As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 28 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Linas Paulauskas esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel14/09/2026
Palavras no treino do Siauliai sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Edgaras Simkus está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
PlantelUma lesão muscular afasta Dmitri Arkhipov durante 14 dias
36 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Siauliai perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Siauliai, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Siauliai coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelEdgaras Simkus desentende-se com um colega por causa das exigências
Tomas Dapkus esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Siauliai sobre quem trabalha
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Siauliai coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Dmitri Arkhipov compromete-se com o Siauliai por mais 2 anos.
Plantel03/08/2026
Edgaras Simkus desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Linas Paulauskas treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.