8 caras novas e o US Bougouba ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Kalifa Camara: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o US Bougouba a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Real Bamako fica com o seu homem, e o US Bougouba volta a uma lista com um nome riscado.
Nankoma Keïta e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Perguntou-se ao Afrique Foot Elite se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Perguntou-se ao Afrique Foot Elite se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Abdoulaye Djenepo e o US Bougouba acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma época a olhar para o jogador de outro: Adama Kone chega do Real Bamako com algo a provar e um bilhete de volta na gaveta. Os bons empréstimos enriquecem toda a gente; este começa no sábado.