82 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Olympique de Marseille perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Monaco à espera com uma camisola. No Olympique de Marseille ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 36 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A proposta do Estudiantes por Exequiel Palacios foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Josh Doig será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olympique de Marseille as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olympique de Marseille, e não vai ser retirado.
Nicolò Zaniolo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Exequiel Palacios está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Olympique de Marseille, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Séko Fofana lesiona os ligamentos do joelho — 89 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 89 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 43 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o Brisbane Roar à espera com uma camisola. No Olympique de Marseille ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Olympique de Marseille podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Joël Monteiro será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olympique de Marseille as despedidas começaram em silêncio.
Nicolò Zaniolo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As regras permitem-no e dói na mesma. Joël Monteiro acertou condições com o RC Lens para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
103 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Olympique de Marseille perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 57 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Olympique de Marseille podem fingir não ter ouvido.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Olympique de Marseille beneficiou disso.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
131 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Olympique de Marseille perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Olympique de Marseille podem fingir não ter ouvido.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Olympique de Marseille vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olympique de Marseille ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Nicolò Zaniolo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As regras permitem-no e dói na mesma. Enso González acertou condições com o LOSC Lille para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Exequiel Palacios está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Olympique de Marseille disse a Ayyoub Bouaddi que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Olympique de Marseille vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olympique de Marseille, e não vai ser retirado.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Olympique de Marseille lida com um homem que quer outro país.
Exequiel Palacios e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ayyoub Bouaddi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Nicolò Zaniolo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Olympique de Marseille nada responderam, o que também é uma resposta.
Posição 2, 82 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Olympique de Marseille vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Nicolò Zaniolo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Exequiel Palacios está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Olympique de Marseille lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Em resumo
MercadoIssa Soumaré está livre para procurar outro sítio
Posição 2, 76 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Olympique de Marseille podem fingir não ter ouvido.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Olympique de Marseille nada responderam, o que também é uma resposta.
13 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Patrik Carlgren será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olympique de Marseille as despedidas começaram em silêncio.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Olympique de Marseille sabem-no.
Nicolò Zaniolo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 20 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Nicolò Zaniolo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
14 golos e uma média de 7.32 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Exequiel Palacios estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Lautaro Fedele agiu, no Olympique de Marseille, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Já são 10 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
O Olympique de Marseille perguntou e o Inter disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Olympique de Marseille pagou $31.2M por Daniel Charles, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Olympique de Marseille já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta ficou muito aquém e em Olympique de Marseille não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.
Plantel14/01/2030
Uma transferência que Andrea Colpani teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Andrea Colpani está a viver essa versão no Olympique de Marseille, e costuma notar-se no primeiro mês.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Olympique de Marseille ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
33 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Stade Rennais perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Stade Rennais perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Não se vê o fim da espera do Stade Rennais por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Stade Rennais tem de arrancar um resultado de algum lado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Daniel Charles era uma das razões por que as pessoas vinham, e $31.2M não substitui isso sozinho.
O Olympique de Marseille paga $5.2M, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade Rennais, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Rennais coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Olympique de Marseille e o Stade Rennais acertaram em $31.2M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Monaco fica com o seu homem, e o Olympique de Marseille volta a uma lista com um nome riscado.
Já são 9 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
O Olympique de Marseille foi ao Hull City com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Olympique de Marseille perdeu-o em tudo menos nos papéis.
43 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Stade Rennais perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A proposta do Korona por Sebastian Szymański foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade Rennais, e não vai ser retirado.
Ambas as partes esperam falar nos próximos dias. O Stade Rennais vai pedir um valor, e tudo o que vier depois é aritmética.
Plantel07/01/2030
Palavras no treino do Stade Rennais sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alidu Seidu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Sebastian Szymański esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valentin Rongier lesiona os ligamentos do joelho — 59 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 59 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stade Rennais podem fingir não ter ouvido.
Alidu Seidu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pierre Lees-Melou estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Valentin Rongier lesiona os ligamentos do joelho — 101 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 101 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Stade Rennais já falam dele no passado.
Plantel19/11/2029
Alidu Seidu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Sebastian Szymański e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Derrota por 1‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
O banco19/11/2029
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Denis Faure saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Em resumo
O bancoBryan Reynolds tornou-se um homem de confiança do treinador
MercadoA conversa sobre Senny Mayulu não desaparece
108 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Stade Rennais perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Stade Rennais ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alidu Seidu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel12/11/2029
Pierre Lees-Melou desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
1 erro, um golo e uma noite à frente dos mesmos três segundos. Vai vê-lo hoje, amanhã e provavelmente em fevereiro, e quem já jogou sabe em que fotograma ele para.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Stade Rennais falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Joel Romero será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Stade Rennais as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alidu Seidu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Rennais coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 12 ações, 6.64, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
O banco08/10/2029
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Denis Faure saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Stade Rennais lida com um homem que quer outro país.
Antun Marković lesiona os ligamentos do joelho — 25 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Stade Rennais perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 67 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade Rennais, e não vai ser retirado.
O relógio fez o que o Paris Saint-Germain não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Stade Rennais a ouviu como outra coisa.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stade Rennais podem fingir não ter ouvido.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
O US Creteil queria mais do que $600.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Sékou Mara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O nome de Esteban Lepaul apareceu em conversas de que o Stade Rennais não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Plantel04/06/2029
Palavras no treino do Stade Rennais sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Valentin Rongier está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Valentin Rongier e o Stade Rennais acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel02/04/2029
Palavras no treino do Stade Rennais sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Leonardo Balerdi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stade Rennais podem fingir não ter ouvido.
A instrução veio da sala da direção e o banco não concordou com ela. Alguém vai sair, à verba chamar-lhe-ão bom negócio, e o treinador vai passar a época a reconstruir à volta do espaço vazio.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Stade Rennais lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Plantel05/03/2029
Valentin Rongier desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Rennais coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade Rennais, e não vai ser retirado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Stade Rennais perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Stade Rennais ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Sékou Mara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Mikayil Faye quer futebol continental; se o Stade Rennais o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel19/02/2029
Leonardo Balerdi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Olympique de Marseille foi ao Club Brugge com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Olympique de Marseille perguntou e o Stade Rennais disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A perseguição a Issa Soumaré terminou com $26.5M a mudar de mãos e o Stade Rennais sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Emprestados15/01/2029
Os golos continuam a chegar do exílio de Prosper Peter
28 golos em 22 jogos no Ujpest — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Olympique de Marseille alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $17.8M porque Anthony Rouault é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Anthony Rouault agiu, no Olympique de Marseille, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Olympique de Marseille nada responderam, o que também é uma resposta.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rob Dickie será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olympique de Marseille as despedidas começaram em silêncio.
O Olympique de Marseille pagou $17.8M e o Stade Rennais aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Stade Rennais perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Issa Soumaré era uma das razões por que as pessoas vinham, e $26.5M não substitui isso sozinho.
Alidu Seidu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel15/01/2029
Palavras no treino do Stade Rennais sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Leonardo Balerdi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade Rennais, e não vai ser retirado.
Jogo30/12/2028
Ninguém quer jogar contra o Stade Rennais neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Alidu Seidu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Stade Rennais lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Senny Mayulu tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Plantel01/01/2029
Eros Maddy desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
MercadoEsteban Lepaul está livre para procurar outro sítio
O AS Nancy vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Stade Rennais foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Rennais coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Stade Rennais lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Leonardo Balerdi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Stade Rennais ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Stade Rennais lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Alidu Seidu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Leonardo Balerdi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Julián Vignolo tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bryan Reynolds, e o treinador deixou.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O RC Lens continuou a vir porque nada o travou, e ao Stade Rennais vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Stade Rennais falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Rennais coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Leonardo Balerdi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Notas dos jogadores27/11/2028
Daniel Charles jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.48. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Eliminado, 0‑1 com o RC Strasbourg, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Stade Rennais vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade Rennais, e não vai ser retirado.
Alidu Seidu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Julián Vignolo tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Em resumo
Notas dos jogadoresIssa Soumaré encarou-os todo o jogo
PlantelPalavras no treino do Stade Rennais sobre quem trabalha