Rustam Abdullaev

Atacante - Obod U18
21 Mai 2030
Terça-feira
Processo

Marcado para Rustam Abdullaev

190 Edição

A Sentinela de Obod

18/03/2030
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

As bancadas

Os adeptos organizam-se contra a direção do Obod

Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.

Jogo

Até que enfim: o Obod ganha um jogo

15 jogos sem vencer, e depois isto, frente ao Shortan. O alívio é um barulho estranho num estádio de futebol, e foi o único que se ouviu no fim.

Plantel

O joelho: Rustam Abdullaev fora por 15 dias

15 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Obod perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Jogo

Obod atropela o Shortan

5‑0, e a margem não enganou ninguém — aguentava mais um golo ou dois sem protesto. É por tardes assim que as pessoas continuam a vir.

Notas dos jogadores

Os dois de Abdulla Mirzaev — 8.78

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.78, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Notas dos jogadores

Nem sinal de nervos em Abdulla Mirzaev aos 20 — 8.44

O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Abdulla Mirzaev não precisou: 8.44, e parecia o homem mais à vontade no relvado.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Obod

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Samukelo Ngodela estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

As bancadas

Os adeptos do Obod encontraram um ídolo em Abdulla Mirzaev

Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Abdulla Mirzaev tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.

Notas dos jogadores

Farhod Ismailov jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.12. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Em resumo

Edições anteriores
189 Edição

A Sentinela de Obod

11/03/2030
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

Não se vê o fim da espera do Obod por uma vitória

Já são 15 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Obod tem de arrancar um resultado de algum lado.

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Rustam Abdullaev

22 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Obod perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Mercado

Abdulla Mirzaev pede para sair do Obod

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

Asilbek Tojiddinov segura o Obod sozinho

Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.

Jogo

4 jogos sem marcar para o Obod

As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.

Plantel

Troca de palavras no Obod

Rustam Ismailov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Abdulla Mirzaev desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Eldor Abdullaev ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Notas dos jogadores

Farhod Ismailov fecha a porta

Ações defensivas: 16, e a baliza a zero no final. As melhores tardes de um central parecem não ter nada dentro, e é exatamente esse o ponto.

Em resumo

188 Edição

A Sentinela de Obod

04/03/2030
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Asilbek Tojiddinov segura o Obod sozinho

Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 15 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.

Jogo

A espera do Obod continua

Já são 14 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Rustam Abdullaev

29 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Obod perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

O banco

Rustam Zhankhaev guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Obod pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Os ânimos aquecem no Obod

Rustam Ismailov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Direção

8 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Obod

A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.

Jogo

O Obod não encontra a baliza

3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.

Plantel

Veljko Matic quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Obod ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Jogo

Tarde má para o Obod diante do Navbahor

0‑2 para o Navbahor, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Em resumo