Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O AS Etat Major fica com o seu homem, e o AS Algoy volta a uma lista com um nome riscado.
O relógio fez o que o AS Etat Major não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mahamat Ndoram e o AS Algoy acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o AS Algoy terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Hassan Ndoram anda nisto há tempo suficiente para saber como se sente uma primavera que corre mal, e está a senti-lo. Um vestiário com medo joga como um vestiário com medo.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Saleh Abba deixa o AS Algoy pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Ezechiel Hissein deixa o AS Algoy pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
O AS Algoy passou o mercado a tentar colocar Idriss Hissein e não apareceu ninguém. Treina com um plantel que já lhe disse que não conta com ele, e ambas as partes esperam agora pela próxima janela.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Narcisse Abba
A raiva no AS Algoy transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Direção21/08/2028
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em AS Algoy
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Posição 12 e 8 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Verba acordada, salário acordado, e o AS DGSSIE à espera com uma camisola. No AS Algoy ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Stars Jeunes Talents por Saleh Abba foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O AS Algoy perguntou e o AS DGSSIE disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Uma sondagem ao Elect Sport para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Toda a gente deixou de fingir: o Elect Sport vai fazer a chamada por Ezechiel Hissein esta semana. O AS Algoy tem um número em mente, e o número não é tímido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do AS Algoy já se começa a dizer o nome dele no passado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O AS PSI fica com o seu homem, e o AS Algoy volta a uma lista com um nome riscado.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Abdoulaye Djimet está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Issa Hissein é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Hassan Ndoram está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
O AS Algoy já telefonou ao CotonTchad. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Uma sondagem ao Renaissance para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Issa Mbainaissem, e o treinador deixou.
Verba acordada, salário acordado, e o AS Etat Major à espera com uma camisola. No AS Algoy ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O AS Etat Major aceitou o dinheiro. O que o AS Algoy ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Abdoulaye Djimet será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Algoy as despedidas começaram em silêncio.
O AS Algoy perguntou e o Elect Sport disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O telefone voltou a tocar por causa de Ezechiel Hissein, e desta vez do outro lado está o Elect Sport. No AS Algoy ouvem com educação e não prometem nada.
O AS Algoy já telefonou ao AS DGSSIE. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Brahim Moustapha e o AS Algoy acertam mais 3 anos.
Os adeptos organizam-se contra a direção do AS Algoy
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do AS Algoy está a esgotar-se.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Algoy ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Verba acordada, salário acordado, e o AS DGSSIE à espera com uma camisola. No AS Algoy ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O AS Algoy fez a parte difícil com o Foullah Edifice, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
A proposta do US Moursal por Narcisse Hissein foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Algoy ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O AS Algoy perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
A proposta seguiu esta semana para o Gazelle, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O AS Algoy perguntou e o CotonTchad disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Uma sondagem ao Aiglons para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Oumar Tokindang será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Algoy as despedidas começaram em silêncio.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Adam Doungous treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o AS Algoy pode pedir e sobe o salário que Adam Doungous pode exigir.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Saleh Moustapha assinar alguma coisa — um contrato no AS Algoy ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Plantel22/05/2028
Os relatórios de treino sobre Adam Doungous não são bons
Um sábado mau perdoa-se; uma terça-feira má é uma escolha. O nível baixou, e numa casa onde toda a gente observa toda a gente, deu-se por isso.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em AS Algoy toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Adam Doungous será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Algoy as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Adam Doungous estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel08/05/2028
Saleh Abba sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Mahamat Doungous: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de AS Algoy foi explícito quanto à situação de Ezechiel Hissein, o que é mais do que muitos recebem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Saleh Abba, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AS Algoy, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Oumar Tokindang será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Algoy as despedidas começaram em silêncio.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o AS Algoy pode pedir e sobe o salário que Adam Doungous pode exigir.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Saleh Moustapha assinar alguma coisa — um contrato no AS Algoy ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Ezechiel Hissein pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Algoy, e não vai ser retirado.
11 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o US Moursal foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Algoy ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em AS Algoy, e 5 jogos em 35 dizem que merece ser ouvido.
Dribles concretizados: 16. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
O banco13/03/2028
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Moussa Abba, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do AS Algoy já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Algoy, e não vai ser retirado.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no AS Algoy sabe dizer em que semana.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel14/02/2028
Adam Doungous desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Brahim Ndoram será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Algoy as despedidas começaram em silêncio.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em AS Algoy, e 2 jogos em 25 dizem que merece ser ouvido.
Mais um nome na lista: o Elect Sport fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Saleh Abba. A resposta do AS Algoy não mudou — para já.
Plantel03/01/2028
Brahim Haroun desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Youssouf Mbainaissem está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
1‑1, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.
O banco13/12/2027
Brahim Goudja tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no AS PSI dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O banco13/12/2027
o treinador sobre o ponto
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” o treinador depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não se vê o fim da espera do AS Algoy por uma vitória
Já são 33 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no AS Algoy tem de arrancar um resultado de algum lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Brahim Ndoram será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Algoy as despedidas começaram em silêncio.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Um ponto arrancado aos 90 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Félix Noubara lesiona os ligamentos do joelho — 21 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 21 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS PSI, e não vai ser retirado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em AS PSI, e 4 jogos em 18 dizem que merece ser ouvido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de AS PSI foi explícito quanto à situação de Moussa Tokindang, o que é mais do que muitos recebem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AS PSI, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não se vê o fim da espera do AS Algoy por uma vitória
Já são 30 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no AS Algoy tem de arrancar um resultado de algum lado.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no AS Algoy sabe dizer em que semana.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em AS Algoy, e 0 jogos em 17 dizem que merece ser ouvido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mahamat Doungous, e o treinador deixou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Algoy ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ahmat Abba e o AS Algoy acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Vejo todos os jogos do AS Algoy daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no AS PSI segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ali Haroun treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Mahamat Doungous. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do AS Algoy que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
35 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS Algoy perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Stars Jeunes Talents à espera com uma camisola. No AS Algoy ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Algoy ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O CotonTchad queria mais do que $7.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Aos 31 anos a evolução devia estar terminada, e não está: 4 pontos melhor do que há um ano. Acontece aos que levam a sério as partes aborrecidas.
Plantel13/09/2027
Palavras no treino do AS Algoy sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Brahim Haroun está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
63 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Algoy perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O AS Algoy perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O CotonTchad queria mais do que $9.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Plantel16/08/2027
Palavras no treino do AS Algoy sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Brahim Haroun está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em AS Algoy, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Yves Allarabaye está em marcha
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS PSI coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O AS PSI perguntou e o US Moursal disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Adam Bechir estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém no AS PSI dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Gabkala Daba assinar alguma coisa — um contrato no AS PSI ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.