Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Galactik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 14 anos foi melhor do que todos da sua idade na divisão durante quatro semanas seguidas, o que é mais difícil do que uma boa tarde. O Galactik vai tentar não fazer disso um caso.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Issa Abba está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Saleh Mahamat subiu nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ahmat Oumar, e o treinador deixou.
O AS Etat Major vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Galactik foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Abanga Mahamat Youssouf e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Aos 15 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Galactik disse a Issa Mbaiguedem que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Plantel22/03/2027
5 caras novas e o Galactik ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 4‑1, Oumar Doungous podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Abdoulaye Bechir está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Adam Abakar é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Oumar Doungous depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Marius Souleymane: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Galactik a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ousmane Biani. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Ninguém no Galactik sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Galactik, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Galactik ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Galactik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 17 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Oumar Doungous depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Disseram uma coisa a Oumar Souleymane e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
0‑2 frente ao Aiglons, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Abanga Mahamat Youssouf esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Brahim Moustapha está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco09/11/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑4 Oumar Doungous saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Galactik têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Oumar Souleymane: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Galactik a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Dos campos da formação para uma ficha de jogo da equipa principal aos 15 anos. A estreia é a parte fácil; o segundo jogo é o que todos os jovens têm de merecer.
A proposta seguiu esta semana para o AS Algoy, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Galactik já telefonou ao AS Algoy. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Abanga Mahamat Youssouf assinar alguma coisa — um contrato no Galactik ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Ousmane Biani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Ali Hissein está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Abdoulaye Djimet está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Ezechiel Abakar passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Issa Abba é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Perguntou-se ao AS Etat Major se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Ezechiel Djimet tem de reconquistar o que julgava seu. O Galactik não prometeu nada — nesta fase raramente promete.