Majid Aliyari lesiona os ligamentos do joelho — 21 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 21 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Dribles concretizados: 26. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Kaveh Rezaei e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Padideh levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
O banco22/02/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Ricardo Alves
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Sepahan, e 0 jogos em 25 dizem que merece ser ouvido.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
O banco22/02/2027
Omid Nourafkan tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sepahan dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alireza Ghoddos, e o treinador deixou.
2 atrás e sem rumo, até Vouria Azmoun decidir o contrário. O Persepolis tinha feito a parte difícil e depois viu-a desfazer-se, e o barulho no apito final foi daqueles que um estádio guarda.
Verba acordada, salário acordado, e o Naft Tehran à espera com uma camisola. No Sepahan ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Sepahan foi ao Padideh com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Mohammad Askari era uma das razões por que as pessoas vinham, e $1.3M não substitui isso sozinho.
O Sepahan perguntou e o Persepolis disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A verba é $1.2M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Siah Jamegan negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $1.5M — um clube que quer Adib Zarei ao ponto de perguntar duas vezes.
A proposta do Esteghlal por Ali Ghoddos foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
As bancadas24/08/2026
Os adeptos revoltam-se com a venda de Alireza Ghoddos por $1.2M
Vai para o Sepahan, o clube tem $1.2M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
Jogo22/08/2026
Não se vê o fim da espera do Siah Jamegan por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Siah Jamegan tem de arrancar um resultado de algum lado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Morteza Azmoun estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Ramin Hajsafi tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
O Sepahan e o Siah Jamegan acertaram em $1.2M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
O Sepahan perguntou e o Tractor disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $176.2K — um clube que quer Alireza Ramezani ao ponto de perguntar duas vezes.
O Sepahan foi ao Malavan com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Sepahan ofereceu $180.0K; o Tractor disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Avaliado com 7.28. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
A proposta do Persepolis por Morteza Azmoun foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Morteza Azmoun estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Siah Jamegan já telefonou ao Esteghlal. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.