O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Fahad Al-Ahmadi treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 19 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Orlando Mosquera. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Começou-se a ver a tabela antes de os jogos acabarem, e esse é sempre o sinal. No Al-Fayha ninguém diz a palavra em voz alta, e todos no edifício estão a pensá-la.
Sem valor e sem fanfarra: o tempo de Anaël Bakaki no Al-Fayha acaba com um aperto de mão, e o Al-Khaleej leva um jogador ao preço do salário. Alguém chamará astuto; o tempo dirá quem.
Chris Smalling esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Al-Fayha está a esgotar-se.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Fayha sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Chris Smalling esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Orlando Mosquera. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
MercadoContinua sem haver assinatura de Anaël Bakaki
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Fahad Al-Ahmadi treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Mikel Villanueva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Vejo todos os jogos do Al-Fayha daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Al-Ettifaq segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Posição 13 e 15 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Fayha ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Chris Smalling esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 19 anos e ninguém em Al-Fayha o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Orlando Mosquera. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Jason anda nisto há tempo suficiente para saber como se sente uma primavera que corre mal, e está a senti-lo. Um vestiário com medo joga como um vestiário com medo.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Al-Fayha toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Chris Smalling esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdullah Al-Dossari, e o treinador deixou.
Chris Smalling anda nisto há tempo suficiente para saber como se sente uma primavera que corre mal, e está a senti-lo. Um vestiário com medo joga como um vestiário com medo.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Al-Fayha está a esgotar-se.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Olawale Olajide, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Fayha sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Fayha, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Anaël Bakaki será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Fayha as despedidas começaram em silêncio.
Mikel Villanueva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 19 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Ahmed Juma tem 20 anos, e o Al-Fayha contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Khalid Al Shamsi e o Al-Fayha acertam mais 3 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Al-Fayha terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Qassem Lajami treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Orlando Mosquera. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Al-Fayha pode pedir e sobe o salário que Anaël Bakaki pode exigir.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Fahad Al-Ahmadi treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Chris Smalling esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ryan Ardiansyah e o Al-Fayha acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Jason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Waleed Al-Dawsari e o Al-Fayha acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A camisola ainda lhe serve. Waleed Al-Dawsari está de volta ao Al-Fayha, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Chris Smalling esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A perseguição a Abdullah Al-Shehri terminou com $130.0K a mudar de mãos e o Al-Saudi Al-Watani sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A perseguição a Muhammad Makbashi terminou com $140.0K a mudar de mãos e o Al-Riyadh sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Uma média de 7.32 na época, com 4 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Tem 18 anos e ninguém em Al-Fayha o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Al-Fayha fez saber ao mercado que Olawale Olajide está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Fahad Al-Ahmadi treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
A proposta do Al-Jeel por Abdulhadi Al-Harajin foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yasser Al-Subaie será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Fayha as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Vejo todos os jogos do Al-Fayha daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Al-Ettifaq segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Abdulhadi Al-Harajin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Fayha as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 11 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Posição 13 e 10 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Mikel Villanueva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Pagamos isto de quinze em quinze dias. O mínimo é alguém a quem se note que lhe importa.» 5 dos 22 do plantel principal saíram para aquilo; os outros não jogaram.
Jason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jason assinar alguma coisa — um contrato no Al-Fayha ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yasser Al-Subaie será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Fayha as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma média de 7.21 na época, com 3 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Fahad Al-Ahmadi treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Abdulhadi Al-Harajin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Fayha as despedidas começaram em silêncio.
Makhir Al-Rashidi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 13 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Jason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jason assinar alguma coisa — um contrato no Al-Fayha ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Fayha ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mikel Villanueva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohammed Al-Baqawi, e o treinador deixou.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Jason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Posição 13 e 7 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Olawale Olajide treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Fayha, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jason assinar alguma coisa — um contrato no Al-Fayha ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Fayha ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Yassine Benzia e o Al-Fayha acertam mais 2 anos.
Jason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohammed Al-Baqawi, e o treinador deixou.
Mohammed Al-Baqawi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Orlando Mosquera, e o treinador deixou.
Não se vê o fim da espera do Al-Fayha por uma vitória
Já são 24 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al-Fayha tem de arrancar um resultado de algum lado.
Jason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Orlando Mosquera sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
O Damac segue em frente e o Al-Fayha vai para casa, com um 1‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
As bancadas18/09/2028
Os assobios descem de três lados
«Pagamos isto de quinze em quinze dias. O mínimo é alguém a quem se note que lhe importa.» 9 dos 25 do plantel principal saíram para aquilo; os outros não jogaram.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mikel Villanueva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não se vê o fim da espera do Al-Fayha por uma vitória
Já são 20 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al-Fayha tem de arrancar um resultado de algum lado.
Jason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Orlando Mosquera sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Bastián Morales pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Não se vê o fim da espera do Al-Fayha por uma vitória
Já são 19 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al-Fayha tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Fayha, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Bastián Morales e o Al-Fayha acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al-Fayha sabem-no.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Fayha ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Notas dos jogadoresA única coisa que Abdulkarim Darisi não conseguiu
107Edição
A Crónica de Al-Fayha
14/08/2028
Do nosso correspondente de futebolCrise
Jogo12/08/2028
Não se vê o fim da espera do Al-Fayha por uma vitória
Já são 17 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al-Fayha tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Omar Al-Qahtani volta a ser jogador do Al-Fayha, e a cidade tem a sua história do verão.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Salman Al-Enezi volta a ser jogador do Al-Fayha, e a cidade tem a sua história do verão.
A camisola ainda lhe serve. Rashid Al-Shammari está de volta ao Al-Fayha, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Orlando Mosquera, e o treinador deixou.
Em resumo
DireçãoUma promessa que a direção de Al-Fayha não cumpriu
Notas dos jogadoresJason manda-a para a própria baliza
As bancadasToda a gente tem uma opinião sobre Chris Smalling
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Fahad Al-Ahmadi treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mansor Al-Beshe treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mikel Villanueva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Toda a gente deixou de fingir: o Al-Nahda vai fazer a chamada por Khaled Al-Rammah esta semana. O Al-Fayha tem um número em mente, e o número não é tímido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Khaled Al-Rammah treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Khaled Al-Rammah será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Fayha as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Mikel Villanueva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A proposta do Najran por Khaled Al-Rammah foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Al-Fayha toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Mikel Villanueva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ali Al-Masoud e o Al-Fayha acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Abdullah Al-Dossari tem 34 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Fayha, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A perseguição a Ali Al-Masoud terminou com $310.0K a mudar de mãos e o Al-Batin sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Waseem Al-Otaibi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Fayha as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Abdulhadi Al-Harajin e o Al-Fayha acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Waseem Al-Otaibi tem a sua resposta do Al-Fayha; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Fahad Al-Ahmadi treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
O telefone voltou a tocar por causa de Fashion Sakala, e desta vez do outro lado está o Ferencvaros. No Al-Fayha ouvem com educação e não prometem nada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Muath Al-Habib tem a sua resposta do Al-Fayha; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
O que era notícia de canto de página passou a ser assunto das bancadas, e as bancadas não fazem nuances. Al-Fayha gostariam de resolver isto antes de ser a única pergunta.
Jason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jason assinar alguma coisa — um contrato no Al-Fayha ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Rayyan Enad treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mikel Villanueva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Abdulaziz Al-Shahrani será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Fayha as despedidas começaram em silêncio.
Jason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Fahad Al-Ahmadi treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
7 golos em 22 jogos no Al-Riyadh — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al-Fayha alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Fayha sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Fashion Sakala fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sattam Al-Ruqi, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jason assinar alguma coisa — um contrato no Al-Fayha ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Andres Ramirez deixa o Al-Fayha pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Fayha sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Abdulaziz Al-Shahrani será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Fayha as despedidas começaram em silêncio.
Jason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rayyan Enad, e o treinador deixou.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Mikel Villanueva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
7 golos em 22 jogos no Al-Riyadh — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al-Fayha alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Fayha sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Al-Fayha está a esgotar-se.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Posição 12 e 20 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Jason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdullah Al-Joui, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jason assinar alguma coisa — um contrato no Al-Fayha ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sattam Al-Ruqi, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Fayha sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rayyan Enad, e o treinador deixou.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Al-Fayha que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Fayha ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Posição 12 e 20 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Al-Fayha está a esgotar-se.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Orlando Mosquera e o Al-Fayha acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Jason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Mikel Villanueva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Malek Al-Abadalmanam, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Fayha, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Fayha ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
DireçãoOs salários levam 160% do que Al-Fayha recebem
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Fayha ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Fayha sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Não se vê o fim da espera do Al-Fayha por uma vitória
Já são 16 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al-Fayha tem de arrancar um resultado de algum lado.
Posição 12 e 20 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não se vê o fim da espera do Al-Fayha por uma vitória
Já são 15 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al-Fayha tem de arrancar um resultado de algum lado.
Um 1‑4 imposto pelo Al-Ittihad é o tipo de resultado que esvazia o estádio muito antes do apito final.
As bancadas31/01/2028
Os assobios descem de três lados
«Pagamos isto de quinze em quinze dias. O mínimo é alguém a quem se note que lhe importa.» 6 dos 26 do plantel principal saíram para aquilo; os outros não jogaram.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Toda a gente deixou de fingir: o Al-Nassr vai fazer a chamada por Yassine Benzia esta semana. O Al-Fayha tem um número em mente, e o número não é tímido.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Khaled Al-Rammah regressa a Al-Fayha com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
A proposta do Al-Taawoun por Silvère Ganvoula foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Mikel Villanueva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.23 na época, com 16 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fashion Sakala, e o treinador deixou.
Não se vê o fim da espera do Al-Fayha por uma vitória
Já são 12 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al-Fayha tem de arrancar um resultado de algum lado.
Jason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Fayha, e não vai ser retirado.
Jason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Chris Smalling esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mikel Villanueva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jason. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Makhir Al-Rashidi, e o treinador deixou.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al-Fayha sabem-no.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Silvère Ganvoula assinar alguma coisa — um contrato no Al-Fayha ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Mikel Villanueva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Fayha, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Mikel Villanueva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Jason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Mikel Villanueva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Abdulrahman Al-Dakheel treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Fayha sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Orlando Mosquera, e o treinador deixou.
“Vejo todos os jogos do Al-Fayha daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Al-Riyadh segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Silvère Ganvoula assinar alguma coisa — um contrato no Al-Fayha ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mikel Villanueva e o Al-Fayha acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Mikel Villanueva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rayyan Enad, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Eliminado, 0‑1 com o Al-Hazem, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
As bancadas20/09/2027
As bancadas já chegaram ao limite
«Andamos atrás de vocês por todo o lado e recebemos isto.» 8 dos 25 jogadores do plantel principal ouviram-no ao sair, e quem não ouviu é porque não jogou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Orlando Mosquera sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Vejo todos os jogos do Al-Fayha daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Al-Riyadh segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Mikel Villanueva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Jason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Mikel Villanueva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohammed Al-Baqawi, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jason. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Turki Al-Qahtani volta a ser jogador do Al-Fayha, e a cidade tem a sua história do verão.
A camisola ainda lhe serve. Yasser Al-Shammari está de volta ao Al-Fayha, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Mohammed Al-Dawsari volta a ser jogador do Al-Fayha, e a cidade tem a sua história do verão.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Rashid Al-Harbi volta a ser jogador do Al-Fayha, e a cidade tem a sua história do verão.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mansor Al-Beshe e o Al-Fayha acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al-Fayha, e 1 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
Mikel Villanueva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdulraouf Al-Duqayl, e o treinador deixou.
Silvère Ganvoula esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Abdulaziz Al-Shahrani e o Al-Fayha acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
O que era notícia de canto de página passou a ser assunto das bancadas, e as bancadas não fazem nuances. Al-Fayha gostariam de resolver isto antes de ser a única pergunta.
Mikel Villanueva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jason. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Fayha, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Fayha, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Orlando Mosquera. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Mohammed Al-Baqawi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Fayha, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mariano Cristaldo, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Fayha, e não vai ser retirado.
Mikel Villanueva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Al-Fayha sabem-no, e também todos os que o veem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdulraouf Al-Duqayl, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fayha coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Anaël Bakaki e o Al-Fayha acertam mais 2 anos.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Orlando Mosquera. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Fayha, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mikel Villanueva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Al-Nassr pagou $830.0K e o Al-Fayha aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
O Al-Nassr pagou $610.0K e o Al-Fayha aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
O que era notícia de canto de página passou a ser assunto das bancadas, e as bancadas não fazem nuances. Al-Fayha gostariam de resolver isto antes de ser a única pergunta.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Al-Fayha que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.