“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Nicholas Onyango e o Mara Sugar acertam mais 3 anos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
um jogador do plantel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Mara Sugar, e não vai ser retirado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Timothy Kamau e o Mara Sugar acertam mais 4 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mara Sugar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Patrick Masika sai dessa comparação dentro da equipa, e o Mara Sugar beneficiou de cada uma dessas tardes.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Timothy Kamau subiu nela.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Duncan Kibwage está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nicholas Onyango treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
18.º lugar com 5 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Mara Sugar podem fingir não ter ouvido.
Jogo20/09/2031
Ninguém conseguiu parar de marcar
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Mara Sugar e do Shabana por igual; os restantes divertiram-se imenso.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não se vê o fim da espera do Mara Sugar por uma vitória
Já são 31 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Mara Sugar tem de arrancar um resultado de algum lado.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Uma média de 6.53 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Mara Sugar têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
1‑2 para o Bandari, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Notas dos jogadores08/09/2031
Mohammed Katana jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.15. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Plantel08/09/2031
Palavras no treino do Mara Sugar sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nicholas Onyango está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A série chega a 26 e as perguntas em torno do Mara Sugar já não são delicadas.
As bancadas04/08/2031
Os adeptos organizam-se contra a direção do Mara Sugar
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Notas dos jogadores04/08/2031
Ibrahim Njeru, 16 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.73
Um 7.73 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 16. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
O KCB aceitou o dinheiro. O que o Mara Sugar ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Muranga Seal fica com o seu homem, e o Mara Sugar volta a uma lista com um nome riscado.
Não se vê o fim da espera do Mara Sugar por uma vitória
Já são 22 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Mara Sugar tem de arrancar um resultado de algum lado.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Mara Sugar toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
O Shabana aceitou o dinheiro. O que o Mara Sugar ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Um 0‑7 imposto pelo Gor Mahia é o tipo de resultado que esvazia o estádio muito antes do apito final.
Jogo17/05/2031
Ninguém conseguiu parar de marcar
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Mara Sugar e do Gor Mahia por igual; os restantes divertiram-se imenso.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Patrick Masika e o Mara Sugar acertam mais 3 anos.
O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.
O banco19/05/2031
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑7, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
Houve um erro e acabou lá dentro. Os defesas são julgados pela pior coisa que fizeram e não pelos oitenta e nove minutos à volta: é injusto e é também o ofício.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 11 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
15 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Mara Sugar perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Jogo12/04/2031
Não se vê o fim da espera do Mara Sugar por uma vitória
Já são 10 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Mara Sugar tem de arrancar um resultado de algum lado.
O mais difícil de ter 16 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Ibrahim Njeru não precisou: 8.18, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
A raiva no Mara Sugar transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Harun Masika e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Timothy Onyango produziu-o, e o 8.72 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Notas dos jogadores03/03/2031
Caleb Njeru, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.92
Um 7.92 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Mara Sugar e do Muranga Seal por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Dennis Nyakeya e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 3‑4, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Houve um erro e acabou lá dentro. Os defesas são julgados pela pior coisa que fizeram e não pelos oitenta e nove minutos à volta: é injusto e é também o ofício.
O Mara Sugar entrevistou o mercado e nomeou o corredor: Interim Coach fica com o trabalho que já fazia em tudo menos no título. Às vezes as mãos mais seguras são as que já seguram o volante.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mara Sugar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco24/02/2031
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑3, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
Dribles concretizados: 12. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Dos campos da formação para uma ficha de jogo da equipa principal aos 16 anos. A estreia é a parte fácil; o segundo jogo é o que todos os jovens têm de merecer.
A raiva no Mara Sugar transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
0‑3 para o Kariobangi Sharks, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mara Sugar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.
O banco17/02/2031
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑3 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
46 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Mathare United foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Gor Mahia fica com o seu homem, e o Mara Sugar volta a uma lista com um nome riscado.
Tem 18 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Mara Sugar vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Kariobangi Sharks pode já não estar a vender.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mara Sugar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Gor Mahia fica com o seu homem, e o Mara Sugar volta a uma lista com um nome riscado.
O nome de Harun Masika não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Mara Sugar nada diz, o que já diz muito.
O banco27/01/2031
Victor Onyango tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Mara Sugar dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Mara Sugar, mais uma semana sem a assinatura de Kenneth Ouma.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Mara Sugar podem fingir não ter ouvido.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Mara Sugar
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Jogo28/10/2030
Para o Mara Sugar, cada ponto é agora uma discussão
Posição 18 e 8 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mara Sugar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
0‑6 para o Gor Mahia, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Mara Sugar e do Gor Mahia por igual; os restantes divertiram-se imenso.
um jogador do plantel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
Notas dos jogadoresPatrick Masika passa por eles um de cada vez
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Kevin Miheso é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Eric Miheso está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Nicholas Karisa está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Patrick Amuka é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não se vê o fim da espera do Mara Sugar por uma vitória
Já são 38 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Mara Sugar tem de arrancar um resultado de algum lado.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Brian Mulee treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Notas dos jogadores05/08/2030
Ibrahim Njeru, 15 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.80
Um 7.80 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 15. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Shabana fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Mohammed Katana esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 12 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Mara Sugar sabe dizer em que semana.
O Mara Sugar perguntou e o Nairobi United disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Caleb Njeru, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresPatrick Masika passa por eles um de cada vez
Já são 30 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
As bancadas10/06/2030
Os adeptos organizam-se contra a direção do Mara Sugar
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Mara Sugar podem fingir não ter ouvido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Mara Sugar falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Notas dos jogadores10/06/2030
George Njeru, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.66
Um 7.66 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
O aperto de mão com o Ulinzi Stars está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑5, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Se a responsabilidade foi do guarda-redes ou dos dez à frente dele é a discussão que vai encher as conversas da cidade esta semana. E 4 defesas não a resolvem para nenhum dos lados.
Patrick Miheso e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Já são 12 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
Plantel11/02/2030
Dennis Nyakeya lesiona os ligamentos do joelho — 29 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 29 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. George Njeru será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Mara Sugar as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Mara Sugar podem fingir não ter ouvido.
Notas dos jogadores11/02/2030
George Njeru, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.73
Um 7.73 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Minuto 93, frente ao Mathare United, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.