“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Fayha, e não vai ser retirado.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Al-Wehda ninguém diz, e no Al-Fayha ninguém gosta de estar a adivinhar.
Abdelrahman Ramadan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Riyadh fica com o seu homem, e o Al-Fayha volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yasser Al-Dhafiri, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Samer Al-Marwani treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Waleed Al-Sultan assinar alguma coisa — um contrato no Al-Fayha ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Fayha, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bandar Al-Nemer será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Fayha as despedidas começaram em silêncio.
Abdelrahman Ramadan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
O Al-Fayha já telefonou ao Al-Shoulla. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Plantel10/06/2030
Aditya Saddil desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bandar Al-Dawsari, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Hugo Moura. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Al-Fayha está a esgotar-se.
Abdelrahman Ramadan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Osamah Al-Mubaireek estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém proibiu o clube de gastar; simplesmente não tem nada para gastar que não tenha primeiro arrecadado. Cada nome que entra vem com outro agarrado à saída.
Abdelrahman Ramadan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Amar Al-Yuhaybi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aditya Saddil estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Hugo Moura. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Fayha perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Fayha ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Abdelrahman Ramadan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Direção22/04/2030
Em Al-Fayha não entra ninguém enquanto não sair alguém
O clube não está proibido de gastar; simplesmente não tem nada que não tenha encaixado primeiro. Cada nome associado a Al-Fayha neste mercado vem com um nome a sair na mesma frase.
Plantel22/04/2030
Palavras no treino do Al-Fayha sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aditya Saddil está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Fayha, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Samer Al-Marwani pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Um treinador perdoa um mau sábado muito mais depressa do que uma má terça, porque um explica-se e o outro escolheu-o. Os relatos desta semana não foram bons.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Khalid Al-Ahmadi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Fayha as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Amar Al-Yuhaybi, e o treinador deixou.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Abdelrahman Ramadan: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aditya Saddil estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Osamah Al-Mubaireek treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Abdelrahman Ramadan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Osamah Al-Mubaireek estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Hugo Moura. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Acima do limite que o banco impôs, que é a linha entre um clube financiado e um clube em apuros. $9.9M é agora o número com que todas as conversas sobre este clube vão começar.
Plantel11/03/2030
Aditya Saddil desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Samer Al-Marwani treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Al-Fayha terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
A proposta do Al-Khaleej por Amar Al-Yuhaybi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Abdelrahman Ramadan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Al-Fayha perguntou e o Al-Ittihad disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Al-Fayha marcou aos 94, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
7 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Al-Batin foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Paulo Oliveira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Waleed Al-Sultan. 2‑1 sobre o Al-Batin, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel12/11/2029
Palavras no treino do Al-Fayha sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Osamah Al-Mubaireek está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Chris Smalling lesiona os ligamentos do joelho — 38 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Al-Fayha já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Abdulrahman Al-Dhafeeri será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Fayha as despedidas começaram em silêncio.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Al-Fayha fez a parte difícil com o Al-Nassr, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel23/07/2029
No Al-Fayha ainda são estranhos uns para os outros
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al-Fayha sabem-no.
Tem 18 anos e ninguém em Al-Fayha o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Em resumo
MercadoA história de Hugo Moura recusa-se a morrer
115 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Fayha perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Rashid Al-Subaie treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Fayha, e não vai ser retirado.
Hugo Moura esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Bader Al-Omair tem a sua resposta do Al-Fayha; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al-Fayha sabem-no.
Paulo Oliveira esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al-Fayha sabem-no.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rakan Al-Harbi, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Fayha sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Fayha, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Jathob Al-Dhafieri pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Al-Fayha pode pedir e sobe o salário que Faisal Al-Bakr pode exigir.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mxolisi Mthiya produziu-o, e o 8.62 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Paulo Oliveira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Al-Fayha foi explícito quanto à situação de Paulo Oliveira, o que é mais do que muitos recebem.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mxolisi Mthiya. 2‑0 sobre o Al-Saudi Al-Watani, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Al-Fayha sabe dizer em que semana.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
O Al-Njoom levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel30/10/2028
Osama Al-Turki desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
MercadoMuath Al-Habib está livre para procurar outro sítio