Cafu

Goleiro - Al Shabab
6 Ago 2029
Segunda-feira
Processo

Marcado para Cafu

156 Edição

O Diário de Al Shabab

23/07/2029
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Cafu disse que sim ao Al Fujairah

A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al Shabab perdeu-o em tudo menos nos papéis.

Mercado

Hussain Mahdi entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Shabab podem fingir não ter ouvido.

Mercado

Al Fujairah voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Al Shabab não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Plantel

Troca de palavras no Al Shabab

Igor Serrote e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Mercado

Al Shabab vende Saymon por $760.0K

Saymon parte para o Sharjah num negócio de $760.0K. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.

Alvos de mercado

Porta fechada: Vinicius Mello fica onde está

O Al Shabab perguntou e o Al Wahda disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Plantel

Jean Mendy quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al Shabab sabem-no.

Emprestados

Youssef Al Bloushi já viu o suficiente de Al Ain

«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al Shabab, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Shabab

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mayed Saeed estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Em resumo

Edições anteriores
155 Edição

O Diário de Al Shabab

16/07/2029
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Mohamed Rahim disse que sim ao Dibba

A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al Shabab perdeu-o em tudo menos nos papéis.

Mercado

Arnau Pradas pede para sair do Al Shabab

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Jogo

Al Shabab sobe ao lugar 3

51 pontos somados e um lugar no grupo da frente. No estádio ainda ninguém diz a palavra em voz alta.

Mercado

Só falta a fotografia para Hussain Mahdi

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hussain Mahdi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Shabab as despedidas começaram em silêncio.

Mercado

O Al Shabab diz que não — desta vez

A proposta do Al Fujairah por Cafu foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Plantel

Um desentendimento no Al Shabab

Igor Serrote e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Palavras no treino do Al Shabab sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Saymon está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Quando importa, Ali Hassan joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Plantel

Leo Tafaj continua sem se adaptar

Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Al Shabab gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.

Em resumo

154 Edição

O Diário de Al Shabab

09/07/2029
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Hassan Suqrat diz não ao Al Nasr

“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Hassan Suqrat não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.

Mercado

Hassan Suqrat entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Shabab podem fingir não ter ouvido.

Mercado

Al Shabab recusa o Al Wahda por Arnau Pradas

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Alvos de mercado

Caro demais: o Al Shabab desiste de Houssine Rahimi

$580.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Al Ain pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.

Plantel

Palavras no treino do Al Shabab sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Saymon está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Mercado

Saymon está livre para procurar outro sítio

«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Al Shabab foi explícito quanto à situação de Saymon, o que é mais do que muitos recebem.

Plantel

Afeez Bankole em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Cafu quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al Shabab sabem-no.

Plantel

9 caras novas e o Al Shabab ainda se está a conhecer

Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.

Em resumo

142 Edição

O Diário de Al Shabab

16/04/2029
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Igor Pacheco quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al Shabab ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

O banco

O treinador faz de Hussain Mahdi um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Youssef Al Bloushi tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Shabab dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Mercado

A pergunta sobre Walid Ismail persegue o Al Shabab

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Walid Ismail. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

O banco

Youssef Al Bloushi pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Plantel

Hussain Mahdi quer sair do banco

“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Al Shabab vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.

O banco

O treinador faz uma promessa a Saymon

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Al Shabab. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Plantel

Youssef Al Bloushi já sabe quanto ganha o do lado

Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Al Shabab essa pergunta é mais difícil de responder.

Mercado

Cafu está na montra

O Al Shabab fez saber ao mercado que Cafu está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.

Em resumo

140 Edição

O Diário de Al Shabab

02/04/2029
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Youssef Al Bloushi entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Shabab podem fingir não ter ouvido.

O banco

Youssef Hussain diz que o Al Shabab não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Ahmed Al Hashmi assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Ahmed Al Hashmi compromete-se com o Al Shabab por mais 4 anos.

Plantel

Um desentendimento no Al Shabab

Youssef Al Bloushi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Hussain Mahdi já não é a primeira escolha

O treinador reorganizou as ideias e Hussain Mahdi saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.

Plantel

Um lugar no onze do mês para Youssef Al Bloushi

Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Youssef Al Bloushi sai dessa comparação dentro da equipa, e o Al Shabab beneficiou de cada uma dessas tardes.

O banco

O treinador faz de Hamdan Hussain um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Mercado

Cafu avisado para procurar clube

«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Cafu foi informado de que não entra nos planos do treinador do Al Shabab.

O banco

Arnau Pradas bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Arnau Pradas treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

136 Edição

O Diário de Al Shabab

05/03/2029
Do nosso correspondente de futebol Estável

Notas dos jogadores

Bruno estava imparável

Dribles concretizados: 27. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Mercado

Breno Pereira entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Shabab podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Walid Ismail fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Walid Ismail e o Al Shabab acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Shabab

Walid Rashid esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Os golos abandonaram o Al Shabab

3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Al Shabab sabe dizer em que semana.

As bancadas

Um dos seus: Ali Hassan

Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.

Plantel

Hassan Suqrat é o melhor jovem do mês

Aos 21 anos foi melhor do que todos da sua idade na divisão durante quatro semanas seguidas, o que é mais difícil do que uma boa tarde. O Al Shabab vai tentar não fazer disso um caso.

Plantel

Cafu tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Al Shabab lida com um homem que quer outro país.

Notas dos jogadores

Ninguém em campo chegou perto de Ali Hassan

7.37, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Al Shabab tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.

Em resumo

127 Edição

O Diário de Al Shabab

01/01/2029
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Al Shabab estão lá em cima

2.º lugar e 32 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.

Notas dos jogadores

Arnau Pradas estava imparável

Dribles concretizados: 30. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Mercado

Ahmed Rashid põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Shabab, e não vai ser retirado.

Mercado

Junior Onana avisado para procurar clube

«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Junior Onana foi informado de que não entra nos planos do treinador do Al Shabab.

Emprestados

Igor Pacheco quer voltar para casa

«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Al Shabab e lutar pelo meu lugar.» 4 jogos em 24 no Al-Ahli dizem o resto.

Jogo

Al Shabab fica aquém diante do Al Nasr

O Al Nasr levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.

Antevisão

O jogo grande: o Al Wasl no horizonte

Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Al Shabab não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Shabab

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Saymon estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Troca de palavras no Al Shabab

Afeez Bankole e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Em resumo

  • O banco Não há esconderijo para Hussain Mahdi
  • Plantel Cafu tem a cabeça em casa
  • Direção Os salários engolem 99% das receitas do Al Shabab
118 Edição

O Diário de Al Shabab

30/10/2028
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Notas dos jogadores

Ahmed Al Hashmi encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 34. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

O banco

Cafu: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Al Shabab nada responderam, o que também é uma resposta.

Jogo

8 jogos sem perder para o Al Shabab

Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 8 jogos sem derrota são uma base que o Al Shabab não tinha no outono.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Shabab

Igor Serrote esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

As bancadas

Um dos seus: Igor Serrote

Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.

Plantel

Saymon desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Não há esconderijo para Hussain Mahdi

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hussain Mahdi, e o treinador deixou.

Plantel

Cafu quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al Shabab ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Emprestados

Igor Pacheco quer voltar para casa

«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Al Shabab e lutar pelo meu lugar.» 2 jogos em 15 no Al-Ahli dizem o resto.

Em resumo

109 Edição

O Diário de Al Shabab

28/08/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Al Fujairah voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Al Shabab não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Alvos de mercado

O Al Ahli avisa o Al Shabab: Ahmed Al Hashmi não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Plantel

Saymon desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Um desentendimento no Al Shabab

Igor Serrote e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Cafu quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al Shabab ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Emprestados

Bandar Hassan conta os dias

“Vejo todos os jogos do Al Shabab daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Dibba segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.

O banco

Ali Hassan é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ali Hassan está nela.

O banco

Prometeram minutos a Breno Pereira

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Breno Pereira apontou a data.

O banco

Cafu bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Shabab, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Em resumo

108 Edição

O Diário de Al Shabab

21/08/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Al Shabab recusa o Vitoria Guimaraes por Pedro Souza

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Plantel

Troca de palavras no Al Shabab

Walid Rashid e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Emprestados

Eid Al-Hammadi quer voltar para casa

«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Al Shabab e lutar pelo meu lugar.» 0 jogos em 5 no Dibba dizem o resto.

Plantel

Palavras no treino do Al Shabab sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mayed Saeed está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

No Al Shabab ainda são estranhos uns para os outros

6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

O banco

Walid Rashid é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Walid Rashid está nela.

Em resumo

100 Edição

O Diário de Al Shabab

26/06/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Pedro Souza entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Shabab podem fingir não ter ouvido.

Alvos de mercado

Caro demais: o Al Shabab desiste de Vinicius Mello

$1.2M era o máximo que o clube pagaria, e o Emirates Club pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.

Alvos de mercado

O Emirates Club avisa o Al Shabab: Nicolás Giménez não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Plantel

Palavras no treino do Al Shabab sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Saymon está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Shabab

Momodou Jatta esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Mercado

Todos os olhos outra vez em Igor Pacheco

O telefone voltou a tocar por causa de Igor Pacheco, e desta vez do outro lado está o Al-Ahli. No Al Shabab ouvem com educação e não prometem nada.

Plantel

Cafu quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al Shabab sabem-no.

Plantel

9 caras novas e o Al Shabab ainda se está a conhecer

Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.

O banco

Quando importa, Walid Rashid joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Em resumo

93 Edição

O Diário de Al Shabab

08/05/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Youssef Hussain parte um osso — 46 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 46 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Shabab

Walid Rashid esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Youssef Hussain assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Youssef Hussain e o Al Shabab acertam mais 2 anos.

Plantel

Cafu quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al Shabab sabem-no.

O banco

O treinador faz de Mahmoud Al Junaibi um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Mercado

Conversas entre Al Shabab e Mohamed Rahim empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

Em resumo

91 Edição

O Diário de Al Shabab

24/04/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

62 dias de fora para Youssef Hussain depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Shabab vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

O banco

Mayed Saeed diz que o Al Shabab não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Troca de palavras no Al Shabab

Ahmed Al Hashmi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Saymon desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Emprestados

Igor Pacheco já viu o suficiente de Brasil de Pelotas

«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al Shabab, e 1 jogos em 19 dizem que merece ser ouvido.

O banco

Não há esconderijo para Breno Pereira

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Breno Pereira, e o treinador deixou.

O banco

Youssef Al Bloushi tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Shabab dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

Youssef Al Bloushi pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Mercado

A história de Hassan Suqrat recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Hassan Suqrat assinar alguma coisa — um contrato no Al Shabab ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

87 Edição

O Diário de Al Shabab

27/03/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Um desentendimento no Al Shabab

Walid Rashid e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Emprestados

Igor Pacheco conta os dias

“Vejo todos os jogos do Al Shabab daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Brasil de Pelotas segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.

Plantel

Palavras no treino do Al Shabab sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mayed Saeed está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Direção

Os salários engolem 88% das receitas do Al Shabab

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

O banco

Youssef Al Bloushi é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Youssef Al Bloushi está nela.

O banco

Não há esconderijo para Juan de Tomaso

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Juan de Tomaso, e o treinador deixou.

O banco

Mohamed Rahim pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

Prometeram minutos a Hussain Mahdi

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Hussain Mahdi apontou a data.

Mercado

A história de Hassan Suqrat recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Hassan Suqrat assinar alguma coisa — um contrato no Al Shabab ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

  • Plantel Cafu continua sem se adaptar
  • Mercado Cafu colocado na lista de transferências
  • Mercado Sajjad Ashouri deixa correr o contrato
84 Edição

O Diário de Al Shabab

06/03/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Um desentendimento no Al Shabab

Ahmed Al Hashmi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

Al Shabab fica aquém diante do Al Wahda

O Al Wahda levou os pontos após um 1‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.

Plantel

Breno Pereira quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al Shabab sabem-no.

Notas dos jogadores

Ahmed Al Hashmi encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 16. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Amer Al Menhali a uma sala que já as tinha ouvido.

Plantel

Mayed Saeed desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

5 caras novas e o Al Shabab ainda se está a conhecer

Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.

O banco

Quando importa, Walid Rashid joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Mayed Saeed ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo

75 Edição

O Diário de Al Shabab

03/01/2028
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Notas dos jogadores

Saymon passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 31. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Notas dos jogadores

Omar Khribin, 33 anos, faz recuar o relógio — 8.37

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.37 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.

Plantel

Igor Serrote entre os melhores

Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Al Shabab estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.

Mercado

Walid Al Bloushi põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Shabab, e não vai ser retirado.

Jogo

5 jogos sem vencer para o Al Shabab

A série chega a 5 e as perguntas em torno do Al Shabab já não são delicadas.

Alvos de mercado

Porta fechada: Ousmane Camara fica onde está

O Al Shabab perguntou e o Al Ahli disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Plantel

Troca de palavras no Al Shabab

Bandar Suqrat e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Emprestados

Cafu já viu o suficiente de Hajer

«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al Shabab, e 0 jogos em 25 dizem que merece ser ouvido.

O banco

Não há esconderijo para Walid Ismail

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Walid Ismail, e o treinador deixou.

Em resumo

69 Edição

O Diário de Hajer

22/11/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Notas dos jogadores

Wadhah Zaidi passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 41. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Plantel

Cafu sozinho contra todos

10 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.

Jogo

Hajer segue caminho na taça

O Al-Ahli está fora e o Hajer segue em frente, com um 3‑1 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.

Mercado

Yusuf Akçiçek entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hajer podem fingir não ter ouvido.

Notas dos jogadores

Os dois de Tadjou Alidou — 9.05

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 9.05, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

O banco

Shuaibu Garba guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Hajer pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Notas dos jogadores

Yusuf Akçiçek, 21 anos, rouba o espetáculo — 7.60

Nota 7.60 aos 21 anos, numa equipa que não faz concessões à idade. Não precisou de nenhuma, e parecia o homem menos nervoso em campo.

Plantel

Os ânimos aquecem no Hajer

Yusuf Akçiçek esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Hajer

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rakan Kaabi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Em resumo

66 Edição

O Diário de Al Shabab

01/11/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Uma sova para o Al Shabab

Derrota por 0‑3 com o Sharjah, e derrota em tudo o que conta. O inquérito começa no relvado de treino segunda-feira de manhã.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Shabab

Walid Rashid esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Emprestados

Cafu conta os dias

“Vejo todos os jogos do Al Shabab daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Hajer segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.

Notas dos jogadores

Junior Onana estava imparável

Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Direção

Conversa séria no Al Shabab

O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.

O banco

Amer Al Menhali: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑3, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

O banco

O treinador faz de Juan de Tomaso um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Ismail Saeed

Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.

O banco

Quando importa, Khalfan Mubarak joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Em resumo

59 Edição

O Diário de Al Shabab

13/09/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Continua sem haver quem bata o Al Shabab

A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.

Plantel

O salto de Momodou Jatta é a sério

Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.

Mercado

Tão perto: a transferência de Walid Yaqoob morre em cima da hora

O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Al Ahli seguiu em frente, Walid Yaqoob apresenta-se de volta no Al Shabab, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.

Alvos de mercado

O relógio ganha ao Al Shabab a corrida por Diogo Capitão

O relógio fez o que o Emirates Club não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.

Plantel

Troca de palavras no Al Shabab

Walid Rashid e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Emprestados

Cafu já viu o suficiente de Hajer

«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al Shabab, e 0 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.

As bancadas

Os adeptos do Al Shabab encontraram um ídolo em Igor Serrote

Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Igor Serrote tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.

Jogo

Al Shabab despacha o Al Ahli

Três pontos para o Al Shabab: um 1‑0 diante do Al Ahli num duelo decidido por pormenores.

Notas dos jogadores

Khalfan Mubarak fez o trabalho que ninguém conta — 7.40

9 ações combinadas e 7.40. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.

Em resumo