25 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Moisés esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Terminou 1‑0, e a tarde foi de Saeed Obaid: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o CSKA Moscow.
Plantel04/01/2027
Palavras no treino do CSKA Moscow sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matheus Reis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Notas dos jogadoresUma tarde de defesa para Ivan Oblyakov
PlantelKirill Glebov é o melhor jovem do mês na divisão
PlantelBater Maxim Borisko tornou-se o trabalho mais difícil da divisão
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O CSKA Moscow marcou aos 94, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Ivan Oblyakov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Jogo19/12/2026
O CSKA Moscow torna a sua casa um sítio difícil de visitar
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Plantel21/12/2026
Palavras no treino do CSKA Moscow sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Moisés está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 11 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que CSKA Moscow podem fingir não ter ouvido.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» CSKA Moscow nada responderam, o que também é uma resposta.
Notas dos jogadores02/11/2026
Matvey Kislyak, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.60
Um 7.60 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no CSKA Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 20 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Um 1‑0 sobre o Nizhniy Novgorod, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Aos 21 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No CSKA Moscow vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Vladislav Torop e o CSKA Moscow acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ivan Oblyakov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
21 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Igor Akinfeev, e o treinador deixou.
Moisés esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Participação em 2 golos, de um jogador que passou noventa minutos a fazer aquilo que um treinador quer mesmo: estar onde a bola ia acabar. 7.72 ao lado do nome.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Matheus Reis quer futebol continental; se o CSKA Moscow o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
O Rubin obrigou o CSKA Moscow a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑0 e a tabela não pergunta como.
Plantel28/09/2026
Danil Krugovoy desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
18 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Igor Akinfeev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 19. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel21/09/2026
10 caras novas e o CSKA Moscow ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Plantel21/09/2026
Palavras no treino do CSKA Moscow sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Maxim Khokhlov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Rostov? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Yuya Kubo lesiona os ligamentos do joelho — 19 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 19 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Jogo12/09/2026
Fedor Smolov ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 96. Fedor Smolov encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Baltika passou do ponto ao nada num só movimento.
Saeed Obaid esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel14/09/2026
Palavras no treino do CSKA Moscow sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Moisés está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O CSKA Moscow perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O CSKA Moscow pagou $11.3M por Saeed Obaid, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Matvey Kislyak esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As bancadas07/09/2026
O CSKA Moscow gasta $11.3M na contratação que a cidade queria
É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $11.3M por Saeed Obaid, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.
Plantel07/09/2026
Moisés desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
$11.3M do CSKA Moscow por Saeed Obaid. Dinheiro é dinheiro, mas o balneário perdeu o homem para quem olhava.
As bancadas07/09/2026
Os adeptos revoltam-se com a venda de Saeed Obaid por $11.3M
Vai para o CSKA Moscow, o clube tem $11.3M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Shabab, e não vai ser retirado.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
A formação existe exatamente para esta manhã. Mahmoud Al Bloushi passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
O Al Ahli obrigou o Al Shabab a suar, mas no fim o marcador dizia 1‑0 e a tabela não pergunta como.
Plantel07/09/2026
Palavras no treino do Al Shabab sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Faisal Al Naqbi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Amer Al Hashmi
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Saeed Obaid regressa a Al Shabab com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Diego Méndez e o Al Shabab acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Al Shabab a ouviu como outra coisa.
Plantel10/08/2026
Palavras no treino do Al Shabab sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ismail Al Hashmi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
PlantelDiego Méndez pede uma conversa com o treinador
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Al Shabab ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Diego Méndez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Mais um nome na lista: o Sharjah fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Amer Al Kamali. A resposta do Al Shabab não mudou — para já.
Plantel03/08/2026
Ismail Al Shamsi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Majed Al Shamsi e o Al Shabab acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Diego Méndez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.