“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Devis Epassy, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Dinamo Bucharest sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Colocado numa posição que não é a sua, ou substituído antes da hora uma vez de mais: Cătălin Cîrjan deixou claro que não gosta da forma como o Dinamo Bucharest o está a utilizar. Os treinadores sabem destas coisas muito antes da imprensa.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Voluntari defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Em resumo
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Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Pandurii, e 0 jogos em 6 dizem que merece ser ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Dorin Puscas assinar alguma coisa — um contrato no Pandurii ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.