Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Darwin Machís estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Jan Franc Lucumí e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Tomás Ángel quer futebol continental; se o America de Cali o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O America de Cali disse a David Duque que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nicolás Soto será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no America de Cali as despedidas começaram em silêncio.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no America de Cali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rafael Carrascal estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um 1‑0 sobre o Atletico Nacional, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
10 golos em 23 jogos no Djurgarden — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No America de Cali alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jerónimo López será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no America de Cali as despedidas começaram em silêncio.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel06/09/2027
Darwin Machís desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Yeison Guzmán. 2‑1 sobre o Deportivo Pasto, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Josen Escobar sai dessa comparação dentro da equipa, e o America de Cali beneficiou de cada uma dessas tardes.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O America de Cali perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Darwin Machís e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rafael Carrascal estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jan Franc Lucumí, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Alejandro Rodríguez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
7.85, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Alejandro Rodríguez quer futebol continental; se o America de Cali o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Darwin Machís estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
6 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.
Direção26/07/2027
O prazo passa com 3 contratações e 1 saídas
Está feito o negócio no America de Cali até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Mais um nome na lista: o Aswan fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Jan Franc Lucumí. A resposta do America de Cali não mudou — para já.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do America de Cali sobre quem trabalha
Alvos de mercadoPorta fechada: Diogenes fica onde está
Posição 2, 46 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
O America de Cali pagou $7.7M e o Universitario Popayan aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Universitario Popayan pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
As regras permitem-no e dói na mesma. Sergio Navarro acertou condições com o Aguilas Doradas para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sergio Navarro será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Universitario Popayan as despedidas começaram em silêncio.
O Universitario Popayan foi ao Leones com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Deportivo Cali fica com o seu homem, e o Universitario Popayan volta a uma lista com um nome riscado.
Santiago Gómez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $7.7M porque David Duque é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O America de Cali perdeu-o em tudo menos nos papéis.
1 para Josen Escobar, avaliado com 7.90, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Daniel Valencia quer futebol continental; se o America de Cali o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Dribles concretizados: 22. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel05/07/2027
Darwin Machís desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: David Duque do Universitario Popayan por $7.7M, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
O Valledupar vai querer esquecer isto depressa: 6‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Universitario Popayan foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 46 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
3 golos numa tarde, todos do mesmo homem. Os restantes jogadores também estiveram presentes, confirmou uma testemunha.
Notas dos jogadores21/06/2027
Jesus Vargas, 34 anos, faz recuar o relógio — 8.24
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.24 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
20 golos e uma média de 7.53 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
O aperto de mão com o Atletico Bucaramanga está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario Popayan podem fingir não ter ouvido.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Universitario Popayan fez a parte difícil com o Atletico Nacional, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Wilmar Duque esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Derrota por 2‑4, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel14/06/2027
David Duque desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Posição 2, 43 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. David Duque quer futebol continental; se o Universitario Popayan o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
O negócio com o Atletico Bucaramanga está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Éder Munive esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Duque está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma média de 7.54 na época, com 19 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e David Duque estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Rafael Borja chama-lhe outra coisa em privado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nicolas Cardona, e o treinador deixou.
O banco24/05/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Luis Quintero não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Universitario Popayan também ninguém o escondia.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 90. O Barranquilla vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Wilmar Duque produziu-o, e o 8.38 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario Popayan podem fingir não ter ouvido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Wilmar Duque. 3‑2 sobre o Barranquilla, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Duque está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Santiago Gómez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Universitario Popayan não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Ficar 2 atrás faz algo a uma equipa, e normalmente o que faz é acabar com ela. Aqui não. O Universitario Popayan reconstruiu a tarde golo a golo, e o Real Santander não teve resposta para nada disso.
Um 3‑2 sobre o Real Santander, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel10/05/2027
David Duque desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadores10/05/2027
David Duque jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.74. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jesus Vargas, e o treinador deixou.
Camilo Barrios e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm instante estraga Jesus Vargas
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Uma média de 7.49 na época, com 17 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 11 golos entre o Universitario Popayan e o Llaneros, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Duque está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Santiago Gómez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Duque está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Wilmar Duque. 3‑1 sobre o Leones, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Leones tentou reorganizar-se, o Universitario Popayan não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
Notas dos jogadores26/04/2027
Nicolas Torres jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.32. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
15 golos e uma média de 7.45 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Éder Munive e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Duque está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniel Romero, e o treinador deixou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario Popayan podem fingir não ter ouvido.
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Wilmar Duque e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. David Duque produziu-o, e o 9.82 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.94 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. David Duque quer futebol continental; se o Universitario Popayan o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Universitario Popayan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Universitario Popayan e do Valledupar por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Em resumo
PlantelDavid Duque vive a melhor forma da carreira
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Wilmar Duque produziu-o, e o 8.37 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A forma vai e vem; esta não foi. Oscar Muriel tem 22 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
Plantel29/03/2027
David Duque desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Fortaleza CEIF segurou a vantagem 2 minutos, que não chega para a desfrutar. O Universitario Popayan respondeu antes de o festejo terminar, e com isso mudou a forma da tarde.
Aos 23 anos, há meses que nada mexe. Não para trás, o que ao menos daria uma conversa — simplesmente para lado nenhum, e alguém no clube tem de decidir de quem é a culpa.
O banco29/03/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Luis Quintero, sobre uma vitória por 2‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Edwin Duque, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelO melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Universitario Popayan
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Edwin Herrera
MercadoA história de David Duque recusa-se a morrer
David Duque desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Universitario Popayan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
10 golos e uma média de 7.24 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.58 na ficha, e os adeptos do Universitario Popayan saíram a repetir um nome.
O banco22/03/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Luis Quintero, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Miguel Cuadrado, e o treinador deixou.
Rafael Borja lesiona os ligamentos do joelho — 20 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 20 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Universitario Popayan e do Bogota por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Duque está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Santiago Gómez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
9 golos e uma média de 7.22 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
42 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Universitario Popayan perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. David Duque produziu-o, e o 9.26 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.90 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Universitario Popayan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Luis Quintero sobre uma tarde de 3‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
50 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Universitario Popayan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Universitario Popayan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Wilmar Duque e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel15/02/2027
David Duque desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
58 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Universitario Popayan perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Universitario Popayan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Duque está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Wilmar Duque tem a sua resposta do Universitario Popayan; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Rafael Borja lesiona os ligamentos do joelho — 65 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 65 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 30 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Universitario Popayan, e não vai ser retirado.
Santiago Gómez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
74 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Universitario Popayan perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Universitario Popayan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Manuel Vargas é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Fernando Restrepo está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 75 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Deportivo Cali fica com o seu homem, e o Universitario Popayan volta a uma lista com um nome riscado.
Santiago Gómez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
MercadoKevin Rios colocado na lista de transferências
83 dias de fora para Hector Arias depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Universitario Popayan vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Plantel14/12/2026
David Duque desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Camilo Barrios e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Jesus Valencia tem a sua resposta do Universitario Popayan; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 90 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e David Duque estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Santiago Gómez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Universitario Popayan já telefonou ao America de Cali. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Miguel Cuadrado, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoNicolas Cardona tornou-se um homem de confiança do treinador
98 dias de fora para Hector Arias depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Universitario Popayan vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Universitario Popayan lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 144 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Plantel19/10/2026
Edwin Herrera lesiona os ligamentos do joelho — 44 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 44 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Éder Munive, e o treinador deixou.
Camilo Barrios e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Universitario Popayan, mais uma semana sem a assinatura de Santiago Gómez.
Edwin Herrera lesiona os ligamentos do joelho — 52 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 52 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Wilmar Duque esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel12/10/2026
David Duque desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Nicolas Cardona está nela.
59 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Universitario Popayan perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Éder Munive e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e David Duque estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nicolas Torres lesiona os ligamentos do joelho — 16 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Wilmar Duque e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nicolas Torres lesiona os ligamentos do joelho — 52 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 52 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Éder Munive esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
1‑3 frente ao America de Cali, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Universitario Popayan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Luis Quintero depois do 1‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
O banco17/08/2026
Nicolas Cardona tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Universitario Popayan dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Wilmar Duque e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Duque está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Wilmar Duque e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel03/08/2026
David Duque desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.