Anderson Asiedu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Medeama coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Medeama vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Felix Kyei assinar alguma coisa — um contrato no Medeama ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Medeama. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Medeama pode pedir e sobe o salário que Chikamso Amaefula pode exigir.
Dribles concretizados: 50. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Samuel Faniyi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Medeama as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Anderson Asiedu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Chikamso Amaefula, e o treinador deixou.
Empate aos 89 minutos, depois de uma tarde que o Medeama tinha praticamente arrumada. O Heart of Lions vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Ebenezer Nkrumah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.48 na época, com 13 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Anderson Asiedu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Medeama coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yussif Mubarik, e o treinador deixou.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Ibrahim Nurudeen chama-lhe outra coisa em privado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Derrick Fordjour está nela.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Patrick Baba depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.