16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kenya Police perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kenya Police ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Khadime N'Diaye e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ambrose Sifuna estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Kenya Police perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Duncan Mainge é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Patrick Manyama é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kenya Police coisas que levam mais de uma semana a retirar.
15 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Brian Ouma depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.