O Olympique de Marseille perguntou e o LOSC Lille disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A proposta do RC Lens por Pierre-Emile Højbjerg foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Olympique de Marseille já se começa a dizer o nome dele no passado.
A verba é $9.7M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Toulouse FC negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Olympique de Marseille nada responderam, o que também é uma resposta.
Amine Gouiri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Santiago Hidalgo acabou de assinar pelo Olympique de Marseille e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel03/07/2028
Nayef Aguerd desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Monaco queria mais do que $62.2M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O Olympique de Marseille e o FC Nantes acertaram em $4.8M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
O Olympique de Marseille foi ao Toulouse FC com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Olympique de Marseille podem fingir não ter ouvido.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Igor Paixão era uma das razões por que as pessoas vinham, e $62.7M não substitui isso sozinho.
O AS Saint-Etienne pagou $2.8M e o Olympique de Marseille aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Olympique de Marseille pagou $37.9M por Ludovic Blas, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Olympique de Marseille nada responderam, o que também é uma resposta.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sochaux fica com o seu homem, e o Olympique de Marseille volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel19/06/2028
Uma transferência que Ludovic Blas teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Ludovic Blas está a viver essa versão no Olympique de Marseille, e costuma notar-se no primeiro mês.
A proposta do EA Guingamp por Bamo Meïté foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Amine Gouiri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ludovic Blas era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $37.9M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nayef Aguerd estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Olympique de Marseille perguntou e o RC Strasbourg disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A perseguição a Paris Brunner terminou com $18.1M a mudar de mãos e o Quevilly-Rouen sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O FC Lorient pagou $24.4M e o Olympique de Marseille aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Olympique de Marseille perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O AS Saint-Etienne pagou $5.6M e o Olympique de Marseille aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Benjamin Brantlind agiu, no Olympique de Marseille, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $2.5M — um clube que quer Hervé Koffi ao ponto de perguntar duas vezes.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Igor Paixão não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O OGC Nice fica com o seu homem, e o Olympique de Marseille volta a uma lista com um nome riscado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olympique de Marseille, e não vai ser retirado.
O Olympique de Marseille foi ao Quevilly-Rouen com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A proposta seguiu esta semana para o RC Strasbourg, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Olympique de Marseille foi ao EA Guingamp com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Olympique de Marseille a ouviu como outra coisa.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $21.7M — um clube que quer Paris Brunner ao ponto de perguntar duas vezes.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympique de Marseille coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Leonardo Balerdi quer futebol continental; se o Olympique de Marseille o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel29/05/2028
Nayef Aguerd desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mercado29/05/2028
CJ Egan-Riley regressa de um empréstimo que resultou
32 jogos e 0 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Olympique de Marseille estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nayef Aguerd estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympique de Marseille coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Sacha Lung e o Olympique de Marseille acertam mais 4 anos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Igor Paixão. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Olympique de Marseille, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olympique de Marseille, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Olympique de Marseille pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nayef Aguerd estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Igor Paixão está nela.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Pierre-Emile Højbjerg assinar alguma coisa — um contrato no Olympique de Marseille ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Olympique de Marseille admitiria. Nota-se aos sábados.
4.º lugar com 64 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Olympique de Marseille pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympique de Marseille coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Emerson e o Olympique de Marseille acertam mais 2 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nayef Aguerd está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco08/05/2028
Timothy Weah tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olympique de Marseille dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Igor Paixão ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 90. Igor Paixão encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Toulouse FC passou do ponto ao nada num só movimento.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Olympique de Marseille pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympique de Marseille coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Olympique de Marseille a ouviu como outra coisa.
Plantel01/05/2028
Nayef Aguerd desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
4 golos e uma média de 7.36 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Amine Gouiri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nayef Aguerd estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma média de 7.34 na época, com 3 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Ninguém no Olympique de Marseille dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rayan Fofana, e o treinador deixou.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Olympique de Marseille pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nayef Aguerd estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Amine Harit e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco17/04/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Rémi Benoit a uma sala que já as tinha ouvido.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Olympique de Marseille pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sacha Lung será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olympique de Marseille as despedidas começaram em silêncio.
Dmytro Riznyk e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nayef Aguerd está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Michel Fernandez é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Antoine Olivier passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Jean-Baptiste David passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Olympique de Marseille ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Posição 3, 57 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Luca Ranieri e o Olympique de Marseille acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Olympique de Marseille a ouviu como outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nayef Aguerd está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Amine Harit esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
O bancoAmine Gouiri tornou-se um homem de confiança do treinador
Amine Gouiri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nayef Aguerd está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Emmanuel Biumla, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Olympique de Marseille sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
4.º lugar, 54 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
Konstantin Tyukavin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
8 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
Um 2‑0 sobre o AJ Auxerre, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel20/03/2028
Nayef Aguerd desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
8.03. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Notas dos jogadores20/03/2028
Kingsley Coman jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.03. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
O banco20/03/2028
Igor Paixão tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olympique de Marseille dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Olympique de Marseille ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Amine Gouiri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sacha Lung será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olympique de Marseille as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nayef Aguerd está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Notas dos jogadores13/03/2028
Amine Gouiri jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.13. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Olympique de Marseille fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Danilo Veiga, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
7.97, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympique de Marseille coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nayef Aguerd está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Emerson, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nayef Aguerd está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympique de Marseille coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma exibição de 8.10 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
O banco28/02/2028
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Dmytro Riznyk
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Dmytro Riznyk e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel21/02/2028
Nayef Aguerd desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Amine Harit tem a sua resposta do Olympique de Marseille; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑1, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.
O banco21/02/2028
Igor Paixão tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olympique de Marseille dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.84 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sacha Lung será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olympique de Marseille as despedidas começaram em silêncio.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 16 ações, 7.19, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nayef Aguerd estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $1.1M do que o Olympique de Marseille pagou por Rayan Lutin é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Olympique de Marseille vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Sochaux pode já não estar a vender.
3 entradas e 9 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympique de Marseille coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Plantel07/02/2028
Kingsley Coman desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $27.4M porque Kingsley Coman é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Olympique de Marseille fez a parte difícil com o Sochaux, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Olympique de Marseille já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Olympique de Marseille podem fingir não ter ouvido.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Kingsley Coman agiu, no Olympique de Marseille, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Olympique de Marseille nada responderam, o que também é uma resposta.
Konstantin Tyukavin e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel31/01/2028
Amine Gouiri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olympique de Marseille, e não vai ser retirado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Olympique de Marseille já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Olympique de Marseille foi ao Sochaux com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Olympique de Marseille lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nayef Aguerd estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Amine Harit, e o treinador deixou.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Olympique de Marseille já se começa a dizer o nome dele no passado.
Mercado17/01/2028
Tão perto: a transferência de Kasper Høgh morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Toulouse FC seguiu em frente, Kasper Høgh apresenta-se de volta no Olympique de Marseille, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Olympique de Marseille podem fingir não ter ouvido.
Amine Gouiri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As regras permitem-no e dói na mesma. Anis Doubal acertou condições com o ESTAC Troyes para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nayef Aguerd está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A proposta do Union SG por Emerson foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Olympique de Marseille podem fingir não ter ouvido.
Plantel10/01/2028
Rayan Fofana consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Rayan Fofana acabou de assinar pelo Olympique de Marseille e, por uma vez, a resposta importava.
O Olympique de Marseille ofereceu $1.4M; o RC Lens disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $1.6M — um clube que quer Hervé Koffi ao ponto de perguntar duas vezes.
A perseguição a Glen Kamara terminou com $470.0K a mudar de mãos e o Stade Rennais sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympique de Marseille coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Amine Gouiri estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Napoli fica com o seu homem, e o Olympique de Marseille volta a uma lista com um nome riscado.
O Olympique de Marseille foi ao RC Lens com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A proposta seguiu esta semana para o OGC Nice, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Olympique de Marseille aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
0‑1 frente ao Paris FC, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Igor Paixão quer futebol continental; se o Olympique de Marseille o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Luca Ranieri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel27/12/2027
Nayef Aguerd desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 85, e o Stade de Reims passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Konstantin Tyukavin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Amine Gouiri estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
0‑3. Há um nível que se joga todas as semanas, e é jogado por clubes que o fazem há cinquenta anos; uma noite destas é o que se sente ao chegar lá sem o ter feito.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Olympique de Marseille a ouviu como outra coisa.
Konstantin Tyukavin e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Amine Gouiri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Olympique de Marseille lida com um homem que quer outro país.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Tarik Muharemović está a viver essa versão no Olympique de Marseille, e costuma notar-se no primeiro mês.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympique de Marseille coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel06/12/2027
Nayef Aguerd desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
Ninguém no clube vai dizer em voz alta para quem é esta contratação, que é exatamente como se percebe para quem é. Tarik Muharemović chegou para ficar com uma camisola que alguém ainda veste.
3‑0. É por noites destas que os clubes passam décadas a tentar qualificar-se para esta competição, e elas chegam talvez duas vezes nesse período. Quem esteve no estádio vai descrevê-la mal durante anos.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Amine Gouiri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Posição 3, 23 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel22/11/2027
Nayef Aguerd desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympique de Marseille coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nayef Aguerd estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel15/11/2027
Um clube mais pequeno assentaria agora a Dmytro Riznyk
Já teve barulho que chegue. Se o Olympique de Marseille pode ser um sítio mais calmo para ele, ou se a única cura é sair para onde os programas de rádio são mais brandos, decide-se nos próximos meses.
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Igor Paixão. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Segue-se o AJ Auxerre, e há um homem no balneário do Olympique de Marseille que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Plantel08/11/2027
Danilo Veiga consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Danilo Veiga acabou de assinar pelo Olympique de Marseille e, por uma vez, a resposta importava.
Luca Ranieri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Amine Gouiri estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Qualquer balneário sabe ler uma contratação destas. Danilo Veiga não veio esperar indefinidamente, e o homem cujo lugar ele foi comprado para ocupar sabe-o melhor do que ninguém.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nayef Aguerd, e o treinador deixou.
Ninguém no Olympique de Marseille dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Olympique de Marseille nada responderam, o que também é uma resposta.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Ousmane Diakité acabou de assinar pelo Olympique de Marseille e, por uma vez, a resposta importava.
Amine Gouiri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Soumaïla Traoré tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nayef Aguerd está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém no clube vai dizer em voz alta para quem é esta contratação, que é exatamente como se percebe para quem é. Ousmane Diakité chegou para ficar com uma camisola que alguém ainda veste.
1‑1 frente ao FC Copenhagen, e uma exibição que será descrita durante o resto da época a quem não esteve lá. Pierre-Emile Højbjerg está no centro dessa descrição.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Amine Gouiri produziu-o, e o 8.54 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Olympique de Marseille lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Olympique de Marseille disse a Timothy Weah que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Olympique de Marseille podem fingir não ter ouvido.
Konstantin Tyukavin e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel18/10/2027
Amine Gouiri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Rémi Benoit depois do 1‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Disseram uma coisa a Hamed Traoré e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympique de Marseille coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Olympique de Marseille ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Olympique de Marseille sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Olympique de Marseille, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Ulisses Garcia fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Olympique de Marseille nada responderam, o que também é uma resposta.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Amine Gouiri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Nikos Christogeorgos está a viver essa versão no Olympique de Marseille, e costuma notar-se no primeiro mês.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Emerson e o Olympique de Marseille acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Luca Ranieri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Amine Gouiri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Olympique de Marseille lida com um homem que quer outro país.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Emmanuel Biumla, e o treinador deixou.
Ninguém no Olympique de Marseille dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O banco27/09/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Rémi Benoit, sobre uma vitória por 2‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
0‑3. O OH Leuven joga este futebol todos os anos, e notou-se em todas as zonas do campo. A lição é cara e, para um clube nesta fase, provavelmente necessária.
Plantel20/09/2027
Uma transferência que Luca Ranieri teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Luca Ranieri está a viver essa versão no Olympique de Marseille, e costuma notar-se no primeiro mês.
Konstantin Tyukavin e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Em resumo
O bancoNão há lugar para Kasper Høgh no jogo grande
O bancoIgor Paixão tornou-se um homem de confiança do treinador
Um dérbi nunca é só futebol, mas o futebol ajudou: 3‑2, e a bancada visitante esvaziou cedo. O direito de mandar bocas fica renovado por mais uma época.
A desvantagem de 2 golos foi real e a recuperação também. Pierre-Emile Højbjerg esteve no centro, o Olympique Lyonnais no fim, e quem saiu cedo vai ouvir falar desta tarde durante anos.
Contra qualquer outro seriam três pontos e pouco mais. Contra eles, e com o nome dele no golo, é um ano de conversa garantida para o Olympique de Marseille e uma história que vai sobreviver ao contrato dele.
A proposta do ESTAC Troyes por Angel Gomes foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
O Paris Saint-Germain queria mais do que $3.4M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Olympique de Marseille ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
$14.0M era o máximo que o clube pagaria, e o Stade de Reims pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O Olympique de Marseille perguntou e o Toulouse FC disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
16 entradas e 20 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Olympique de Marseille nada responderam, o que também é uma resposta.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Olympique de Marseille a ouviu como outra coisa.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $15.1M — um clube que quer Oumar Diakité ao ponto de perguntar duas vezes.
$91.7M era o máximo que o clube pagaria, e o Napoli pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Konstantin Tyukavin acabou de assinar pelo Olympique de Marseille e, por uma vez, a resposta importava.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Olympique de Marseille ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $21.6M por Konstantin Tyukavin, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.
A proposta seguiu esta semana para o Napoli, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Neal Maupay produziu-o, e o 8.79 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Olympique de Marseille pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
$3.4M em cima da mesa do Paris Saint-Germain. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Olympique de Marseille lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Amine Gouiri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
O Olympique de Marseille foi ao Zenit com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O FC Nantes fica com o seu homem, e o Olympique de Marseille volta a uma lista com um nome riscado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olympique de Marseille, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympique de Marseille coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Amine Gouiri estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Amine Gouiri está nela.
Segue-se o RC Lens, e há um homem no balneário do Olympique de Marseille que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
O Olympique de Marseille perguntou e o Al-Ittihad disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Amine Gouiri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Pierre-Emile Højbjerg. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Olympique de Marseille gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Olympique de Marseille vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
O Olympique de Marseille perguntou e o Valladolid disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Jeffrey de Lange parte para o LOSC Lille num negócio de $3.1M. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.
Plantel02/08/2027
Uma transferência que Diego Novoa teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Diego Novoa está a viver essa versão no Olympique de Marseille, e costuma notar-se no primeiro mês.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Olympique de Marseille sabem-no.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Igor Paixão está nela.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Igor Paixão não desaparece
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Olympique de Marseille já se começa a dizer o nome dele no passado.
Dmytro Riznyk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Leonardo Balerdi quer futebol continental; se o Olympique de Marseille o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Amine Gouiri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Olympique de Marseille ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Soumaïla Traoré treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olympique de Marseille, e não vai ser retirado.
Ziyad Baha parte para o USL Dunkerque num negócio de $520.0K. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.
Plantel19/07/2027
Amine Gouiri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Angel Gomes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco19/07/2027
Amine Gouiri tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olympique de Marseille dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Olympique de Marseille gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Plantel12/07/2027
Uma lesão muscular afasta Neal Maupay durante 15 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Olympique de Marseille vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Olympique de Marseille a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympique de Marseille coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Neal Maupay continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
Plantel12/07/2027
Rayan Lutin desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
19 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Ninguém no Olympique de Marseille dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olympique de Marseille, e não vai ser retirado.
O negócio mais incómodo que um clube faz é contratar a resposta de amanhã enquanto a de hoje ainda está no edifício. Emmanuel Biumla vem do Angers SCO exatamente para isso, e da passagem de testemunho ninguém falará em público.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Emmanuel Biumla acabou de assinar pelo Olympique de Marseille e, por uma vez, a resposta importava.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Neal Maupay e o Olympique de Marseille acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Plantel05/07/2027
Amine Gouiri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
31 jogos e 2 golos longe daqui, e um homem que o treinador não tinha no verão passado. O empréstimo fez o que os empréstimos devem fazer e quase nunca fazem.
O banco05/07/2027
Igor Paixão tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olympique de Marseille dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Olympique de Marseille podem fingir não ter ouvido.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Olympique de Marseille lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Amine Gouiri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Arthur Vermeeren estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco28/06/2027
Benjamin Pavard tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olympique de Marseille dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Olympique de Marseille joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
O Olympique de Marseille perguntou e o Angers SCO disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Balthazar Pierret acabou de assinar pelo Olympique de Marseille e, por uma vez, a resposta importava.
O negócio mais incómodo que um clube faz é contratar a resposta de amanhã enquanto a de hoje ainda está no edifício. Balthazar Pierret vem do FC Nantes exatamente para isso, e da passagem de testemunho ninguém falará em público.
O AS Nancy pagou $1.3M e o Olympique de Marseille aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympique de Marseille coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Fodé Camara compromete-se com o Olympique de Marseille por mais 4 anos.
O banco21/06/2027
Amine Gouiri tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olympique de Marseille dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Olympique de Marseille perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Olympique de Marseille perguntou e o FC Metz disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Aïmen Moueffek acabou de assinar pelo Olympique de Marseille e, por uma vez, a resposta importava.
Qualquer balneário sabe ler uma contratação destas. Aïmen Moueffek não veio esperar indefinidamente, e o homem cujo lugar ele foi comprado para ocupar sabe-o melhor do que ninguém.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Olympique de Marseille a ouviu como outra coisa.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Dmytro Riznyk e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O aperto de mão com o AS Saint-Etienne está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olympique de Marseille, e não vai ser retirado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Tochukwu Nnadi e o Olympique de Marseille acertam mais 5 anos.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Tochukwu Nnadi está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Em resumo
O bancoIgor Paixão tornou-se um homem de confiança do treinador
A qualificação está garantida, e para a época que vem as grandes noites de holofotes são continentais. Para os jogadores é um palco; para as contas, uma tábua de salvação; para os adeptos, passaportes.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Olympique de Marseille nada responderam, o que também é uma resposta.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Olympique de Marseille estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Amine Gouiri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tochukwu Nnadi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Benjamin Pavard está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Olympique de Marseille, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Igor Paixão. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Amine Gouiri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Sacha Lung e o Olympique de Marseille acertam mais 4 anos.
O banco24/05/2027
Amine Gouiri tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olympique de Marseille dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jah-Mason Telusson treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Kasper Høgh esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yann Karamoh, e o treinador deixou.
Ninguém no Olympique de Marseille dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Plantel17/05/2027
Moctar Guirassy desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
25 jogos longe de casa e 5 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.
Emprestados17/05/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Neal Maupay
4 golos em 17 jogos no Sevilla — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Olympique de Marseille alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Rayan Lutin treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Olympique de Marseille. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 65 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rayan Lutin estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Rémi Benoit depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Amine Gouiri produziu-o, e o 9.17 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Dmytro Riznyk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Bautista González está a viver essa versão no Olympique de Marseille, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel03/05/2027
Amine Gouiri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Rémi Benoit sobre uma tarde de 2‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympique de Marseille coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Olympique de Marseille e o Toulouse FC, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Rémi Benoit depois do 3‑4, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Benjamin Pavard está nela.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympique de Marseille coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Uma nota de 7.92, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.
Plantel19/04/2027
Rayan Lutin desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Olympique de Marseille podem fingir não ter ouvido.
Uma média de 7.31 na época, com 20 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympique de Marseille coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel12/04/2027
Amine Gouiri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Jogo10/04/2027
Mais uma trazida de fora
4 seguidas na estrada para o Olympique de Marseille. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Uma média de 7.33 na época, com 7 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympique de Marseille coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Olympique de Marseille disse a Igor Paixão que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Olympique de Marseille ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Joseph Kalulu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Pladi Nzinga-Pambani e o Olympique de Marseille acertam mais 4 anos.
Plantel29/03/2027
Rayan Lutin desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco29/03/2027
Benjamin Pavard tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olympique de Marseille dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Segue-se o Le Havre AC, e há um homem no balneário do Olympique de Marseille que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
19 golos e uma média de 7.30 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympique de Marseille coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A forma vai e vem; esta não foi. Alexandre Tunkadi tem 21 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
Plantel22/03/2027
Amine Gouiri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Amine Gouiri. 2‑0 sobre o OGC Nice, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Notas dos jogadores22/03/2027
Igor Paixão jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.04. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Dmytro Riznyk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Olympique de Marseille lida com um homem que quer outro país.
Todas as carreiras longas chegam à semana em que se pensa na última. Ele gostava que fosse onde começou, e o Olympique de Marseille sabe agora que esse pensamento chegou.
O AJ Auxerre segurou a vantagem 4 minutos, que não chega para a desfrutar. O Olympique de Marseille respondeu antes de o festejo terminar, e com isso mudou a forma da tarde.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 18 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Olympique de Marseille sabem-no.
Notas dos jogadores08/03/2027
Benjamin Pavard jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.00. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
O banco08/03/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 Rémi Benoit saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
O banco08/03/2027
Amine Gouiri tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olympique de Marseille dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Olympique de Marseille disse a Joseph Kalulu que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Em resumo
Emprestados7 golos por empréstimo para Amine Harit
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
17 golos e uma média de 7.29 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Olympique de Marseille ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Dmytro Riznyk e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Segue-se o Paris Saint-Germain, o que significa uma semana que começa na segunda-feira. Tudo o resto nesta página estará esquecido até sábado; este jogo não se esquece durante um ano.
Posição 2, 46 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympique de Marseille coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Kilian Ghaud e o Olympique de Marseille acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O banco22/02/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Rémi Benoit, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
1‑1 frente ao ESTAC Troyes, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
1 defendidos dos onze metros, e um estádio que vai descrever cada um deles durante vinte anos. Um guarda-redes precisa de uma noite assim numa carreira, e foi esta.
1 para Nayef Aguerd, avaliado com 7.64, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Olympique de Marseille ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Joseph Kalulu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um penálti é o único momento do futebol em que não há onde esconder-se, e ele não o marcou. O caminho de volta foi longo, e a semana vai ser mais longa ainda.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Olympique de Marseille ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rayan Lutin estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O relógio fez o que o FC Nantes não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Olympique de Marseille a ouviu como outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Amine Gouiri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympique de Marseille coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
O FC Nantes aceitou o dinheiro. O que o Olympique de Marseille ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olympique de Marseille, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Olympique de Marseille pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Direção01/02/2027
O prazo passa com 2 contratações e 2 saídas
Está feito o negócio no Olympique de Marseille até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Amine Gouiri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Olympique de Marseille ofereceu $25.0M; o AC Milan disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Olympique de Marseille podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympique de Marseille coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel25/01/2027
Rayan Lutin desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco25/01/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Rémi Benoit saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
$10.6M era o máximo que o clube pagaria, e o Montpellier HSC pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $15.8M — um clube que quer Nicolas Pays ao ponto de perguntar duas vezes.
Dmytro Riznyk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel18/01/2027
Amine Gouiri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
A verba é $25.1M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Bloemfontein Celtic negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
A proposta seguiu esta semana para o Montpellier HSC, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A proposta do US Concarneau por Tochukwu Nnadi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Kasper Høgh agiu, no Olympique de Marseille, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Uma média de 7.32 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Amine Gouiri no seu melhor
O aperto de mão com o Bloemfontein Celtic está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Olympique de Marseille estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Montpellier HSC fica com o seu homem, e o Olympique de Marseille volta a uma lista com um nome riscado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olympique de Marseille, e não vai ser retirado.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Olympique de Marseille nada responderam, o que também é uma resposta.
12 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Amine Gouiri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Vitória por 4‑1 sobre o FC Fleury 91, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Jah-Mason Telusson não precisou: 8.05, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Amine Gouiri estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Uma média de 7.33 na época, com 13 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Em resumo
Notas dos jogadoresIgor Paixão jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Olympique de Marseille lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Amine Gouiri. 1‑0 sobre o Stade Brestois, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 10 ações combinadas e uma nota de 7.01, e nenhuma delas entrará num resumo.
Dmytro Riznyk e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Amine Gouiri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Segue-se o Stade Brestois, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Olympique de Marseille sabem-no.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Olympique de Marseille nada responderam, o que também é uma resposta.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympique de Marseille coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Olympique de Marseille sabem-no.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Ninguém no Olympique de Marseille dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Rémi Benoit sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Em resumo
Notas dos jogadoresIgor Paixão passa por eles um de cada vez
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Amine Gouiri produziu-o, e o 8.82 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Uma média de 7.31 na época, com 11 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
O banco23/11/2026
Igor Paixão tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olympique de Marseille dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Olympique de Marseille nada responderam, o que também é uma resposta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Amine Gouiri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympique de Marseille coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Olympique de Marseille sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O Olympique de Marseille fez saber ao mercado que Igor Paixão está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
4 golos em 5 jogos no Cremonese — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Olympique de Marseille alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
2 atrás e sem rumo, até Pierre-Emile Højbjerg decidir o contrário. O AJ Auxerre tinha feito a parte difícil e depois viu-a desfazer-se, e o barulho no apito final foi daqueles que um estádio guarda.
2 atrás e sem rumo, até Ziyad Baha decidir o contrário. O Le Puy Foot 43 tinha feito a parte difícil e depois viu-a desfazer-se, e o barulho no apito final foi daqueles que um estádio guarda.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Himad Abdelli produziu-o, e o 8.38 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.24, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Notas dos jogadores09/11/2026
Arthur Vermeeren, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.24
Um 8.24 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Olympique de Marseille ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Pierre-Emile Højbjerg. 4‑2 sobre o AJ Auxerre, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Olympique de Marseille e o Paris Saint-Germain, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
9 golos e uma média de 7.24 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Olympique de Marseille disse a Igor Paixão que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Joseph Kalulu e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O banco02/11/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Timothy Weah
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Dmytro Riznyk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Amine Gouiri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nada na semana que aí vem é normal. O Paris Saint-Germain no sábado, uma cidade que já começou a falar disso, e um balneário a quem não é preciso explicar o que significa.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco26/10/2026
Igor Paixão tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olympique de Marseille dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Amine Gouiri. 3‑2 sobre o Stade Rennais, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Amine Gouiri está nela.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Rémi Benoit sobre uma tarde de 3‑2 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Dmytro Riznyk e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Segue-se o Stade Rennais, e há um homem no balneário do Olympique de Marseille que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Tochukwu Nnadi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
7.95, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A forma vai e vem; esta não foi. Guy Noël Zohouri tem 19 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
Plantel05/10/2026
Amine Gouiri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Olympique de Marseille lida com um homem que quer outro país.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A capitania foi retirada a Amine Gouiri. O Olympique de Marseille vai chamar-lhe uma decisão de equipa; um balneário lê-a como um veredicto sobre um homem.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Rémi Benoit depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Olympique de Marseille podem fingir não ter ouvido.
Amine Gouiri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Olympique de Marseille sabem-no.
Notas dos jogadores28/09/2026
Igor Paixão jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.22. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Pierre-Emile Højbjerg e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 11 ações, 7.09, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O FC Nantes tentou reorganizar-se, o Olympique de Marseille não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olympique de Marseille, e não vai ser retirado.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Olympique de Marseille vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Stade de Reims pode já não estar a vender.
Nota de 7.80. Há um tipo de avançado cujo valor só aparece quando se conta aquilo em que participou em vez daquilo que finalizou, e este é o dia em que esse argumento se demonstra sozinho.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Olympique de Marseille a ouviu como outra coisa.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Olympique de Marseille e o LOSC Lille, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Amine Gouiri estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Olympique de Marseille ficou sem tempo com o River Plate. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olympique de Marseille, e não vai ser retirado.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O JS Saoura tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Direção07/09/2026
O prazo passa com 6 contratações e 5 saídas
Está feito o negócio no Olympique de Marseille até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympique de Marseille coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Jeffrey de Lange está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
3‑1 frente ao Olympique Lyonnais, e os cânticos continuaram muito depois do apito. As classificações vêm e vão; dias assim contam-se aos jantares de família durante anos.
O aperto de mão com o River Plate está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Contra qualquer outro seriam três pontos e pouco mais. Contra eles, e com o nome dele no golo, é um ano de conversa garantida para o Olympique de Marseille e uma história que vai sobreviver ao contrato dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Olympique de Marseille podem fingir não ter ouvido.
A proposta do MB Rouissat por Guy Noël Zohouri foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os papéis estão assinados: Joseph Kalulu chega do Pau FC num negócio de $1.3M. Agora vem a parte difícil.
Plantel31/08/2026
Uma transferência que Joseph Kalulu teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Joseph Kalulu está a viver essa versão no Olympique de Marseille, e costuma notar-se no primeiro mês.
Dmytro Riznyk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Olympique Lyonnais segurou a vantagem 1 minutos, que não chega para a desfrutar. O Olympique de Marseille respondeu antes de o festejo terminar, e com isso mudou a forma da tarde.
Em resumo
PlantelLesão muscular e 14 dias de fora para Joseph Kalulu
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Chelsea fica com o seu homem, e o Olympique de Marseille volta a uma lista com um nome riscado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Amine Gouiri produziu-o, e o 9.20 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Olympique de Marseille pagou $8.8M por Dmytro Riznyk, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Dmytro Riznyk agiu, no Olympique de Marseille, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Pierre-Emile Højbjerg e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Amine Gouiri estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Arsenal fica com o seu homem, e o Olympique de Marseille volta a uma lista com um nome riscado.
O Olympique de Marseille ofereceu $25.8M; o Napoli disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Guy Noël Zohouri agiu, no Olympique de Marseille, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
A formação existe exatamente para esta manhã. Stéphane Marie passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
O nome de Jelle Van Neck apareceu em conversas de que o Olympique de Marseille não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Guy Noël Zohouri tem 19 anos, e o Olympique de Marseille contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
A proposta seguiu esta semana para o RC Lens, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Olympique de Marseille foi ao Le Havre AC com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Igor Paixão e o Olympique de Marseille acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $11.6M — um clube que quer Odsonne Édouard ao ponto de perguntar duas vezes.
Amine Gouiri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Olympique de Marseille lida com um homem que quer outro país.
Em resumo
PlantelTochukwu Nnadi desentende-se com um colega por causa das exigências
O bancoIgor Paixão pede uma conversa com o treinador