quantas pessoas ainda falarão nisso em agosto.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No FC Diarra ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Timilehin Olukotun e o FC Diarra acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nabil Jaadi lesiona os ligamentos do joelho — 85 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 85 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No FC Diarra ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Nabil Jaadi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Interim Coach podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Nabil Jaadi lesiona os ligamentos do joelho — 106 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 106 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sekou Soumare será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no FC Diarra as despedidas começaram em silêncio.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Andre Schlupp tem a sua resposta do FC Diarra; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Amadou Bagayoko e o FC Diarra acertam mais 3 anos.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Cheick Samassekou assinar alguma coisa — um contrato no FC Diarra ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
O bancoSalah Zaki pede uma conversa com o treinador
134 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O FC Diarra perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Verba acordada, salário acordado, e o AS Korofina à espera com uma camisola. No FC Diarra ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No FC Diarra ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no FC Diarra, mais uma semana sem a assinatura de Andre Schlupp.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Samba Soumare, e o treinador deixou.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de FC Diarra foi explícito quanto à situação de Cheick Diaby, o que é mais do que muitos recebem.
Andre Schlupp lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do FC Diarra já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sekou Malle será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no FC Diarra as despedidas começaram em silêncio.
Nabil Jaadi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Seydou Diabaté estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em FC Diarra, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Modibo Keita
Os adeptos organizam-se contra a direção do FC Diarra
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
25 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O FC Diarra perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O FC Diarra perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Mais um nome na lista: o AS Korofina fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Sekou Soumare. A resposta do FC Diarra não mudou — para já.
Plantel15/08/2033
Nabil Jaadi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Thamsanqa Tau e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 29 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Seydou Diabaté. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em FC Diarra, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O FC Diarra perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Akanni Lawal e o FC Diarra acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O nome de Karim Harit apareceu em conversas de que o FC Diarra não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Plantel08/08/2033
Palavras no treino do FC Diarra sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Seydou Diabaté está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Nabil Jaadi está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
39 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O FC Diarra perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Austin Opara será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no FC Diarra as despedidas começaram em silêncio.
Nabil Jaadi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Austin Opara, e o treinador deixou.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Ghislain Tchinda está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Nabil Jaadi foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
Andre Schlupp lesiona os ligamentos do joelho — 46 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 46 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do FC Diarra está a esgotar-se.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sekou Malle será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no FC Diarra as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nabil Jaadi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ghislain Tchinda e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Hamari Coulibaly lesiona os ligamentos do joelho — 16 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
As regras permitem-no e dói na mesma. Austin Opara acertou condições com o US Forces Armees para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Nabil Jaadi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ghislain Tchinda e o FC Diarra acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
4 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
23 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O FC Diarra perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Binga à espera com uma camisola. No FC Diarra ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do FC Diarra está a esgotar-se.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sekou Malle será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no FC Diarra as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Diarra coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No FC Diarra ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel06/06/2033
Seydou Diabaté desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ghislain Tchinda e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Anse Ngoubi está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
O banco06/06/2033
Seydou Diabaté tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no FC Diarra dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não se vê o fim da espera do FC Diarra por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no FC Diarra tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No FC Diarra ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel11/04/2033
Seydou Diabaté desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ghislain Tchinda e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Hamari Coulibaly e o FC Diarra acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O banco11/04/2033
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
O banco11/04/2033
Seydou Diabaté tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no FC Diarra dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
O bancoEbuka Anthony pede uma conversa com o treinador
Notas dos jogadoresSeydou Diabaté encarou-os todo o jogo
12.º lugar, 15 pontos e um calendário com menos jogos do que desculpas. As contas ainda não são cruéis, mas deixaram de ser simpáticas.
Jogo02/04/2033
Não se vê o fim da espera do FC Diarra por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no FC Diarra tem de arrancar um resultado de algum lado.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em FC Diarra já falam dele no passado.
Plantel04/04/2033
Palavras no treino do FC Diarra sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Seydou Diabaté está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ghislain Tchinda e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No FC Diarra ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Seydou Diabaté estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Thamsanqa Tau e o FC Diarra acertam mais 3 anos.
Ghislain Tchinda e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Seydou Diabaté está nela.
O banco14/03/2033
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Interim Coach não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do FC Diarra também ninguém o escondia.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sekou Malle será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no FC Diarra as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Diarra coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do FC Diarra já se começa a dizer o nome dele no passado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O FC Diarra fez a parte difícil com o Real Bamako, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O Real Bamako vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Hamari Sissoko pré-acordou a mudança para o FC Diarra, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Seydou Diabaté estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Etoiles du Mande fica com o seu homem, e o FC Diarra volta a uma lista com um nome riscado.
0‑4 para o US Forces Armees, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco22/11/2032
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑4 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Palavras no treino do FC Diarra sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Seydou Diabaté está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Diarra coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No FC Diarra ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Seydou Diabaté assinar alguma coisa — um contrato no FC Diarra ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Andre Schlupp treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Os adeptos organizam-se contra a direção do FC Diarra
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Eliminado, 1‑3 com o AS Bakaridjan, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
Idriss Ashiru e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel08/11/2032
Seydou Diabaté desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Thamsanqa Tau marcou, foi avaliado com 7.26 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Nabil Jaadi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.
O banco01/11/2032
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em FC Diarra, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Um mês a procurar lá fora acabou onde tinha começado. Já sabe todos os nomes da casa; o resto tem agora de o provar em público.
Plantel25/10/2032
Palavras no treino do FC Diarra sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Seydou Diabaté está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Thamsanqa Tau e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no FC Diarra, mais uma semana sem a assinatura de Andre Schlupp.
Um 7.83 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Plantel18/10/2032
Seydou Diabaté desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Diarra coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Cheick Samassekou tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Interim Coach sobre uma tarde de 2‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Em resumo
PlantelUm jovem do FC Diarra leva o prémio de melhor sub-21
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Seydou Diabaté
Nabil Jaadi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Timilehin Olukotun. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do FC Diarra está a esgotar-se.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 31 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Seydou Diabaté desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Diarra coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o FC Diarra pode pedir e sobe o salário que Marius Abba pode exigir.
A raiva no FC Diarra transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
38 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O FC Diarra perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel16/08/2032
Seydou Diabaté desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O FC Diarra perguntou e o Etoiles du Mande disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Ghislain Tchinda e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Nabil Jaadi e o FC Diarra acertam mais 2 anos.
Nabil Jaadi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O sistema mudou e a posição dele não. Um futebolista pode melhorar a forma; não pode melhorar o sistema do treinador, e o problema é todo esse.
Plantel09/08/2032
5 caras novas e o FC Diarra ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Seydou Diabaté está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do FC Diarra está a esgotar-se.
Palavras no treino do FC Diarra sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Seydou Diabaté está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Marius Abba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma sondagem ao Afrique Foot Elite para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Samba Soumare tem 20 anos, e o FC Diarra contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Samba Soumare e o FC Diarra acertam mais 3 anos.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O FC Diarra vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Nabil Jaadi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Abdoulaye Sidibe e o FC Diarra acertam mais 3 anos.
Uma sondagem ao Real Bamako para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Andre Schlupp treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Cheick Samassekou. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Alvos de mercado21/06/2032
$240.0K põem os clubes de acordo sobre Eric Oguocha
O Onze Createurs aceitou o dinheiro. O que o FC Diarra ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Tudo acordado com o Real Bamako, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.
Plantel21/06/2032
Seydou Diabaté desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Diarra coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Seydou Diabaté desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Daouda Doumbia treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em FC Diarra toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que FC Diarra podem fingir não ter ouvido.
Direção03/05/2032
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em FC Diarra
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Nabil Jaadi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Andre Schlupp está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Nabil Jaadi está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
0‑3 para o AS Bakaridjan, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.
O banco12/04/2032
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑3, ditas por Bakary Camara a uma sala que já as tinha ouvido.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Timilehin Olukotun assinar alguma coisa — um contrato no FC Diarra ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O banco12/04/2032
Djigui Malle tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no FC Diarra dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
1‑4 para o Onze Createurs, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que FC Diarra podem fingir não ter ouvido.
Nabil Jaadi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco05/04/2032
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑4, ditas por Bakary Camara a uma sala que já as tinha ouvido.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Seydou Diabaté está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Seydou Diabaté. 1‑0 sobre o US Bougouni, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Notas dos jogadores08/03/2032
Seydou Diabaté jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.19. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Dois clubes atolados, um jogo entre eles, e um estádio que vai estar mais barulhento e mais assustado do que em qualquer outro momento da época. O FC Diarra sabe o que está em jogo, e toda a gente na bancada visitante também.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Andre Schlupp sai dessa comparação dentro da equipa, e o FC Diarra beneficiou de cada uma dessas tardes.
39 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O FC Diarra perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que FC Diarra podem fingir não ter ouvido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Etoiles du Mande fica com o seu homem, e o FC Diarra volta a uma lista com um nome riscado.