José Figueiredo

Centroavante - Sapovnela
3 Set 2028
Domingo
Processo

Marcado para José Figueiredo

99 Edição

O Correio de Sapovnela

19/06/2028
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

16 jogos sem vencer para o Sapovnela

A série chega a 16 e as perguntas em torno do Sapovnela já não são delicadas.

Notas dos jogadores

José Figueiredo, 21 anos, rouba o espetáculo — 8.25

Nota 8.25 aos 21 anos, numa equipa que não faz concessões à idade. Não precisou de nenhuma, e parecia o homem menos nervoso em campo.

Notas dos jogadores

Bruno Cantanhede, 35 anos, faz recuar o relógio — 8.33

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.33 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.

Notas dos jogadores

Zsolt Doktor estava imparável

Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Plantel

Um desentendimento no Sapovnela

Ramon Rees-Siso e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Alvos de mercado

Não há negócio por Matej Šimić a esse preço

O Sapovnela ofereceu $84.0K; o Torpedo Kutaisi disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.

Alvos de mercado

O Merani avisa o Sapovnela: Giorgi Arveladze não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Jogo

O Sapovnela salva um ponto aos 92 minutos

A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 92. O Shukura tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.

Jogo

A meio da época: o Sapovnela está no 15.º lugar

4 pontos à viragem. A primeira volta de uma época é uma promessa; a segunda é uma fatura, e a cidade está prestes a descobrir qual das duas foi esta.

Em resumo

Edições anteriores
96 Edição

O Correio de Sapovnela

29/05/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

13 jogos sem vencer para o Sapovnela

A série chega a 13 e as perguntas em torno do Sapovnela já não são delicadas.

Notas dos jogadores

José Figueiredo, 21 anos, rouba o espetáculo — 9.40

Nota 9.40 aos 21 anos, numa equipa que não faz concessões à idade. Não precisou de nenhuma, e parecia o homem menos nervoso em campo.

Plantel

Um dia que José Figueiredo não vai esquecer

3 golos num só jogo. O primeiro foi bem apontado, o segundo com fome, e ao terceiro a bancada já só esperava que a bola lhe chegasse.

Mercado

Sandro Bakhia pede para sair do Sapovnela

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Notas dos jogadores

Bruno Cantanhede dos velhos tempos — 7.92

Aos 35 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 7.92, e ninguém melhor em campo.

Jogo

Sapovnela fica aquém diante do Zugdidi

O Zugdidi levou os pontos após um 3‑4 que será difícil de explicar nas bancadas.

Plantel

Dudu em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sapovnela coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

Ninguém conseguiu parar de marcar

7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Sapovnela e do Zugdidi por igual; os restantes divertiram-se imenso.

Jogo

O Sapovnela faz água atrás

4 jogos, dois ou mais sofridos em todos eles. Equipas que criam tanto podem viver com isso durante algum tempo. Ninguém vive com isso para sempre.

Em resumo

  • As bancadas Um dos seus: José Figueiredo
  • O banco O veredicto do treinador
  • O banco O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Dudu
95 Edição

O Correio de Sapovnela

22/05/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Não se vê o fim da espera do Sapovnela por uma vitória

Já são 12 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Sapovnela tem de arrancar um resultado de algum lado.

Jogo

Uma sova para o Sapovnela

Derrota por 0‑3 com o Merani, e derrota em tudo o que conta. O inquérito começa no relvado de treino segunda-feira de manhã.

Plantel

Zsolt Doktor em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sapovnela coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Direção

Conversa séria no Sapovnela

O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Giorgi Kharebashvili

Dribles concretizados: 16. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑3, ditas por Aleksandre Kiteishvili a uma sala que já as tinha ouvido.

O banco

Bruno Cantanhede ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Dudu tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Sapovnela dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Sapovnela

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Endika estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Em resumo

93 Edição

O Correio de Sapovnela

08/05/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

A espera do Sapovnela continua

Já são 10 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

Jogo

Sapovnela desfeito em campo

1‑5 para o Dinamo Tbilisi, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.

Jogo

Sapovnela cai para o lugar 16

2 pontos e um calendário a esgotar-se. As contas ainda não são cruéis, mas já não são simpáticas.

Plantel

Giovanni Cultraro sozinho contra todos

6 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.

Mercado

Prophedi Boti põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sapovnela, e não vai ser retirado.

Plantel

Emerson Catarina quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Sapovnela sabem-no.

Jogo

6 golos com o Sapovnela e o Dinamo Tbilisi de cara aberta

Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Sapovnela e o Dinamo Tbilisi, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.

Plantel

Troca de palavras no Sapovnela

José Figueiredo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Mário Lúcio já não é o jogador que era

Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 38 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.

Em resumo

92 Edição

O Correio de Sapovnela

01/05/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

9 jogos sem vencer para o Sapovnela

A série chega a 9 e as perguntas em torno do Sapovnela já não são delicadas.

Plantel

Os ânimos aquecem no Sapovnela

José Figueiredo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Sapovnela fica aquém diante do Tskhinvali

O Tskhinvali levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.

O banco

Não há esconderijo para Revaz Daraselia

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Revaz Daraselia, e o treinador deixou.

Notas dos jogadores

Giorgi Kharebashvili encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 16. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

O banco

Aleksandre Kiteishvili: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑1, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

Plantel

Um passo atrás para Gergő Bárány no Sapovnela

Alguém lhe passou à frente. Não é ficar de fora, e é pior do que isso, porque ficar de fora é sobre um sábado e isto é sobre o lugar que ocupa.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Sapovnela

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Endika estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Antevisão

Giorgi Kharebashvili defronta o antigo clube

Segue-se o Dinamo Tbilisi, e há um homem no balneário do Sapovnela que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.

Em resumo

91 Edição

O Correio de Sapovnela

24/04/2028
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

Não se vê o fim da espera do Sapovnela por uma vitória

Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Sapovnela tem de arrancar um resultado de algum lado.

Notas dos jogadores

Bruno Cantanhede, 35 anos, faz recuar o relógio — 7.94

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.94 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.

Plantel

José Figueiredo em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sapovnela coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Palavras no treino do Sapovnela sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Endika está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Jogo

Sapovnela e Lokomotivi levam um ponto cada

Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.

Mercado

Não há lugar para Tornike Qazaishvili no plano

“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Tornike Qazaishvili tem a sua resposta do Sapovnela; o que fizer com ela é a história da próxima janela.

O banco

Dudu é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dudu está nela.

O banco

A vista do banco

“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Aleksandre Kiteishvili escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.

Antevisão

Tornike Qazaishvili defronta o antigo clube

Segue-se o Tskhinvali, e há um homem no balneário do Sapovnela que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.

Em resumo

90 Edição

O Correio de Sapovnela

17/04/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

A espera do Sapovnela continua

Já são 7 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

Jogo

O Sapovnela não encontra a baliza

5 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.

Plantel

Um desentendimento no Sapovnela

José Figueiredo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Mário Lúcio afastado no Sapovnela

Isto não é rotação. Mário Lúcio está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Sapovnela finge o contrário.

O banco

Não há esconderijo para Dudu

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dudu, e o treinador deixou.

Jogo

Tarde má para o Sapovnela diante do Sioni

0‑1 para o Sioni, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Notas dos jogadores

Giorgi Kharebashvili encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 18. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Plantel

Endika desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Prophedi Boti quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Sapovnela sabem-no.

Em resumo

  • O banco O veredicto do treinador
  • O banco O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Berat Eskin
  • Notas dos jogadores Berat Eskin dá-a de graça
89 Edição

A Crónica de Zugdidi

10/04/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Zugdidi despede-se da taça

O Dila segue em frente e o Zugdidi vai para casa, com um 1‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.

Jogo

A espera do Zugdidi continua

Já são 7 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

As bancadas

O Zugdidi é desmontado pelo Dila — e a cidade quer respostas

Acabou 1-4. Uma eliminação na taça é uma desilusão; isto foi um desmantelamento público, e a diferença mede-se em quantas pessoas ainda falarão nisso em agosto.

Plantel

Palavras no treino do Zugdidi sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dato Daraselia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Os ânimos aquecem no Zugdidi

Nika Tsitaishvili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Direção

Conversa séria no Zugdidi

O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.

Emprestados

José Figueiredo quer voltar para casa

«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Zugdidi e lutar pelo meu lugar.» 4 jogos em 13 no Sapovnela dizem o resto.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Tornike Kakabadze a uma sala que já as tinha ouvido.

Plantel

No Zugdidi ainda são estranhos uns para os outros

5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

Em resumo

86 Edição

O Correio de Sapovnela

20/03/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

José Figueiredo diz que o Sapovnela não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

O banco

Mário Lúcio afastado no Sapovnela

Isto não é rotação. Mário Lúcio está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Sapovnela finge o contrário.

Plantel

Endika desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Um desentendimento no Sapovnela

Zsolt Doktor e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Giorgos Jokić Skafi quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Sapovnela sabem-no.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Sapovnela

9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Zsolt Doktor

Dribles concretizados: 15. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

O banco

Dudu tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Sapovnela dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

O treinador faz de Giorgos Jokić Skafi um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

85 Edição

A Crónica de Zugdidi

13/03/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Zugdidi

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Deniz Muldur estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Um desentendimento no Zugdidi

Davit Maisashvili e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

Zugdidi fica aquém diante do Dinamo Tbilisi

O Dinamo Tbilisi levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.

O banco

Dato Daraselia ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Archil Lobjanidze assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Archil Lobjanidze compromete-se com o Zugdidi por mais 1 anos.

Emprestados

José Figueiredo quer voltar para casa

«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Zugdidi e lutar pelo meu lugar.» 2 jogos em 9 no Sapovnela dizem o resto.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Tornike Kakabadze a uma sala que já as tinha ouvido.

Plantel

No Zugdidi ainda são estranhos uns para os outros

5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

O banco

Davit Maisashvili não encaixa neste

Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.

Em resumo

81 Edição

A Crónica de Zugdidi

14/02/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Um desentendimento no Zugdidi

Dimas e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Alvos de mercado

O Zugdidi leva uma nega por Christopher Lungoyi

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dinamo Tbilisi fica com o seu homem, e o Zugdidi volta a uma lista com um nome riscado.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Zugdidi

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Deniz Muldur estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Zugdidi

7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

Emprestados

José Figueiredo já viu o suficiente de Sapovnela

«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Zugdidi, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.

O banco

Não há esconderijo para Temur Lomadze

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Temur Lomadze, e o treinador deixou.

O banco

Frank Chileshe bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Frank Chileshe treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Mercado

A conversa sobre Jaba Okriashvili não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Zugdidi sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

O banco

Abre-se uma porta a Deniz Muldur

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

Em resumo