A raiva no AC Ajaccio transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Jogo24/11/2029
Não se vê o fim da espera do AC Ajaccio por uma vitória
Já são 12 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no AC Ajaccio tem de arrancar um resultado de algum lado.
Paris Brunner e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o AC Ajaccio e o Chamois Niortais, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Em resumo
Notas dos jogadoresMathis Lainé em notas de excelência
O bancoO veredicto do treinador
PlantelPalavras no treino do AC Ajaccio sobre quem trabalha
Paris Brunner e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel19/11/2029
Palavras no treino do AC Ajaccio sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marcel Sanchez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no AC Ajaccio, mais uma semana sem a assinatura de Marley Wilson.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Nolhan Assafoua apontou a data.
Paris Brunner esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no AC Ajaccio sabem-no.
Um ponto arrancado aos 91 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Metade do calendário jogado, 10.º lugar, 10 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Plantel12/11/2029
Palavras no treino do AC Ajaccio sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marcel Sanchez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel12/11/2029
5 caras novas e o AC Ajaccio ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AC Ajaccio coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Roberto Moreno tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Disseram uma coisa a Koffi Djidji e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Plantel05/11/2029
Palavras no treino do AC Ajaccio sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marcel Sanchez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
MercadoMarcel Sanchez está livre para procurar outro sítio
A raiva no AC Ajaccio transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Jogo27/10/2029
Não se vê o fim da espera do AC Ajaccio por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no AC Ajaccio tem de arrancar um resultado de algum lado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Paris Brunner produziu-o, e o 9.12 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Paris Brunner e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Paris Brunner tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Já são 8 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
Jogo22/10/2029
Para o AC Ajaccio, cada ponto é agora uma discussão
Posição 11 e 7 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do AC Ajaccio e do FC Lorient por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AC Ajaccio coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No AC Ajaccio ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
A raiva no AC Ajaccio transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Plantel01/10/2029
Mathieu Martinez lesiona os ligamentos do joelho — 33 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 33 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.35, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Jogo29/09/2029
Não se vê o fim da espera do AC Ajaccio por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no AC Ajaccio tem de arrancar um resultado de algum lado.
Paris Brunner e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
41 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AC Ajaccio perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Stade Rennais segue em frente e o AC Ajaccio vai para casa, com um 3‑7 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AC Ajaccio, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AC Ajaccio coisas que levam mais de uma semana a retirar.
10 golos num jogo, Paris Brunner na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao AC Ajaccio nem ao Stade Rennais.
Cyril Zabou e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel17/09/2029
Carlos Acuña consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Carlos Acuña acabou de assinar pelo AC Ajaccio e, por uma vez, a resposta importava.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Notas dos jogadores17/09/2029
Mathis Lainé jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.49. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 94. O FC Metz tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Plantel17/09/2029
Palavras no treino do AC Ajaccio sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marcel Sanchez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AC Ajaccio ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no OGC Nice ninguém diz, e no AC Ajaccio ninguém gosta de estar a adivinhar.
O AC Ajaccio perguntou e o FC Nantes disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O AC Ajaccio vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Sochaux pode já não estar a vender.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcel Sanchez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel10/09/2029
Demasiada mudança demasiado depressa no AC Ajaccio
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marley Wilson, e o treinador deixou.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o AC Ajaccio joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AC Ajaccio falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
$3.2M em cima da mesa do Olympique de Marseille. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Mamadou Doucouré e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O AC Ajaccio nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel27/08/2029
Miguel Medina desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
116 dias de fora para Thomas Amang depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O AC Ajaccio vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AC Ajaccio podem fingir não ter ouvido.
O Sochaux queria mais do que $300.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no AC Ajaccio sabem-no.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcel Sanchez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Perguntou-se ao Stade Brestois se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Lautaro Pasteris lesiona os ligamentos do joelho — 22 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 22 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AC Ajaccio, e não vai ser retirado.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel28/05/2029
Palavras no treino do AC Ajaccio sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marcel Sanchez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Lautaro Pasteris lesiona os ligamentos do joelho — 45 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 45 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AC Ajaccio, e não vai ser retirado.
Cyril Zabou esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no AC Ajaccio sabem-no.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcel Sanchez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Wassim Guerchi, e o treinador deixou.
As notícias comerciais não têm cânticos e é com elas que se paga tudo o resto. A direção vai chamar-lhe parceria; a contabilidade vai chamar-lhe a diferença entre este plantel e um mais pequeno.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mohamed Ismail treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AC Ajaccio podem fingir não ter ouvido.
Cyril Zabou e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel26/03/2029
Palavras no treino do AC Ajaccio sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marcel Sanchez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AC Ajaccio, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
A coisa menos glamorosa que um reforço estrangeiro faz e a que decide a maioria deles. Um jogador que percebe o grito que vem atrás dele é outro futebolista diferente daquele que não percebe.
46 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AC Ajaccio perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Mamadou Doucouré e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O AC Ajaccio vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o FC Metz pode já não estar a vender.
O AC Ajaccio perguntou e o Paris Saint-Germain disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Jogo21/02/2028
Para o AC Ajaccio, cada ponto é agora uma discussão
Posição 12 e 8 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AC Ajaccio falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Nacim El Hassani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O AC Ajaccio perguntou e o Stade Rennais disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcel Sanchez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de AC Ajaccio foi explícito quanto à situação de Jean-Dominique Leca, o que é mais do que muitos recebem.