18 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Olympique Akbou perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olympique Akbou ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympique Akbou coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Olympique Akbou perguntou e o ES Mostaganem disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O telefone voltou a tocar por causa de Ahmed Alili, e desta vez do outro lado está o ES Ben Aknoun. No Olympique Akbou ouvem com educação e não prometem nada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Merouane Mehdaoui estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para M'hend Sediri, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Hamdi Labidi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Sofiane Belkebla lesiona os ligamentos do joelho — 25 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olympique Akbou, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Olympique Akbou fez a parte difícil com o MB Rouissat, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O CR Belouizdad queria mais do que $22.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O MC El Bayadh fica com o seu homem, e o Olympique Akbou volta a uma lista com um nome riscado.
27 jogos, 4 balizas a zeros e um guarda-redes que não está um passo à frente do dia em que saiu. Se isso é dele, do clube que o acolheu ou de quem tratou do negócio é a discussão que o Olympique Akbou vai ter este mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Walid Zamoum estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
33 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Olympique Akbou perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Olympique Akbou perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Olympique Akbou podem fingir não ter ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Walid Zamoum estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco28/06/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Aly Dessé Sissoko
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.