Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atletico Venezuela falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atletico Venezuela coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Roberto Arango está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atletico Venezuela falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atletico Venezuela podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atletico Venezuela ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A direção prendeu por mais tempo o homem do banco, e isso diz mais do que qualquer comunicado de apoio. A estabilidade promete-se com facilidade e mantém-se a peso de ouro.
Darwin Arango esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Richard Ramirez. 2‑0 sobre o Mineros de Guayana, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Estudiantes de Merida continuou a vir porque nada o travou, e ao Atletico Venezuela vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
Avaliado com 8.56. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Atletico Venezuela.
Plantel05/07/2027
Roberto Arango desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Julio Da Silva, e o treinador deixou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Diego Soteldo e o Atletico Venezuela acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Richard Rondon será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atletico Venezuela as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yéiner Vargas está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kevin Cataño, e o treinador deixou.
Salomon Otero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.