57 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Persijap perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Persijap coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Persijap sobre quem trabalha
PlantelHendro Darmawan tornou-se um homem de confiança do treinador
64 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Persijap perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Maya Miyoshi não precisou: 7.63, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Uma média de 7.10 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Persijap têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Sudi Abdallah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Avaliado com 5.77. Nada do que tentou resultou e a partir da hora deixou de tentar grande coisa, que é a parte em que um treinador repara, mais do que nos erros.
71 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Persijap perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
12 golos e uma média de 7.63 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Persijap coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
20 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Islambek Orazov. 1‑0 sobre o Madura United, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Em resumo
PlantelAditya Pato desentende-se com um colega por causa das exigências
78 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Persijap perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Persijap, e não vai ser retirado.
Sudi Abdallah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
85 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Persijap perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Wahyu Supriadi não precisou: 7.76, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Persijap coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma média de 7.31 na época, com 9 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
92 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Persijap perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Notas dos jogadores31/08/2037
Maya Miyoshi, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.97
Um 8.97 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
11 golos e uma média de 7.63 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Uma média de 7.04 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Persijap sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm daqueles dias de Aditya Pato
As bancadasToda a gente tem uma opinião sobre Sudi Abdallah
Notas dos jogadoresAs ocasiões vieram e foram-se para Sudi Abdallah
99 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Persijap perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Persijap coisas que levam mais de uma semana a retirar.