Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chamois Niortais coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Franck Rivollier está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Chamois Niortais, e 0 jogos em 36 dizem que merece ser ouvido.
Em resumo
PlantelFrédéric Renaud tornou-se um homem de confiança do treinador
Os golos continuam a chegar do exílio de Didier Paris
17 golos em 29 jogos no Giugliano — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Chamois Niortais alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Théodore Meunier esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel29/03/2027
Franck Rivollier desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Thomas Poirier esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel22/03/2027
Uma transferência que José Nabil teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. José Nabil está a viver essa versão no Chamois Niortais, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marc André está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Chamois Niortais perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Thomas Poirier esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
25 jogos longe de casa e 16 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.
Plantel22/02/2027
Théodore Meunier desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Chamois Niortais, e 0 jogos em 28 dizem que merece ser ouvido.
41 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Chamois Niortais perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marc André está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O RC Lens vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Mustapha Sissoko pré-acordou a mudança para o Chamois Niortais, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Maxime Spano esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
48 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Chamois Niortais perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chamois Niortais podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chamois Niortais coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma média de 7.04 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Chamois Niortais sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Plantel01/02/2027
Marc André desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
55 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Chamois Niortais perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Gabriel Perrin era uma das razões por que as pessoas vinham, e $280.0K não substitui isso sozinho.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chamois Niortais coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Franck Rivollier, e o treinador deixou.
Plantel25/01/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Théodore Meunier
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“Vejo todos os jogos do Chamois Niortais daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Stade Lavallois segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
78 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Chamois Niortais perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A proposta do Monaco por Théodore Meunier foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Chamois Niortais beneficiou disso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chamois Niortais coisas que levam mais de uma semana a retirar.
23 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Uma média de 7.01 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Chamois Niortais sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Frédéric Lemaire no seu melhor
Frédéric Renaud lesiona os ligamentos do joelho — 93 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 93 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Thibault Blanc não precisou: 8.52, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Théodore Meunier esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.39 na época, com 11 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Plantel21/12/2026
Marc André desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Paul Roussel não precisou: 7.97, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chamois Niortais coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Chamois Niortais e o US Creteil, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Chamois Niortais, e 0 jogos em 18 dizem que merece ser ouvido.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Em resumo
PlantelFrédéric Renaud tornou-se um homem de confiança do treinador
Notas dos jogadoresAs ocasiões vieram e foram-se para Gabriel Perrin
Posição 1, 41 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Thibault Blanc não precisou: 8.82, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
As bancadas23/11/2026
Os assobios descem de três lados
«Pagamos isto de quinze em quinze dias. O mínimo é alguém a quem se note que lhe importa.» 6 dos 26 do plantel principal saíram para aquilo; os outros não jogaram.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chamois Niortais coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Théodore Meunier produziu-o, e o 8.88 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 29 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Thibault Blanc não precisou: 8.17, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Thomas Poirier esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
22 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marc André está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Posição 2, 17 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Notas dos jogadores28/09/2026
Thibault Blanc, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.61
Um 8.61 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chamois Niortais coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/09/2026
Marc André desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
O OGC Nice está fora e o Chamois Niortais segue em frente, com um 1‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Thibault Blanc não precisou: 8.57, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Thomas Poirier esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Thibault Blanc tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.