Posição 1, 60 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Carlos Garcés quer futebol continental; se o LA Galaxy o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Jogo19/08/2028
Ninguém quer jogar contra o LA Galaxy neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no LA Galaxy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Palavras no treino do LA Galaxy sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Justin Haak está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Faltavam 86 minutos e o Seattle Sounders tinha o ponto praticamente guardado. O futebol raramente lê o ambiente, e o LA Galaxy não parou para dar explicações.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Masoud Azmoun produziu-o, e o 8.36 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
João Klauss esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/07/2028
Palavras no treino do LA Galaxy sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jakob Glesnes está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do LA Galaxy daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no New England Revolution segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Hassan Abdulrahman esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Masoud Azmoun. 2‑0 sobre o St. Louis CITY SC, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel19/06/2028
Palavras no treino do LA Galaxy sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Miki Yamane está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 19 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no LA Galaxy falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Ficar 2 atrás faz algo a uma equipa, e normalmente o que faz é acabar com ela. Aqui não. O LA Galaxy reconstruiu a tarde golo a golo, e o Colorado Rapids não teve resposta para nada disso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no LA Galaxy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no LA Galaxy a ouviu como outra coisa.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no LA Galaxy falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Jogo01/04/2028
O LA Galaxy torna a sua casa um sítio difícil de visitar
11 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no LA Galaxy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/04/2028
Jakob Glesnes desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Vancouver Whitecaps vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Ralph Priso pré-acordou a mudança para o LA Galaxy, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para JT Marcinkowski, e o treinador deixou.
Riqui Puig esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do LA Galaxy, e não vai ser retirado.
A proposta do Brondby por Riqui Puig foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Plantel17/01/2028
Palavras no treino do LA Galaxy sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jakob Glesnes está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Alan Lescano esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel17/01/2028
Carlos Garcés tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no LA Galaxy dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no LA Galaxy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Alan Lescano quer futebol continental; se o LA Galaxy o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do LA Galaxy sobre quem trabalha
Posição 3, 46 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ethan Finlay será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no LA Galaxy as despedidas começaram em silêncio.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Carlos Garcés quer futebol continental; se o LA Galaxy o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não há pior forma de perder um futebolista. Ethan Finlay pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do LA Galaxy, e não vai ser retirado.
Posição 2, 45 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 26 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no LA Galaxy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel13/09/2027
Jakob Glesnes desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Joseph Paintsil tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 3 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Sporting Kansas City deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Alan Lescano quer futebol continental; se o LA Galaxy o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel23/08/2027
Palavras no treino do LA Galaxy sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jakob Glesnes está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
3‑3, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.
Plantel23/08/2027
Riqui Puig tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no LA Galaxy dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Em resumo
Notas dos jogadoresMasoud Azmoun encarou-os todo o jogo
Notas dos jogadoresAlan Lescano muda tudo do banco
Posição 3, 28 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
19 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Avaliado com 7.82. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Riqui Puig quer futebol continental; se o LA Galaxy o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no LA Galaxy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
17 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.
Plantel19/04/2027
Jakob Glesnes desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Notas dos jogadoresUma tarde de defesa para Jakob Glesnes
Notas dos jogadoresDo banco e decisivo: Masoud Azmoun
Houve 7 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.
Plantel05/04/2027
Masoud Azmoun consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Masoud Azmoun acabou de assinar pelo LA Galaxy e, por uma vez, a resposta importava.
Qualquer balneário sabe ler uma contratação destas. Masoud Azmoun não veio esperar indefinidamente, e o homem cujo lugar ele foi comprado para ocupar sabe-o melhor do que ninguém.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do LA Galaxy, e não vai ser retirado.
Marco Reus esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Masoud Azmoun do Gostaresh Foulad por $7.9M, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Gostaresh Foulad toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Masoud Azmoun era uma das razões por que as pessoas vinham, e $7.9M não substitui isso sozinho.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Gostaresh Foulad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Saman Ebrahimi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
PlantelMohammad Shojaei tornou-se um homem de confiança do treinador
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Gostaresh Foulad está a esgotar-se.
16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Gostaresh Foulad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Mais um nome na lista: o LA Galaxy fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Masoud Azmoun. A resposta do Gostaresh Foulad não mudou — para já.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohammad Shojaei, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mehdi Nekounam está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Esteghlal Ahvaz continuou a vir porque nada o travou, e ao Gostaresh Foulad vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 17 ações combinadas e uma nota de 7.05, e nenhuma delas entrará num resumo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Gostaresh Foulad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Foi preciso Hossein Beiranvand marcar para trazer alguma coisa para casa: 3‑3 com o Esteghlal Ahvaz, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Gostaresh Foulad sobre quem trabalha
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel01/02/2027
Saman Ebrahimi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Gostaresh Foulad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Masoud Azmoun: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Saman Ebrahimi
Hossein Beiranvand esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Saeid Moharrami está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel18/01/2027
Omid Dejagah tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Gostaresh Foulad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Gostaresh Foulad está a esgotar-se.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Gostaresh Foulad toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Masoud Azmoun produziu-o, e o 8.81 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Hossein Beiranvand esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Aos 28 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Plantel04/01/2027
Saman Ebrahimi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Gostaresh Foulad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sardar Vafaei, e o treinador deixou.
Plantel28/12/2026
Saeid Moharrami desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Reza Noorafkan
Notas dos jogadoresMasoud Azmoun tinha sempre o passe
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Omid Dejagah marcou, foi avaliado com 7.78 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Plantel14/12/2026
Reza Noorafkan desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Reza Ebrahimi, e o treinador deixou.
Ahmad Gholizadeh esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Jogo28/11/2026
Masoud Azmoun ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 91. Masoud Azmoun encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Siah Jamegan passou do ponto ao nada num só movimento.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Masoud Azmoun produziu-o, e o 8.54 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Gostaresh Foulad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Masoud Azmoun. 2‑1 sobre o Siah Jamegan, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Masoud Azmoun tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Saman Ebrahimi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Hossein Beiranvand esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Gostaresh Foulad, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Gostaresh Foulad sobre quem trabalha
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Gostaresh Foulad tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Gostaresh Foulad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohammad Shojaei, e o treinador deixou.
O Rah Ahan levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel16/11/2026
Saeid Moharrami desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no Gostaresh Foulad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
Notas dos jogadoresMasoud Azmoun encarou-os todo o jogo
Notas dos jogadoresUma tarde que Sardar Vafaei vai querer de volta