Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 64 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rouzbeh Cheshmi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ehsan Hosseini esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sajjad Shahbazzadeh, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Disseram uma coisa a Mohammad Hossein Sadeghi e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Esteghlal falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 86, e o Esteghlal Ahvaz passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Al-Qadisiyah fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Plantel25/01/2027
Palavras no treino do Esteghlal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rouzbeh Cheshmi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Esteghlal perguntou e o Al-Diriyah disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mohammad Hossein Sadeghi. 1‑0 sobre o Esteghlal Ahvaz, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Avaliado com 7.53. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Eliminado, 1‑2 com o Padideh, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
Jogo05/12/2026
Não se vê o fim da espera do Esteghlal por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Esteghlal tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Antonio Adán, e o treinador deixou.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Lucas Besozzi tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rouzbeh Cheshmi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ehsan Hosseini e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Rouzbeh Cheshmi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Direção03/08/2026
5 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Esteghlal
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A formação existe exatamente para esta manhã. Mehdi Rezaeian passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.