18 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Lokomotiv Gomel perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Gomel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Molodechno fica com o seu homem, e o Lokomotiv Gomel volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Danil Maltsev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiv Gomel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lokomotiv Gomel podem fingir não ter ouvido.
Vitaliy Likhtin e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Danil Maltsev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vitaliy Malevich será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Gomel as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Gomel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Danil Maltsev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.
Avaliado com 7.93. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
O banco22/05/2028
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Valery Nekhaichik, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
18 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Lokomotiv Gomel perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Vitaliy Likhtin e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
Notas dos jogadores08/05/2028
Maxim Nazarov jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.22. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Timofey Lukyanov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
116 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Lokomotiv Gomel perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiv Gomel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Gomel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Lokomotiv Gomel perguntou e o Vitebsk disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Danil Maltsev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 18 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Gomel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Danil Maltsev está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Anton Laptev assinar alguma coisa — um contrato no Lokomotiv Gomel ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Lokomotiv Gomel admitiria. Nota-se aos sábados.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Gomel, e não vai ser retirado.
Plantel08/11/2027
Uma transferência que Roman Seredyuk teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Roman Seredyuk está a viver essa versão no Lokomotiv Gomel, e costuma notar-se no primeiro mês.
Vitaliy Likhtin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Egor Hleb e o Lokomotiv Gomel acertam mais 2 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Danil Maltsev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lokomotiv Gomel podem fingir não ter ouvido.
Nikita Kukhtik esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Metade do calendário jogado, 5.º lugar, 19 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kirill Sivakov, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mark Kaptinar está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 46. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiv Gomel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Gomel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Danil Maltsev está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Evgeny Mamonov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Gomel as despedidas começaram em silêncio.
Nikita Kukhtik e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Danil Maltsev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Gomel, e não vai ser retirado.
Acabou 0-3. Uma eliminação na taça é uma desilusão; isto foi um desmantelamento público, e a diferença mede-se em quantas pessoas ainda falarão nisso em agosto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Gomel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Egor Hleb e o Lokomotiv Gomel acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mark Kaptinar lesiona os ligamentos do joelho — 14 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 14 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Dribles concretizados: 34. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Maksim Savitski será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Gomel as despedidas começaram em silêncio.
Nikita Kukhtik e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Valery Nekhaichik depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Evgeny Mamonov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Emprestados09/11/2026
um jogador do plantel já viu o suficiente de Ostrovets
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Lokomotiv Gomel, e 1 jogos em 13 dizem que merece ser ouvido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Hleb Balanovich treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nikita Kukhtik esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Emprestados12/10/2026
um jogador do plantel já viu o suficiente de Ostrovets
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Lokomotiv Gomel, e 1 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Danil Maltsev está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Nikita Kukhtik apontou a data.
Um treinador perdoa um mau sábado muito mais depressa do que uma má terça, porque um explica-se e o outro escolheu-o. Os relatos desta semana não foram bons.