Vitória por 3‑2 sobre o Shukura, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tskhinvali, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yakov Leskov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Kakha Shengelia tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Avtandil Tsitaishvili, e o treinador deixou.
Avtandil Tsitaishvili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel29/03/2032
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yakov Leskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Empate aos 91 minutos, depois de uma tarde que o Tskhinvali tinha praticamente arrumada. O Shukura vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Shota Chakvetadze está nela.
O banco29/03/2032
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Khvicha Okriashvili não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Tskhinvali também ninguém o escondia.
Dribles concretizados: 40. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Nil Chesnokov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel22/03/2032
Yakov Leskov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
0‑1 para o Guria, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
O banco22/03/2032
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Khvicha Okriashvili saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Yakov Leskov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Avtandil Tsitaishvili e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Uma exibição de 9.92 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
Plantel15/03/2032
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yakov Leskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tskhinvali ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Tskhinvali podem fingir não ter ouvido.
O Tskhinvali mexeu-se antes que outro pudesse: novo contrato para Khvicha Okriashvili, acertado em silêncio e anunciado em voz alta. As direções renovam com treinadores por muitas razões; a boa é aquela com que esta se parece.
Direção08/03/2032
7 jogadores da formação sobem à equipa principal do Tskhinvali
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Um 3‑1 sobre o Zugdidi, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel08/03/2032
Yakov Leskov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nil Chesnokov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/03/2032
Giorgi Akhaladze desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nika Chakvetadze e o Tskhinvali acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Shota Chakvetadze está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Amiran Tkeshelashvili, e o treinador deixou.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Tskhinvali admitiria. Nota-se aos sábados.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Nil Chesnokov não desaparece
Avtandil Tsitaishvili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel23/02/2032
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yakov Leskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Saba Mchedlidze, e o treinador deixou.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Tskhinvali já falam dele no passado.
Plantel16/02/2032
Yakov Leskov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Luca Grazzini e o Tskhinvali acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Amiran Tkeshelashvili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Lasha Lobjanidze está nela.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Ruan Robert apontou a data.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Khvicha Arveladze pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Amiran Tkeshelashvili será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tskhinvali as despedidas começaram em silêncio.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Giorgi Akhaladze compromete-se com o Tskhinvali por mais 2 anos.
Mercado09/02/2032
Tão perto: a transferência de Khvicha Arveladze morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Shukura seguiu em frente, Khvicha Arveladze apresenta-se de volta no Tskhinvali, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Qarabag fica com o seu homem, e o Tskhinvali volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel09/02/2032
Ruan Robert desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no Tskhinvali dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Shota Chakvetadze assinar alguma coisa — um contrato no Tskhinvali ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Tskhinvali já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Tskhinvali nada responderam, o que também é uma resposta.
Direção02/02/2032
Fecha o mercado: 0 entradas, 0 saídas no Tskhinvali
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 0, saíram 0, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yakov Leskov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Amiran Tkeshelashvili e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Tskhinvali já telefonou ao Qarabag. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O Tskhinvali já telefonou ao Napoli. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Nil Chesnokov não desaparece
Verba acordada, salário acordado, e o Shukura à espera com uma camisola. No Tskhinvali ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Avtandil Tsitaishvili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yakov Leskov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Tskhinvali perguntou e o AJ Auxerre disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Perguntou-se ao Bristol Rovers se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O banco26/01/2032
Nil Chesnokov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Tskhinvali dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Saba Okriashvili, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tskhinvali falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Nil Chesnokov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ruan Robert estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Vadim Solovjov e o Tskhinvali acertam mais 2 anos.
Ninguém no Tskhinvali dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Tskhinvali já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tskhinvali falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Amiran Tkeshelashvili será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tskhinvali as despedidas começaram em silêncio.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Monaco ninguém diz, e no Tskhinvali ninguém gosta de estar a adivinhar.
Plantel12/01/2032
Yakov Leskov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Leicester City fica com o seu homem, e o Tskhinvali volta a uma lista com um nome riscado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Vadim Solovjov e o Tskhinvali acertam mais 2 anos.
Andreas Vella e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 32 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yakov Leskov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Tskhinvali perguntou e o Qarabag disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Shota Chakvetadze está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Saba Mchedlidze treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
DireçãoTskhinvali assinam um acordo de $127.9K por ano
MercadoA conversa sobre Nil Chesnokov não desaparece
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Tskhinvali vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A enfermaria confirma 54 dias de paragem para Levan Lobjanidze, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.
Plantel29/12/2031
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ruan Robert está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco29/12/2031
Nil Chesnokov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Tskhinvali dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Saba Mchedlidze treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Tskhinvali vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Avtandil Tsitaishvili e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel22/12/2031
Yakov Leskov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luca Grazzini, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Tskhinvali, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 56 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tskhinvali ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel15/12/2031
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yakov Leskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ninguém no Tskhinvali dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Saba Okriashvili, e o treinador deixou.
26 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tskhinvali perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vladimir Kachamin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tskhinvali as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel01/12/2031
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yakov Leskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
33 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tskhinvali perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yakov Leskov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém no Tskhinvali dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vladimir Kachamin, e o treinador deixou.
40 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tskhinvali perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel17/11/2031
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ruan Robert está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Irakli Lobjanidze está nela.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tskhinvali ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Tskhinvali nada responderam, o que também é uma resposta.
Plantel10/11/2031
Yakov Leskov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ruan Robert esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém no Tskhinvali dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Tskhinvali, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tskhinvali ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Nil Chesnokov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Lasha Lobjanidze está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luca Grazzini, e o treinador deixou.
5.º lugar com 57 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Vladimir Kachamin treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Amiran Tkeshelashvili será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tskhinvali as despedidas começaram em silêncio.
Avtandil Tsitaishvili e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel20/10/2031
Nil Chesnokov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no Tskhinvali dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Shota Chakvetadze assinar alguma coisa — um contrato no Tskhinvali ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Tskhinvali, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tskhinvali ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel13/10/2031
Yakov Leskov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ruan Robert e o Tskhinvali acertam mais 3 anos.
Levan Gvelesiani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Tskhinvali sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel06/10/2031
Yakov Leskov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ruan Robert e o Tskhinvali acertam mais 3 anos.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Nil Chesnokov está nela.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tskhinvali ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Avtandil Tsitaishvili e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel29/09/2031
Nil Chesnokov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Disseram uma coisa a Saba Mchedlidze e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ruan Robert treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
5.º lugar, 57 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 57 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Jogo20/09/2031
Não se vê o fim da espera do Tskhinvali por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Tskhinvali tem de arrancar um resultado de algum lado.
Uma média de 7.27 na época, com 15 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Plantel22/09/2031
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yakov Leskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma média de 7.51 na época, com 23 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tskhinvali ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Nil Chesnokov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
6 golos num jogo, Lasha Lobjanidze na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Tskhinvali nem ao Saburtalo.
Plantel15/09/2031
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yakov Leskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Verba acordada, salário acordado, e o Samtredia à espera com uma camisola. No Tskhinvali ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Notas dos jogadores01/09/2031
Renato Fernandes, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.67
Um 7.67 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Direção01/09/2031
O prazo passa com 15 contratações e 6 saídas
Está feito o negócio no Tskhinvali até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Avtandil Tsitaishvili e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel01/09/2031
Yakov Leskov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 88. O Dila tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yakov Leskov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Tskhinvali já telefonou ao Qarabag. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Uma média de 7.50 na época, com 20 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kakha Shengelia será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tskhinvali as despedidas começaram em silêncio.
Avtandil Tsitaishvili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yakov Leskov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Tskhinvali perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Nil Chesnokov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma exibição de 9.92 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
Plantel04/08/2031
Yakov Leskov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Tskhinvali já se começa a dizer o nome dele no passado.
O negócio com o Astana está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Plantel21/07/2031
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yakov Leskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma média de 7.23 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Segue-se o Torpedo Kutaisi, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Saba Mchedlidze e o Tskhinvali acertam mais 4 anos.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Tskhinvali perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Renato Fernandes não precisou: 7.91, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
15 golos e uma média de 7.40 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Spezia ninguém diz, e no Tskhinvali ninguém gosta de estar a adivinhar.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Uma média de 7.33 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Três pontos para o Tskhinvali: um 3‑2 diante do Guria num duelo decidido por pormenores.
Plantel30/06/2031
Yakov Leskov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 34. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Verba acordada, salário acordado, e o Sioni à espera com uma camisola. No Tskhinvali ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Tskhinvali podem fingir não ter ouvido.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Ajax fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yakov Leskov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Brighton fica com o seu homem, e o Tskhinvali volta a uma lista com um nome riscado.
Uma sondagem ao APOEL para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Dribles concretizados: 39. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Avtandil Tsitaishvili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel09/06/2031
Yakov Leskov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Metade do calendário jogado, 3.º lugar, 35 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Nil Chesnokov está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ruan Robert, e o treinador deixou.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Nil Chesnokov produziu-o, e o 8.42 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Posição 3, 34 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Nil Chesnokov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel02/06/2031
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yakov Leskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Torpedo Kutaisi fica com o seu homem, e o Tskhinvali volta a uma lista com um nome riscado.
Perguntou-se ao Austria Wien se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Irakli Lobjanidze está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Em resumo
O bancoO veredicto do treinador
O bancoLasha Lobjanidze tornou-se um homem de confiança do treinador
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 28 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yakov Leskov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
9 golos e uma média de 7.27 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Tskhinvali vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel12/05/2031
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yakov Leskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Khvicha Okriashvili podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tskhinvali falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yakov Leskov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Andreas Vella e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um toque que não queria, um ressalto impossível de ler e o seu nome na coluna errada. Depois disto não há consolo, e no Tskhinvali não o vão tentar esta noite.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tskhinvali falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Nil Chesnokov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yakov Leskov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 18 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Tskhinvali vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Já são 7 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Dribles concretizados: 27. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yakov Leskov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Khvicha Okriashvili podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Em resumo
O bancoIrakli Lobjanidze tornou-se um homem de confiança do treinador
Dribles concretizados: 30. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel17/03/2031
30 dias de fora para Mamuka Kashia depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Tskhinvali vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Notas dos jogadores17/03/2031
Lasha Gvelesiani, 18 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.47
Um 8.47 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Jogo15/03/2031
Ninguém quer jogar contra o Tskhinvali neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tskhinvali, e não vai ser retirado.
Avtandil Tsitaishvili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Tskhinvali e o Guria, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Plantel17/03/2031
Yakov Leskov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 38 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Nil Chesnokov produziu-o, e o 8.42 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kakha Shengelia será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tskhinvali as despedidas começaram em silêncio.
Nil Chesnokov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yakov Leskov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yakov Leskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Amiran Tkeshelashvili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Irakli Shengelia compromete-se com o Tskhinvali por mais 3 anos.
O banco24/02/2031
Nil Chesnokov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Tskhinvali dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sergei Balabanov, e o treinador deixou.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Direção03/02/2031
O Tskhinvali fecha o mercado com um plantel feito por si
0 entradas e 2 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
O telefone voltou a tocar por causa de Kakha Shengelia, e desta vez do outro lado está o Zugdidi. No Tskhinvali ouvem com educação e não prometem nada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yakov Leskov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Tskhinvali perguntou e o Leicester City disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Bachana Gvelesiani e o Tskhinvali acertam mais 3 anos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Shota Chakvetadze está nela.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Yakov Leskov não desaparece
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Qarabag ninguém diz, e no Tskhinvali ninguém gosta de estar a adivinhar.
Nil Chesnokov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel27/01/2031
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yakov Leskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Tskhinvali perguntou e o APOEL disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Dato Kashia e o Tskhinvali acertam mais 3 anos.
Uma sondagem ao FC Nantes para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Nil Chesnokov está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Irakli Lobjanidze assinar alguma coisa — um contrato no Tskhinvali ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
14 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tskhinvali perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A proposta do Sioni por Kakha Shengelia foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yakov Leskov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Tskhinvali perguntou e o Feyenoord disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Tskhinvali já telefonou ao New England Revolution. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Ninguém no Tskhinvali dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Tskhinvali sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
21 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tskhinvali perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Mais um nome na lista: o Sioni fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Kakha Shengelia. A resposta do Tskhinvali não mudou — para já.
Plantel06/01/2031
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yakov Leskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Torpedo Kutaisi fica com o seu homem, e o Tskhinvali volta a uma lista com um nome riscado.
Direção06/01/2031
A direção do Tskhinvali arranja $796.3K para o treinador
Dinheiro, não palavras, e é a única resposta que um treinador quer alguma vez ouvir. Gastar bem $796.3K passa a ser inteiramente problema dele.
O Tskhinvali já telefonou ao Clermont Foot. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Uma sondagem ao Modena para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
28 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tskhinvali perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Avtandil Tsitaishvili e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nil Chesnokov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Nil Chesnokov está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sergei Balabanov, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Irakli Lobjanidze assinar alguma coisa — um contrato no Tskhinvali ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Saba Mchedlidze treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Um treinador perdoa um mau sábado muito mais depressa do que uma má terça, porque um explica-se e o outro escolheu-o. Os relatos desta semana não foram bons.
Giorgi Shengelia lesiona os ligamentos do joelho — 35 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 35 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Tskhinvali pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Plantel23/12/2030
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yakov Leskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Amiran Tkeshelashvili e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Tskhinvali sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
5.º lugar, 55 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
O que era notícia de canto de página passou a ser assunto das bancadas, e as bancadas não fazem nuances. Tskhinvali gostariam de resolver isto antes de ser a única pergunta.
Em resumo
O bancoRuan Robert pede uma conversa com o treinador
Giorgi Shengelia lesiona os ligamentos do joelho — 42 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 42 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 19 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Nil Chesnokov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel16/12/2030
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yakov Leskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Giorgi Shengelia lesiona os ligamentos do joelho — 56 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 56 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel02/12/2030
33 dias de fora para Luca Grazzini depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Tskhinvali vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Giorgi Akhaladze e o Tskhinvali acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel02/12/2030
Yakov Leskov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Nil Chesnokov está nela.
63 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tskhinvali perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tskhinvali falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel25/11/2030
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yakov Leskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Yakov Leskov assinar alguma coisa — um contrato no Tskhinvali ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Giorgi Shengelia lesiona os ligamentos do joelho — 77 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 77 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel11/11/2030
57 dias de fora para Luca Grazzini depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Tskhinvali vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tskhinvali, e não vai ser retirado.
Avtandil Tsitaishvili e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel11/11/2030
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yakov Leskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Giorgi Shengelia lesiona os ligamentos do joelho — 84 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 84 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 66 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tskhinvali ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Nil Chesnokov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel04/11/2030
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yakov Leskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Irakli Lobjanidze assinar alguma coisa — um contrato no Tskhinvali ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Saba Mchedlidze treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Giorgi Shengelia lesiona os ligamentos do joelho — 92 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 92 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel28/10/2030
73 dias de fora para Luca Grazzini depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Tskhinvali vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nil Chesnokov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Amiran Tkeshelashvili e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Yakov Leskov assinar alguma coisa — um contrato no Tskhinvali ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
100 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tskhinvali perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 80 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel21/10/2030
Yakov Leskov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
107 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tskhinvali perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 87 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Nil Chesnokov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel14/10/2030
Yakov Leskov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
114 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tskhinvali perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tskhinvali falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kakha Shengelia será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tskhinvali as despedidas começaram em silêncio.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Yakov Leskov e o Tskhinvali acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Avtandil Tsitaishvili e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Nil Chesnokov está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Irakli Lobjanidze. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Tskhinvali, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
121 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tskhinvali perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tskhinvali falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel30/09/2030
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yakov Leskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Amiran Tkeshelashvili e o Tskhinvali acertam mais 3 anos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Irakli Lobjanidze está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Yakov Leskov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
5.º lugar, 55 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Tskhinvali, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 108 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 55 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Dribles concretizados: 30. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Notas dos jogadores23/09/2030
Lasha Gvelesiani, 18 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.86
Um 7.86 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/09/2030
Yakov Leskov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 18 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 123 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Tskhinvali podem fingir não ter ouvido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Irakli Lobjanidze e o Tskhinvali acertam mais 4 anos.
Plantel09/09/2030
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yakov Leskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 39. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O mais difícil de ter 17 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Saba Okriashvili não precisou: 7.79, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Avtandil Tsitaishvili e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Três pontos para o Tskhinvali: um 3‑1 diante do Sioni num duelo decidido por pormenores.
Plantel19/08/2030
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yakov Leskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
20 golos e uma média de 7.42 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Dribles concretizados: 27. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kakha Shengelia será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tskhinvali as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Tskhinvali podem fingir não ter ouvido.
Nil Chesnokov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel12/08/2030
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yakov Leskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
0‑4 para o Torpedo Kutaisi, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Tskhinvali já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tskhinvali ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Tskhinvali fez a parte difícil com o Andorra, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Khazar fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yakov Leskov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Amiran Tkeshelashvili e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Dinamo Batumi continuou a vir porque nada o travou, e ao Tskhinvali vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Renato Fernandes não precisou: 7.73, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Tskhinvali vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Nil Chesnokov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel22/07/2030
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yakov Leskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Aris fica com o seu homem, e o Tskhinvali volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Notas dos jogadoresShota Chakvetadze jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Dribles concretizados: 39. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
3 golos numa tarde, todos do mesmo homem. Os restantes jogadores também estiveram presentes, confirmou uma testemunha.
Notas dos jogadores08/07/2030
Nika Chakvetadze, 18 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.93
Um 7.93 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Uma média de 7.28 na época, com 15 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Lasha Lobjanidze. 3‑1 sobre o Shukura, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel08/07/2030
Yakov Leskov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O FC Nantes fica com o seu homem, e o Tskhinvali volta a uma lista com um nome riscado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Tskhinvali perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Amiran Tkeshelashvili será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tskhinvali as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel01/07/2030
Yakov Leskov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Leicester City fica com o seu homem, e o Tskhinvali volta a uma lista com um nome riscado.
Notas dos jogadores01/07/2030
Nil Chesnokov jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.13. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Uma sondagem ao Aris para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tskhinvali, e não vai ser retirado.
Avtandil Tsitaishvili e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 13 ações combinadas e uma nota de 7.58, e nenhuma delas entrará num resumo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yakov Leskov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Em resumo
Notas dos jogadoresNil Chesnokov encarou-os todo o jogo
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Tskhinvali já se começa a dizer o nome dele no passado.
Nil Chesnokov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um 4‑2 sobre o Merani, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel10/06/2030
Yakov Leskov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tskhinvali, e não vai ser retirado.
Avtandil Tsitaishvili e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel27/05/2030
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yakov Leskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Tskhinvali sabe dizer em que semana.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Em resumo
O bancoGiorgi Akhaladze tornou-se um homem de confiança do treinador
MercadoA história de Nil Chesnokov recusa-se a morrer
Nil Chesnokov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel20/05/2030
Yakov Leskov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Avtandil Tsitaishvili, e o treinador deixou.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Khvicha Okriashvili depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Irakli Lobjanidze. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tskhinvali ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nil Chesnokov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco13/05/2030
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑3, ditas por Khvicha Okriashvili a uma sala que já as tinha ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Irakli Lobjanidze está nela.