Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do El Masry já se começa a dizer o nome dele no passado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no El Masry coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O El Masry foi ao Al Gaish com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Zamalek pagou $510.0K e o El Masry aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
O Zamalek pagou $390.0K e o El Masry aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mitchell Weiser estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O El Masry perguntou e o Boca Juniors disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O novo treinador do El Masry já trabalhou com Mohamed El Shami e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Gaish ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Gaish coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gustave Akueson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Kauê Vinícius não precisou: 8.53, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
9 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Petrojet foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Mahmoud Bentayg e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Camacho estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Achraf Bencharki lesiona os ligamentos do joelho — 26 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 26 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Jogo15/04/2028
Não se vê o fim da espera do Al Gaish por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al Gaish tem de arrancar um resultado de algum lado.
Mahmoud Bentayg esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
42 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.
Plantel17/04/2028
Ismaïl Ouro-Agoro desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Achraf Bencharki lesiona os ligamentos do joelho — 40 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 40 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Gaish coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel03/04/2028
Palavras no treino do Al Gaish sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Karim Tarek está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
69 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al Gaish perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Gaish ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ismaïl Ouro-Agoro e o Al Gaish acertam mais 2 anos.
Mahmoud Bentayg e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Al Gaish foi explícito quanto à situação de Hassan Magdy, o que é mais do que muitos recebem.
98 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al Gaish perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Gaish, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al Gaish pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Direção07/02/2028
Fecha o mercado: 10 entradas, 2 saídas no Al Gaish
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 10, saíram 2, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ashraf Ashour será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Gaish as despedidas começaram em silêncio.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nampalys Mendy e o Al Gaish acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Mercado07/02/2028
Tão perto: a transferência de Ahmed Abbas morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Police Union seguiu em frente, Ahmed Abbas apresenta-se de volta no Al Gaish, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Gaish coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelCamacho desentende-se com um colega por causa das exigências
105 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al Gaish perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Paradou à espera com uma camisola. No Al Gaish ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Gaish, e não vai ser retirado.
A proposta do Lommel por Ashraf Ashour foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ahmed Abbas será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Gaish as despedidas começaram em silêncio.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Al Gaish sabe dizer em que semana.
Mahmoud Bentayg e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Al Gaish ofereceu $200.0K; o Petrojet disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Achraf Bencharki lesiona os ligamentos do joelho — 113 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 113 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o Haras El Hodoud à espera com uma camisola. No Al Gaish ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta seguiu esta semana para o Petrojet, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Mahmoud Bentayg esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/01/2028
Camacho desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
134 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al Gaish perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Gaish, e não vai ser retirado.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Al Gaish vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Mahmoud Bentayg e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mohamed Abdelsalam e o Al Gaish acertam mais 3 anos.
Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Mahmoud Bentayg e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel13/12/2027
Palavras no treino do Al Gaish sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Camacho está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mahmoud Abdelaziz e o Al Gaish acertam mais 3 anos.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Emad Mohsen depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Gaish ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mahmoud Bentayg e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Camacho estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ebuka Okeke treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Segue-se o Haras El Hodoud, e há um homem no balneário do Al Gaish que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ismaïl Ouro-Agoro. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Al Gaish, mais uma semana sem a assinatura de Ahmed Tarek.
Em resumo
O bancoMahmoud Abdelaziz tornou-se um homem de confiança do treinador
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ashraf Ashour será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Gaish as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Karim Tarek estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Gaish coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ismaïl Ouro-Agoro, e o treinador deixou.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Police Union marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Karim Tarek esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Camacho estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fares Hatem, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ismaïl Ouro-Agoro assinar alguma coisa — um contrato no Al Gaish ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ashraf Ashour será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Gaish as despedidas começaram em silêncio.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Ahmed Abbas regressa a Al Gaish com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Gaish coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel20/09/2027
Palavras no treino do Al Gaish sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Camacho está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yehia Mostafa, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Gaish, e não vai ser retirado.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Ahmed Khaled regressa a Al Gaish com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Direção06/09/2027
Fecha o mercado: 12 entradas, 11 saídas no Al Gaish
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 12, saíram 11, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Ambas as partes esperam falar nos próximos dias. O Al Gaish vai pedir um valor, e tudo o que vier depois é aritmética.
Plantel06/09/2027
Karim Tarek desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Gaish coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 21 anos do Al Gaish que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Gaish, e não vai ser retirado.
Karim Tarek e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Ambas as partes esperam falar nos próximos dias. O Al Gaish vai pedir um valor, e tudo o que vier depois é aritmética.
Plantel30/08/2027
Palavras no treino do Al Gaish sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Camacho está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O CSKA Moscow fica com o seu homem, e o Al Gaish volta a uma lista com um nome riscado.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Emad Mohsen depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al Gaish perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Ebuka Okeke não precisou: 7.99, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
A proposta do ASO Chlef por Ahmed Nayel foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Tudo acordado com o Al Ahly, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.
Plantel23/08/2027
Camacho desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Al Gaish perguntou e o El Masry disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Al Gaish já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta do Haras El Hodoud por Ashraf Ashour foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Camacho estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma sondagem ao Al Ahly para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al Gaish perdeu-o em tudo menos nos papéis.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no El Masry ninguém diz, e no Al Gaish ninguém gosta de estar a adivinhar.
Ambas as partes esperam falar nos próximos dias. O Al Gaish vai pedir um valor, e tudo o que vier depois é aritmética.
Plantel02/08/2027
Karim Tarek desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mohamed Abdelsalam e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Al Gaish já telefonou ao Al Ahly. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 22 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Gaish, e não vai ser retirado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al Gaish perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Gaish ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Karim Tarek esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A verba é $91.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Al Ahly negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Plantel19/07/2027
Palavras no treino do Al Gaish sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ismaïl Ouro-Agoro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O CSKA Sofia fica com o seu homem, e o Al Gaish volta a uma lista com um nome riscado.
Em resumo
PlantelNo Al Gaish ainda são estranhos uns para os outros
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Al Gaish já se começa a dizer o nome dele no passado.
Plantel28/06/2027
46 dias de fora para Yehia Mostafa depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Gaish vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Gaish coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Plantel28/06/2027
Palavras no treino do Al Gaish sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ismaïl Ouro-Agoro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Gaish falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Gaish, e não vai ser retirado.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $1.7M porque Achraf Bencharki é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
Karim Tarek e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel07/06/2027
Palavras no treino do Al Gaish sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ismaïl Ouro-Agoro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Abdelrahman Katkot acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Al Gaish substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
97 dias de fora para Hassan Magdy depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Gaish vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Gaish ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Karim Tarek e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel10/05/2027
Ismaïl Ouro-Agoro desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Gaish, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Ahmed Khaled pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Camacho anda nisto há tempo suficiente para saber como se sente uma primavera que corre mal, e está a senti-lo. Um vestiário com medo joga como um vestiário com medo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Camacho estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ziad El Teihy e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Dois clubes atolados, um jogo entre eles, e um estádio que vai estar mais barulhento e mais assustado do que em qualquer outro momento da época. O Al Gaish sabe o que está em jogo, e toda a gente na bancada visitante também.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ahmed Khaled está nela.
Em resumo
MercadoMohamed Magdy está livre para procurar outro sítio
Karim Tarek e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel29/03/2027
Ismaïl Ouro-Agoro desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Houssem Eddine Souissi, e o treinador deixou.
«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Mohamed Hany foi informado de que não entra nos planos do treinador do Al Gaish.
O banco29/03/2027
Ahmed Ali tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al Gaish dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Segue-se o Wadi Degla, e há um homem no balneário do Al Gaish que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Ahmed Khaled pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Ebuka Okeke apontou a data.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ashraf Ashour será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Gaish as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel15/03/2027
Camacho desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ziad El Teihy e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um ponto arrancado aos 96 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Gaish ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jogo13/02/2027
Não se vê o fim da espera do Al Gaish por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al Gaish tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Gaish coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/02/2027
Ismaïl Ouro-Agoro desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Zamalek fica com o seu homem, e o Al Gaish volta a uma lista com um nome riscado.
O Police Union levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.
O banco15/02/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Emad Mohsen saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Al Gaish já se começa a dizer o nome dele no passado.
Mercado08/02/2027
Tão perto: a transferência de Ahmed Khaled morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Smouha seguiu em frente, Ahmed Khaled apresenta-se de volta no Al Gaish, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Ghaith Al-Madadha compromete-se com o Al Gaish por mais 3 anos.
Plantel08/02/2027
Camacho desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Chornomorets fica com o seu homem, e o Al Gaish volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Gaish coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A proposta do Military Production por Ali Hamdi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Gaish, e não vai ser retirado.
Karim Tarek esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel25/01/2027
Ismaïl Ouro-Agoro desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Panetolikos fica com o seu homem, e o Al Gaish volta a uma lista com um nome riscado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
O aperto de mão com o El Masry está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Verba acordada, salário acordado, e o Ghazl El Mahalla à espera com uma camisola. No Al Gaish ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Ismaïl Ouro-Agoro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 34 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Al Gaish é como lidar com um homem a quem deve muito.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ismaïl Ouro-Agoro estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mais um nome na lista: o Ghazl El Mahalla fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Ashraf Ashour. A resposta do Al Gaish não mudou — para já.
Aos 20 anos foi melhor do que todos da sua idade na divisão durante quatro semanas seguidas, o que é mais difícil do que uma boa tarde. O Al Gaish vai tentar não fazer disso um caso.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Merwane Khelif está em marcha
Ismaïl Ouro-Agoro e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel21/12/2026
Palavras no treino do Al Gaish sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Camacho está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
18 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Ações defensivas: 16, e a baliza a zero no final. As melhores tardes de um central parecem não ter nada dentro, e é exatamente esse o ponto.
O banco21/12/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Emad Mohsen foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Al Gaish nada responderam, o que também é uma resposta.
Plantel16/11/2026
Camacho desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Gaish coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Islam Mohareb tem a sua resposta do Al Gaish; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Khaled Sotohi, e o treinador deixou.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Amro Tarek: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Al Gaish a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Está no 12.º lugar e vai estar à espera. É fora de casa que uma época mostra o seu verdadeiro carácter, e esta equipa tem alguma coisa a provar sobre o seu.
Em resumo
PlantelOs relatórios de treino sobre Ashraf Ashour não são bons
Karim Tarek e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel19/10/2026
Camacho desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 2‑2, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ghaith Al-Madadha e o Al Gaish acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel12/10/2026
Palavras no treino do Al Gaish sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ismaïl Ouro-Agoro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Al Gaish terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Gaish, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Direção07/09/2026
Fecha o mercado: 14 entradas, 1 saídas no Al Gaish
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 14, saíram 1, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Gaish, e não vai ser retirado.
Karim Tarek esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Al Gaish perguntou e o El Masry disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel07/09/2026
Ghaith Al-Madadha desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Khaled Sotohi, e o treinador deixou.
O treinador reorganizou as ideias e Amro Tarek saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.