Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Siah Jamegan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
1‑5 para o Rah Ahan, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Siah Jamegan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Siah Jamegan e do Rah Ahan por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Em resumo
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de Siah Jamegan
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Siah Jamegan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Mohammad Hossein Momeni não precisou: 7.90, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
15 golos e uma média de 7.34 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Siah Jamegan sabem-no.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Siah Jamegan e do Esteghlal Ahvaz por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Aos 18 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Siah Jamegan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O mais difícil de ter 17 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Saman Ebrahimi não precisou: 7.67, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Aref Gholami marcou, foi avaliado com 7.85 e voltou antes de alguém dar pela falta.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Vito Sanna e o Siah Jamegan acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Siah Jamegan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 17 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Aref Gholami. 2‑0 sobre o Padideh, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Siah Jamegan a ouviu como outra coisa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Siah Jamegan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Siah Jamegan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelVito Sanna desentende-se com um colega por causa das exigências
28 golos e uma média de 7.65 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Jogo13/02/2027
Karim Karimi ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 92. Karim Karimi encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Esteghlal Ahvaz passou do ponto ao nada num só movimento.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Karim Karimi produziu-o, e o 9.28 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Jogo13/02/2027
Mais uma trazida de fora
7 seguidas na estrada para o Siah Jamegan. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Siah Jamegan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/02/2027
Palavras no treino do Siah Jamegan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Amin Al-Bukhari está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Ehsan Yazdani tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Raras vezes este jogo viu exibição assim: 3‑0 frente ao Gostaresh Foulad, e podiam ter sido mais.
Notas dos jogadores30/11/2026
Saman Ebrahimi, 17 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.86
Um 7.86 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 17. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Karim Karimi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
2 golos em vinte minutos com Gonzalo Rivas no meio de tudo, e o Gostaresh Foulad sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
Notas dos jogadores30/11/2026
Gonzalo Rivas jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.32. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Notas dos jogadores30/11/2026
Omid Gholizadeh jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.23. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.83 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Notas dos jogadores14/09/2026
Saman Ebrahimi, 16 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.96
Um 7.96 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 16. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Siah Jamegan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma exibição de 10.00 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
Mercado14/09/2026
Tão perto: a transferência de Ali Khodadad morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Esteghlal Ahvaz seguiu em frente, Ali Khodadad apresenta-se de volta no Siah Jamegan, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.