Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Esteghlal Khuzestan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A camisola ainda lhe serve. Vahid Asgarpour está de volta ao Esteghlal Khuzestan, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Esteghlal Khuzestan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Vahid Asgarpour está a viver essa versão no Esteghlal Khuzestan, e costuma notar-se no primeiro mês.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Esteghlal Khuzestan pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mohammad Mehdi Ghanbari. 1‑0 sobre o Saipa, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Abolfazl Babaei Yekta esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Mohammad Torabi sai dessa comparação dentro da equipa, e o Esteghlal Khuzestan beneficiou de cada uma dessas tardes.
Em resumo
MercadoAlireza Karami está livre para procurar outro sítio
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Amir Abedzadeh esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohammad Mehdi Ghanbari está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Alireza Torabi tem 35 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
Sepehr Simanpour lesiona os ligamentos do joelho — 14 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 14 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Esteghlal Khuzestan nada responderam, o que também é uma resposta.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 87 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Esteghlal Khuzestan podem fingir não ter ouvido.
Não um mês, não uma série — uma época inteira a ser o melhor futebolista de 20 anos que alguém nesta divisão podia pôr em campo. Este é o galardão que será referido durante o resto da sua carreira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Padideh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tatsuya Tabira está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Padideh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jan-Carlo Simić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Padideh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jan-Carlo Simić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel01/05/2028
Karim Vafaei tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Padideh dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Mehdi Beiranvand tem a sua resposta do Padideh; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Padideh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tatsuya Tabira está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Padideh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/04/2028
Ramin Hosseini sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jan-Carlo Simić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Padideh, mais uma semana sem a assinatura de Mateo Serra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Padideh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tatsuya Tabira está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Seyed Ali Yahyazadeh acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Padideh substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
96 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Esteghlal Khuzestan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mohammad Torabi produziu-o, e o 8.91 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Gabriel Carvalho produziu-o, e o 8.26 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Esteghlal Khuzestan, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Esteghlal Khuzestan pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Tem 20 anos, média de 7.15, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Mohammad Sharifi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Esteghlal Khuzestan e o Gostaresh Foulad, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
20 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Padideh perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Plantel10/01/2028
Mateo Serra consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Mateo Serra acabou de assinar pelo Padideh e, por uma vez, a resposta importava.
O Persepolis pagou $2.4M e o Padideh aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Padideh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Jogo08/01/2028
O Padideh torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
15 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Esteghlal Khuzestan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mohammad Torabi produziu-o, e o 8.97 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Esteghlal Khuzestan, e não vai ser retirado.
Notas dos jogadores03/01/2028
Gabriel Carvalho, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.87
Um 7.87 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Uma média de 7.13 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Esteghlal Khuzestan têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Esteghlal Khuzestan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/01/2028
Stephane Keller desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Em resumo
Notas dos jogadoresDo banco e decisivo: Omid Khodadad
31 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Esteghlal Khuzestan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Saipa vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Esteghlal Khuzestan foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Mohammad Torabi não precisou: 9.11, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Mohammad Javad Kia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel20/12/2027
Stephane Keller desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Mohammad Torabi tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Ali Cheshmi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
6 golos num jogo, Youssef En-Nesyri na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Padideh nem ao Naft Tehran.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 56 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Esteghlal Khuzestan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Esteghlal Khuzestan podem fingir não ter ouvido.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Esteghlal Khuzestan nada responderam, o que também é uma resposta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohammad Sharifi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Mohammad Torabi pôs o Esteghlal Khuzestan de novo em igualdade em 1 minutos, e o Esteghlal nunca chegou a jogar com vantagem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Esteghlal Khuzestan sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $18.4M porque Youssef En-Nesyri é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Padideh ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Padideh não o segura a fingir o contrário.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Padideh, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
Mehdi Beiranvand esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Esteghlal Khuzestan, e não vai ser retirado.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Ahmad Savari era uma das razões por que as pessoas vinham, e $480.0K não substitui isso sozinho.
Mohammad Javad Kia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ahmad Savari parte para o Padideh num negócio de $480.0K. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.
Plantel21/06/2027
Mohammad Sharifi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 24 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Padideh falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Padideh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mohammad Torabi e o Padideh acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel10/05/2027
Alireza Yazdani tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Padideh dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
PlantelAria Shafiedoost desentende-se com um colega por causa das exigências
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mohammad Torabi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Padideh as despedidas começaram em silêncio.
Shahriar Ebrahimi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Padideh sobre quem trabalha
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mohammad Torabi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Padideh as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Padideh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Em resumo
PlantelAshkan Noorafkan desentende-se com um colega por causa das exigências
Plantel6 caras novas e o Padideh ainda se está a conhecer
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Padideh ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Padideh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Padideh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Culpa de ninguém e inteiramente sua: um golo que entra na ficha com o seu nome sem que nada nele fosse intencional. O Padideh merecia melhor, e ele também.
Plantel22/02/2027
Ali Ahmadi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Vahid Mohammadi e o Padideh acertam mais 3 anos.
Uma média de 7.65 na época, com 26 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Shahriar Ebrahimi não precisou: 8.32, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Shahriar Ebrahimi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Padideh sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Padideh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ali Gholizadeh e o Padideh acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 19 anos que sente como seu. Aria Shafiedoost tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Shahriar Ebrahimi. 2‑0 sobre o Malavan, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Ambas as partes esperam falar nos próximos dias. O Padideh vai pedir um valor, e tudo o que vier depois é aritmética.
Plantel08/02/2027
Ashkan Noorafkan desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
24 golos e uma média de 7.62 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Padideh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Mohammad Hossein Sadeghi tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ali Gholizadeh. 2‑0 sobre o Foolad, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Notas dos jogadores25/01/2027
Alireza Yazdani jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.33. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Plantel25/01/2027
Ashkan Noorafkan desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma média de 7.59 na época, com 23 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Alireza Yazdani produziu-o, e o 9.87 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Vahid Ghoddos era uma das razões por que as pessoas vinham, e $29.7M não substitui isso sozinho.
Notas dos jogadores18/01/2027
Shahriar Ebrahimi, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.66
Um 7.66 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
O negócio que levaria Ramin Cheshmi para o Zob Ahan caiu na fase final e ele reapresenta-se no Padideh com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Shahriar Ebrahimi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
7 golos num jogo, Vahid Ghoddos na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Padideh nem ao Gostaresh Foulad.
Vahid Ghoddos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohammad Torabi, e o treinador deixou.
O que era notícia de canto de página passou a ser assunto das bancadas, e as bancadas não fazem nuances. Padideh gostariam de resolver isto antes de ser a única pergunta.