96 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kariobangi Sharks perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kariobangi Sharks falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Ally Salum Omar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
124 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kariobangi Sharks perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kariobangi Sharks, e não vai ser retirado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kariobangi Sharks falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Kariobangi Sharks sabem-no.
Joseph Mwangi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
131 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kariobangi Sharks perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 26 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kariobangi Sharks coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Mark Shaban tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Siyabonga Ngcobo, e o treinador deixou.
O Kariobangi Sharks fez saber ao mercado que Tarik Aoutah está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
35 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kariobangi Sharks perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kariobangi Sharks falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Kariobangi Sharks tem de arrancar um resultado de algum lado.
Joseph Mwangi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.