A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Arshia Moradi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Persepolis as despedidas começaram em silêncio.
Plantel25/03/2030
Ashkan Cheshmi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Shahriar Ghoddos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 4 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Danial Eiri treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Persepolis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel11/03/2030
Palavras no treino do Persepolis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ashkan Cheshmi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohammad Hossein Sadeghi, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Johan Herrera treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ali Alipour está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Oston O'runov assinar alguma coisa — um contrato no Persepolis ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Abolfazl Hosseinifar apontou a data.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Persepolis não tem uma boa resposta.
“Quero ficar no futebol quando parar, e não vou esperar até parar para me preparar.” Aos 35 anos os cursos já começaram, e todos os treinadores da divisão se lembram de ter feito o mesmo.
Em resumo
DireçãoA formação do Persepolis continua a produzir
Vitória por 1‑0 sobre o Sepahan, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mohammad Khodabandelou e o Persepolis acertam mais 4 anos.
Johan Herrera e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Jogo27/02/2030
O Persepolis torna a sua casa um sítio difícil de visitar
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Plantel04/03/2030
Ashkan Cheshmi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma média de 7.25 na época, com 10 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Persepolis ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel18/02/2030
Ashkan Cheshmi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dániel Gera esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Johan Herrera, e o treinador deixou.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Uma média de 7.23 na época, com 9 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mohammad Mehdi Mohebi produziu-o, e o 8.40 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Persepolis já se começa a dizer o nome dele no passado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.60 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
17 golos e uma média de 7.47 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Jogo09/02/2030
Ninguém quer jogar contra o Persepolis neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Plantel11/02/2030
Palavras no treino do Persepolis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ashkan Cheshmi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dániel Gera e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Persepolis perguntou e o Padideh disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Abolfazl Zamani foi-se, as contas têm $2.5M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
15 golos e uma média de 7.45 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
O Tractor pagou $2.5M e o Persepolis aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Johan Herrera quer futebol continental; se o Persepolis o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Johan Herrera esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O telefone voltou a tocar por causa de Alireza Enayatzadeh, e desta vez do outro lado está o Tractor. No Persepolis ouvem com educação e não prometem nada.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Plantel28/01/2030
Palavras no treino do Persepolis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ashkan Cheshmi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Esteghlal fica com o seu homem, e o Persepolis volta a uma lista com um nome riscado.
Verba acordada, salário acordado, e o Saba à espera com uma camisola. No Persepolis ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Posição 3, 56 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Persepolis, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Persepolis ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ashkan Cheshmi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Verba acordada, salário acordado, e o Saipa à espera com uma camisola. No Persepolis ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Alireza Homaeifard não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Persepolis aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
13 golos e uma média de 7.56 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Jogo05/01/2030
Ninguém quer jogar contra o Persepolis neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ali Nekounam e o Persepolis acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
13 golos e uma média de 7.38 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Plantel31/12/2029
Ashkan Cheshmi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dániel Gera esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Notas dos jogadores31/12/2029
Oston O'runov jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.13. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Persepolis disse a Ali Nekounam que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Ahmad Pouraliganji podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Persepolis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A primeira derrota em 7 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Sepahan; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ashkan Cheshmi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Segue-se o Malavan, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
O banco10/12/2029
Oston O'runov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Persepolis dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mehdi Zare, e o treinador deixou.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Persepolis e do Gostaresh Foulad por igual; os restantes divertiram-se imenso.
10 golos e uma média de 7.44 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Plantel26/11/2029
Palavras no treino do Persepolis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ashkan Cheshmi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Posição 3, 36 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
6 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Jogo17/11/2029
Ninguém quer jogar contra o Persepolis neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Persepolis lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Oston O'runov. 3‑2 sobre o Siah Jamegan, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ashkan Cheshmi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma média de 7.29 na época, com 10 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.39, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Plantel05/11/2029
Ashkan Cheshmi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dániel Gera esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mohammad Mehdi Mohebi. 2‑0 sobre o Rah Ahan, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
9 golos e uma média de 7.22 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Joaquín Blázquez está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Jogo27/10/2029
Mais uma trazida de fora
4 seguidas na estrada para o Persepolis. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Plantel29/10/2029
Ashkan Cheshmi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Shahriar Ghoddos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
15 dias de fora para Ashkan Cheshmi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Persepolis vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Persepolis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/10/2029
Joaquín Blázquez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 24 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Johan Herrera esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Persepolis e o Naft Tehran, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Notas dos jogadores08/10/2029
Oston O'runov jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.67. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 33 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Um 3‑2 sobre o Esteghlal Khuzestan, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Joaquín Blázquez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 41 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Nota 9.74 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
Plantel24/09/2029
Palavras no treino do Persepolis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Joaquín Blázquez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dániel Gera e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Danial Eiri, e o treinador deixou.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Em resumo
O bancoOston O'runov tornou-se um homem de confiança do treinador
49 dias de fora para Ashkan Cheshmi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Persepolis vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A primeira derrota em 19 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Zob Ahan; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Persepolis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Ahmad Pouraliganji depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Ninguém no Persepolis dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A série sem derrotas chega aos 19 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Plantel10/09/2029
58 dias de fora para Ashkan Cheshmi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Persepolis vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Mohammad Askari agarrou este contra o Esteghlal Ahvaz. 5‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Persepolis.
O Saba vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Persepolis foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Já são 17 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel03/09/2029
65 dias de fora para Ashkan Cheshmi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Persepolis vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Persepolis, e não vai ser retirado.
Direção03/09/2029
O Persepolis fecha o mercado com um plantel feito por si
11 entradas e 12 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
O negócio que levaria Arshia Moradi para o Malavan caiu na fase final e ele reapresenta-se no Persepolis com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Persepolis falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A série sem derrotas chega aos 16 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Dribles concretizados: 34. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O Malavan pagou $1.2M e o Persepolis aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Johan Herrera e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Zob Ahan pagou $890.0K e o Persepolis aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ali Alipour, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Persepolis falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Malavan à espera com uma camisola. No Persepolis ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Persepolis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Sepahan pagou $950.0K e o Persepolis aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Plantel20/08/2029
Palavras no treino do Persepolis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Joaquín Blázquez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Persepolis perguntou e o Esteghlal disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
89 dias de fora para Ashkan Cheshmi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Persepolis vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Gostaresh Foulad vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Persepolis foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Persepolis já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Plantel13/08/2029
Joaquín Blázquez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O nome de Mohammad Reza Mirshafieian apareceu em conversas de que o Persepolis não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 96 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.45 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
A formação existe exatamente para esta manhã. Vahid Azmoun passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Saman Taremi está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
104 dias de fora para Ashkan Cheshmi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Persepolis vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Joaquín Blázquez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dániel Gera e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Persepolis, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
21 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Persepolis perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 112 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Persepolis lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco23/07/2029
Ali Alipour tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Persepolis dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Persepolis, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
MercadoA história de Oston O'runov recusa-se a morrer
29 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Persepolis perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Persepolis falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Persepolis perguntou e o Padideh disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Persepolis lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Johan Herrera esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mohammad Mehdi Mohebi está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ali Alipour assinar alguma coisa — um contrato no Persepolis ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel09/07/2029
127 dias de fora para Ashkan Cheshmi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Persepolis vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
77 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Hossein Kanaani e o Persepolis acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Mohammad Mahdi Lotfi tem a sua resposta do Persepolis; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Oston O'runov está nela.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 45 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel02/07/2029
135 dias de fora para Ashkan Cheshmi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Persepolis vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O aperto de mão com o Zob Ahan está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
A proposta do Saipa por Alireza Homaeifard foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Hossein Kanaani e o Persepolis acertam mais 2 anos.
Johan Herrera e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
As bancadasA cidade pediu, e o Persepolis pagou $12.7M
54 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Persepolis perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 142 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O Persepolis e o Deportivo Lara acertaram em $12.7M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Persepolis podem fingir não ter ouvido.
O negócio mais incómodo que um clube faz é contratar a resposta de amanhã enquanto a de hoje ainda está no edifício. Joaquín Blázquez vem do Talleres exatamente para isso, e da passagem de testemunho ninguém falará em público.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
As bancadas25/06/2029
O Persepolis gasta $4.2M na contratação que a cidade queria
É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $4.2M por Joaquín Blázquez, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.
Shahriar Ghoddos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 62 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A proposta seguiu esta semana para o Talleres, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Gostaresh Foulad fica com o seu homem, e o Persepolis volta a uma lista com um nome riscado.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Persepolis pagou $1.1M por Ali Khodadadi, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
O Sepahan queria mais do que $49.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ashkan Cheshmi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dániel Gera esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Persepolis vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 69 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
$10.1M era o máximo que o clube pagaria, e o Rah Ahan pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Mohammad Hossein Sadeghi volta a ser jogador do Persepolis, e a cidade tem a sua história do verão.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Persepolis pagou $1.2M por Abolfazl Hosseinifar, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Soheil Sahraei e o Persepolis acertam mais 4 anos.
Mohammad Hossein Sadeghi era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $4.4M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
Plantel11/06/2029
Palavras no treino do Persepolis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ashkan Cheshmi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Tractor fica com o seu homem, e o Persepolis volta a uma lista com um nome riscado.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 83 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel28/05/2029
Ashkan Cheshmi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Marko Bakić treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Abdullah Al-Hamddan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel19/03/2029
Palavras no treino do Persepolis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Unai Hernández está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém no Persepolis dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Persepolis, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Mohammad Khodabandelou marcou, foi avaliado com 7.95 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Plantel15/01/2029
Ashkan Cheshmi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Persepolis perguntou e o Sepahan disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Mais um nome na lista: o Zob Ahan fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Alireza Homaeifard. A resposta do Persepolis não mudou — para já.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm daqueles dias de Oston O'runov
Notas dos jogadoresMohammad Mehdi Mohebi jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Já são 13 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Jogo21/10/2028
O Persepolis torna a sua casa um sítio difícil de visitar
12 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Dribles concretizados: 22. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel23/10/2028
Palavras no treino do Persepolis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Unai Hernández está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Persepolis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Persepolis disse a Unai Hernández que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
36 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Persepolis perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Dribles concretizados: 34. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Doxa ninguém diz, e no Persepolis ninguém gosta de estar a adivinhar.
Palavras no treino do Persepolis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ashkan Cheshmi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Abdullah Al-Hamddan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Nassr fica com o seu homem, e o Persepolis volta a uma lista com um nome riscado.
45 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Persepolis perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Foolad vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Persepolis foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Verba acordada, salário acordado, e o Esteghlal Khuzestan à espera com uma camisola. No Persepolis ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Persepolis tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Al Wahda, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
Jogo19/08/2028
Ninguém quer jogar contra o Persepolis neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel21/08/2028
Ali Nekounam melhorou aos 28, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
73 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Persepolis perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Persepolis, e não vai ser retirado.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Doxa ninguém diz, e no Persepolis ninguém gosta de estar a adivinhar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Aos 29 anos a evolução devia estar terminada, e não está: 3 pontos melhor do que há um ano. Acontece aos que levam a sério as partes aborrecidas.
Plantel31/07/2028
Palavras no treino do Persepolis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ashkan Cheshmi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Persepolis perguntou e o Al-Nassr disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Ali Alipour lesiona os ligamentos do joelho — 89 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 89 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Plantel17/07/2028
Palavras no treino do Persepolis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ashkan Cheshmi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Cádiz fica com o seu homem, e o Persepolis volta a uma lista com um nome riscado.
O Persepolis já telefonou ao Rapid Wien. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Uma sondagem ao Krasnodar para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Ninguém no Persepolis dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
96 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Persepolis perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 20 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A perseguição a Shahriar Ghoddos terminou com $560.0K a mudar de mãos e o Sepahan sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o CSKA Moscow fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Plantel10/07/2028
Ashkan Cheshmi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Persepolis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Persepolis já telefonou ao Mallorca. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Ali Alipour lesiona os ligamentos do joelho — 112 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 112 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
$12.7M era o máximo que o clube pagaria, e o Padideh pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Persepolis podem fingir não ter ouvido.
O Persepolis perguntou e o Rah Ahan disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Persepolis fez a parte difícil com o Al-Nassr, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Krasnodar fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ashkan Cheshmi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ali Alipour está nela.
Ali Alipour lesiona os ligamentos do joelho — 119 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 119 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A proposta seguiu esta semana para o Padideh, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Persepolis perguntou e o Gostaresh Foulad disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sardar Torabi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Persepolis as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ashkan Cheshmi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A qualificação está garantida, e para a época que vem as grandes noites de holofotes são continentais. Para os jogadores é um palco; para as contas, uma tábua de salvação; para os adeptos, passaportes.
O Esteghlal aceitou o dinheiro. O que o Persepolis ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Persepolis beneficiou disso.
O Tractor queria mais do que $72.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ashkan Cheshmi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dániel Gera esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.