Dribles concretizados: 33. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Obod falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Abdulla Abdullaev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bobur Tukhtasinov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Doniyor Suyunov sai dessa comparação dentro da equipa, e o Obod beneficiou de cada uma dessas tardes.
Segue-se o Nasaf, e há um homem no balneário do Obod que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Obod falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Abdulla Abdullaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nota 8.17 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
Plantel27/03/2028
Abdulla Ganiev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Obod sabem-no.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 39 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mirzo Ganiev, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelAbdulla Ganiev desentende-se com um colega por causa das exigências
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 46 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Obod podem fingir não ter ouvido.
Notas dos jogadores13/03/2028
Uma estreia que Nodir Ismailov vai querer esquecer — 5.49
Toda a estreia é uma de duas histórias e esta foi a outra. 5.49, e o único consolo disponível é que nenhuma carreira foi alguma vez decidida por noventa minutos com uma camisola acabada de entregar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Islom Mirzaev e o Obod acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 53 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Muhsinjon Ubaydullayev e o Obod acertam mais 2 anos.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Já vão 5 jogos com pelo menos dois sofridos. A defesa foi reorganizada, o guarda-redes foi apoiado publicamente, e os golos continuam a entrar.
Jogo04/03/2028
Ninguém conseguiu parar de marcar
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Obod e do Navbahor por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Abdulla Abdullaev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Em resumo
Direção5 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Obod
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
14 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Obod perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Obod, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Obod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Islom Mirzaev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Obod, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Plantel14/02/2028
Nodir Komilov lesiona os ligamentos do joelho — 21 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 21 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Abdulla Abdullaev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O relógio fez o que o Shortan não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Islom Mirzaev está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 18 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Obod vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Disseram uma coisa a Ulugbek Ganiev e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Em resumo
MercadoA história de Islom Mirzaev recusa-se a morrer
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
28 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Obod perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Obod já se começa a dizer o nome dele no passado.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Qizilqum ninguém diz, e no Obod ninguém gosta de estar a adivinhar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abdulla Ganiev está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
45 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Obod perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Obod, e não vai ser retirado.
Abdulla Abdullaev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Odil Suyunov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Abdulla Ganiev treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
73 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Obod perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Obod, e não vai ser retirado.
Farhod Urunov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel13/12/2027
Uma lesão muscular afasta Farhod Urunov durante 14 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Obod vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Plantel13/12/2027
Abdulla Ganiev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Bobur Tukhtasinov lesiona os ligamentos do joelho — 102 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 102 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Obod podem fingir não ter ouvido.
Plantel15/11/2027
32 dias de fora para Timur Akhmedov depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Obod vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Abdulla Abdullaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Odil Suyunov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Abdulla Ganiev treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
130 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Obod perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Obod podem fingir não ter ouvido.
Plantel18/10/2027
61 dias de fora para Timur Akhmedov depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Obod vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Bobur Tukhtasinov lesiona os ligamentos do joelho — 137 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 137 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Posição 16 e 13 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Obod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Odil Suyunov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdulla Ganiev, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Obod, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Aziz Tukhtasinov pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Jaloliddin Shomurodov deixa o Obod pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
16.º lugar com 13 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Obod falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Obod, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Obod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 63 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Obod fez a parte difícil com o Pakhtakor, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Abdulla Abdullaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Obod falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Obod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Obod e do Mashal por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 118 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
9 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Obod e do Navbahor por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Abdulla Abdullaev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ulugbek Komilov, e o treinador deixou.
Abdulla Abdullaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ulugbek Komilov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Aziz Ganiev depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yoqubjon Qodirov, e o treinador deixou.
O Pakhtakor segue em frente e o Obod vai para casa, com um 0‑6 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Islom Mirzaev tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 4 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Metallurg deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Obod, e não vai ser retirado.
Dois golos e um 9.17 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
As bancadas05/04/2027
Uma goleada na taça no Pakhtakor deixa o Obod a explicar-se
0-6, e muito antes do fim a bancada visitante tinha passado do incentivo para algo bastante mais afiado. Ninguém liga para um programa de rádio por perder por pouco.
Farhod Urunov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Farhod Urunov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Farhod Urunov, e o treinador deixou.
Plantel22/02/2027
Islom Mirzaev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Direção01/02/2027
O Obod fecha o mercado com um plantel feito por si
1 entradas e 0 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Ulugbek Komilov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Obod perguntou e o Bunyodkor disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
16 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.
Plantel01/02/2027
Islom Mirzaev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Obod fez a parte difícil com o Neftchi, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Farhod Urunov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Navbahor fica com o seu homem, e o Obod volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Islom Mirzaev está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma sondagem ao Lokomotiv para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O Obod já telefonou ao Pakhtakor. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Xo'jamurod Tursunov e o Obod acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
47 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Obod perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Farhod Urunov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel05/10/2026
Islom Mirzaev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Bobur Tukhtasinov e o Obod acertam mais 1 anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Farhod Urunov, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Odil Suyunov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Obod perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Obod falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Obod, e não vai ser retirado.
As bancadas31/08/2026
Os adeptos revoltam-se com a venda de Timur Ismailov por $45.0K
Vai para o Sogdiana, o clube tem $45.0K que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.