Mehdi Gholizadeh esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Gostaresh Foulad fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Um amarelo de que ninguém precisava, numa noite em que o jogo já estava ganho. Gostaresh Foulad perdem um jogador pelo motivo mais evitável que existe.
A proposta do Sepahan por Kaveh Torabi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Karim Moharrami e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 20 anos do Gostaresh Foulad que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Gostaresh Foulad, e 7 jogos em 22 dizem que merece ser ouvido.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Ehsan Jahanbakhsh está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Karim Moharrami está nela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 14 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Uma média de 7.26 na época, com 19 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O Gostaresh Foulad perguntou e o Al Ain disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 22 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Gostaresh Foulad, e não vai ser retirado.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.32 para o resto.
Uma média de 7.24 na época, com 18 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Gostaresh Foulad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 8 golos entre o Gostaresh Foulad e o Malavan, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Em resumo
Notas dos jogadoresKarim Karimi em notas de excelência
PlantelRamin Ghoddos deixa escapar por entre as mãos
O Foolad vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Gostaresh Foulad foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Gostaresh Foulad, e não vai ser retirado.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Gostaresh Foulad estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Aran Kochar agiu, no Gostaresh Foulad, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Karim Moharrami e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Gostaresh Foulad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Gostaresh Foulad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nota 8.10 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
O banco21/12/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Morteza Beiranvand, sobre uma vitória por 3‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
40 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Gostaresh Foulad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Notas dos jogadores07/12/2026
Ehsan Jahanbakhsh, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.80
Um 7.80 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 16 ações, 7.25, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
Karim Moharrami e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Morteza Khodadad sai dessa comparação dentro da equipa, e o Gostaresh Foulad beneficiou de cada uma dessas tardes.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Gostaresh Foulad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Morteza Beiranvand depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ehsan Jahanbakhsh assinar alguma coisa — um contrato no Gostaresh Foulad ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Dribles concretizados: 9. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Ninguém no Gostaresh Foulad sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
“Não peço a ninguém que seja melhor do que é. Peço a todos que sejam tão bons como são, todas as semanas.” Dito em voz alta, à frente de todos, e o balneário do Gostaresh Foulad ficou diferente depois.
Karim Moharrami e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Vouria Cheshmi e o Gostaresh Foulad acertam mais 3 anos.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Karim Karimi assinar alguma coisa — um contrato no Gostaresh Foulad ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Gostaresh Foulad, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Segue-se, em casa, o Tractor, que chega no 4.º lugar. O tipo de jogo sobre o qual uma época se constrói em silêncio, ou em que perde a forma em silêncio.
Reza Vafaei e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Gostaresh Foulad e o Saipa, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Gostaresh Foulad, e 3 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
O banco09/11/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 2‑5 Morteza Beiranvand saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Batido 5 vezes, com 1 defesas por companhia. Os guarda-redes carregam estes resultados no currículo seja de quem for a culpa, e essa é a injustiça silenciosa do ofício.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Ehsan Jahanbakhsh não precisou: 7.66, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Karim Moharrami esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
2 golos antes de o estádio acabar de chegar. O Naft Tehran passou o resto da tarde a jogar um jogo já decidido, e toda a gente nas bancadas sabia disso.
Notas dos jogadores02/11/2026
Reza Beiranvand jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.19. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Aos 21 anos foi melhor do que todos da sua idade na divisão durante quatro semanas seguidas, o que é mais difícil do que uma boa tarde. O Gostaresh Foulad vai tentar não fazer disso um caso.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Ehsan Jahanbakhsh está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Karim Moharrami e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Vejo todos os jogos do Gostaresh Foulad daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Al Ahli segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Gostaresh Foulad disse a Ali Kolahkaj que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Gostaresh Foulad sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Gostaresh Foulad terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Gostaresh Foulad, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
5.º lugar para os anfitriões, uma viagem longa para a bancada visitante, e um jogo que vai parecer banal no papel até ao momento em que deixar de o ser.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Alireza Karimi era uma das razões por que as pessoas vinham, e $200.0K não substitui isso sozinho.
6 entradas e 3 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Aos 20 anos foi o melhor de todos da sua idade na divisão durante um fim de semana. Ninguém devia construir uma carreira em cima disso, e toda a gente o faz sem dizer.
Uma decisão que não decide nada em campo e decide tudo no balneário. O treinador disse, sem o dizer, que voz quer que se ouça quando a dele não está lá.
O Gostaresh Foulad abriu a porta e ninguém a atravessou. Por isso Mehdi Gholizadeh fica — listado, treinado e disponível — enquanto ambos os lados riscam os dias até janeiro no mesmo calendário.
Em resumo
As bancadasOs rumores sobre Reza Beiranvand chegam às bancadas
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Gostaresh Foulad, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Gostaresh Foulad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Mehdi Gholizadeh pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.