67 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O BA All Stars perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Asante Kotoko segue em frente e o BA All Stars vai para casa, com um 0‑3 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Acabou 0-3. Uma eliminação na taça é uma desilusão; isto foi um desmantelamento público, e a diferença mede-se em quantas pessoas ainda falarão nisso em agosto.
Jogo17/10/2026
Não se vê o fim da espera do BA All Stars por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no BA All Stars tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no BA All Stars coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Andrew Mohammed pôs o BA All Stars de novo em igualdade em 2 minutos, e o Ashanti Gold nunca chegou a jogar com vantagem.
Direção19/10/2026
Ninguém saiu depressa do balneário de BA All Stars
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
Afriyie Atiemo lesiona os ligamentos do joelho — 89 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 89 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.29 para o resto.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Suleiman Badaru está a viver essa versão no BA All Stars, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abeiku Amoah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco28/09/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Gladson Sulemana a uma sala que já as tinha ouvido.
103 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O BA All Stars perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Moses Moffi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em BA All Stars, e 1 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Stephen Appiah Asare: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o BA All Stars a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Em resumo
PlantelYaw Bukari, 20 anos, tem a sua oportunidade