115 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pari Nizhniy Novgorod perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Renaldo Cephas tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Arsenal Tula deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.90 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pari Nizhniy Novgorod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luka Vešner Tičić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Pari Nizhniy Novgorod lida com um homem que quer outro país.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 61 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Nikita Kakkoev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel08/10/2035
Kirill Stolbov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
20 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 75 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Anatoly Guryev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pari Nizhniy Novgorod as despedidas começaram em silêncio.
Nikita Kakkoev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/09/2035
Luka Vešner Tičić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
82 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pari Nizhniy Novgorod perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Pari Nizhniy Novgorod tem de arrancar um resultado de algum lado.
Nikita Kakkoev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel17/09/2035
Kirill Stolbov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
110 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pari Nizhniy Novgorod perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
As bancadas20/08/2035
As bancadas já chegaram ao limite
«Andamos atrás de vocês por todo o lado e recebemos isto.» 9 dos 38 jogadores do plantel principal ouviram-no ao sair, e quem não ouviu é porque não jogou.
Nikita Kakkoev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 22. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel20/08/2035
Luka Vešner Tičić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
117 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pari Nizhniy Novgorod perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pari Nizhniy Novgorod, e não vai ser retirado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.98 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Anatoly Guryev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pari Nizhniy Novgorod as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pari Nizhniy Novgorod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luka Vešner Tičić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Pari Nizhniy Novgorod lida com um homem que quer outro país.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Ivan Pugachev tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
152 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pari Nizhniy Novgorod perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Pari Nizhniy Novgorod podem fingir não ter ouvido.
Daniil Lesovoy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel09/07/2035
Luka Vešner Tičić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Ivan Pugachev não desaparece
Valentin Osipov lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pari Nizhniy Novgorod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A camisola ainda lhe serve. Nazar Klimov está de volta ao Pari Nizhniy Novgorod, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luka Vešner Tičić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Pari Nizhniy Novgorod lida com um homem que quer outro país.
Valentin Osipov lesiona os ligamentos do joelho — 31 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 31 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Nikita Kakkoev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ivan Pugachev e o Pari Nizhniy Novgorod acertam mais 5 anos.
Em resumo
PlantelLuka Vešner Tičić desentende-se com um colega por causa das exigências
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Plantel04/06/2035
O veredicto de uma época sobre Ivan Pugachev: o melhor da sua idade
O Pari Nizhniy Novgorod tem um jogador de 21 anos que a divisão acabou de eleger o seu melhor jovem. O próximo problema do clube é que agora toda a gente também sabe.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Pari Nizhniy Novgorod estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pari Nizhniy Novgorod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kirill Stolbov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mercado04/06/2035
Ivan Pugachev regressa de um empréstimo que resultou
28 jogos e 20 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pari Nizhniy Novgorod perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os dirigentes deixaram de mostrar afeto público ao treinador. No futebol, isso costuma ser a fase anterior ao comunicado curto.
Emprestados28/05/2035
Os golos continuam a chegar do exílio de Ivan Pugachev
20 golos em 28 jogos no Rotor — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Pari Nizhniy Novgorod alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pari Nizhniy Novgorod perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pari Nizhniy Novgorod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luka Vešner Tičić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Eduardo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rotor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Plantel21/05/2035
Ivan Pugachev tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Rotor dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Murray Campbell será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rotor as despedidas começaram em silêncio.
Uma média de 7.09 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Rotor sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Plantel14/05/2035
Eduardo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Valentin Osipov está a viver essa versão no Pari Nizhniy Novgorod, e costuma notar-se no primeiro mês.
Nikita Kakkoev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel30/04/2035
Luka Vešner Tičić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pari Nizhniy Novgorod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luka Vešner Tičić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Rotor está a esgotar-se.
Alexandr Troshechkin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Eduardo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Em resumo
PlantelIvan Pugachev tornou-se um homem de confiança do treinador
Posição 3, 54 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rotor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Uma média de 7.09 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Rotor têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rotor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Rotor sobre quem trabalha
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Pari Nizhniy Novgorod está a esgotar-se.
Emprestados02/04/2035
Os golos continuam a chegar do exílio de Ivan Pugachev
20 golos em 28 jogos no Rotor — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Pari Nizhniy Novgorod alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Edgardo Fariña e o Pari Nizhniy Novgorod acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Daniil Lesovoy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel02/04/2035
Edgardo Fariña desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Eduardo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rotor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel26/03/2035
Ivan Pugachev tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Rotor dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma média de 7.09 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Rotor têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Plantel19/03/2035
Eduardo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Gonzalo Dell Aquila esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Pari Nizhniy Novgorod pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Nikita Kakkoev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelLuka Vešner Tičić desentende-se com um colega por causa das exigências
Houve 7 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.
Notas dos jogadores05/03/2035
Ivan Pugachev, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.41
Um 8.41 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rotor, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Anthony Foster será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rotor as despedidas começaram em silêncio.
Uma média de 7.00 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Rotor têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rotor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O buraco voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm direito a ficar aliviados e direito a perguntar o que acontece no mês em que não for tapado, e os dois sentimentos costumam chegar juntos.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Eliminado, 1‑2 com o Lokomotiv Moscow, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Rotor está a esgotar-se.
As bancadas26/02/2035
As bancadas já chegaram ao limite
«Andamos atrás de vocês por todo o lado e recebemos isto.» 9 dos 29 jogadores do plantel principal ouviram-no ao sair, e quem não ouviu é porque não jogou.
Alexandr Troshechkin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Eduardo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rotor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Tem 21 anos, média de 7.08, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rotor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Mais um nome na lista: o Chernomorets fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Anthony Foster. A resposta do Rotor não mudou — para já.
Plantel19/02/2035
Eduardo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Tomislav Dadić.
Nikita Kakkoev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel05/02/2035
Luka Vešner Tičić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rotor, e não vai ser retirado.
Notas dos jogadores05/02/2035
Ivan Pugachev, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.73
Um 7.73 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Os balanços não querem saber de forma nem de à volta de quem o treinador tencionava construir. A direção decidiu que é precisa uma venda, e só falta saber que nome acaba por carregá-la.
O buraco voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm direito a ficar aliviados e direito a perguntar o que acontece no mês em que não for tapado, e os dois sentimentos costumam chegar juntos.
Plantel05/02/2035
Eduardo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Gonzalo Dell Aquila esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Notas dos jogadores29/01/2035
Uma estreia que Anatoly Guryev vai querer esquecer — 5.68
Toda a estreia é uma de duas histórias e esta foi a outra. 5.68, e o único consolo disponível é que nenhuma carreira foi alguma vez decidida por noventa minutos com uma camisola acabada de entregar.
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Pari Nizhniy Novgorod tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pari Nizhniy Novgorod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Edgardo Fariña está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para David Ledesma, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rotor, e não vai ser retirado.
Notas dos jogadores29/01/2035
Ivan Pugachev, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.58
Um 8.58 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Alexandr Troshechkin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel29/01/2035
Uma transferência que Boris Trifonov teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Boris Trifonov está a viver essa versão no Rotor, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Eduardo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Nikita Kakkoev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
23 jogos longe de casa e 17 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.
Plantel22/01/2035
Luka Vešner Tičić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nikita Kakkoev, e o treinador deixou.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Pari Nizhniy Novgorod disse a Nikita Kakkoev que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rotor, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rotor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rotor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma média de 7.04 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Rotor têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Plantel22/01/2035
Eduardo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pari Nizhniy Novgorod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/01/2035
Uma transferência que Thomas Thomas teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Thomas Thomas está a viver essa versão no Pari Nizhniy Novgorod, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luka Vešner Tičić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Thomas Thomas tem 19 anos, e o Pari Nizhniy Novgorod contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Matvey Urvantsev assinar alguma coisa — um contrato no Pari Nizhniy Novgorod ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Ivan Pugachev não precisou: 7.89, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ramiro Pedroza será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rotor as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Alexandr Troshechkin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Vasyl Nazarenko está a viver essa versão no Rotor, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Eduardo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Eduard Lobanov: 2 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Notas dos jogadores08/01/2035
Ivan Pugachev, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.82
Um 7.82 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Alexandr Troshechkin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Eduardo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Andres Gomez tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Pari Nizhniy Novgorod beneficiou disso.
Nikita Kakkoev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/01/2035
Luka Vešner Tičić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Matvey Urvantsev. 2‑1 sobre o Orenburg, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Emprestados01/01/2035
Os golos continuam a chegar do exílio de Ivan Pugachev
14 golos em 20 jogos no Rotor — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Pari Nizhniy Novgorod alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Em resumo
Notas dos jogadoresMatvey Urvantsev jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Kirill Stolbov
Stepan Guzhvin lesiona os ligamentos do joelho — 14 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 14 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Rotor está a esgotar-se.
Notas dos jogadores01/01/2035
Ivan Pugachev, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.77
Um 7.77 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Rotor beneficiou disso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rotor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Ural levou os pontos após um 2‑3 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel01/01/2035
Eduardo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
DireçãoOs salários levam 161% do que Rotor recebem
Notas dos jogadoresCristiano Dell'Orzo jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pari Nizhniy Novgorod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luka Vešner Tičić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Avaliado com 7.93. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Nikita Kakkoev. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Stepan Guzhvin lesiona os ligamentos do joelho — 21 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 21 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Eduardo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Stepan Guzhvin lesiona os ligamentos do joelho — 28 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 28 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rotor, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ramiro Pedroza será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rotor as despedidas começaram em silêncio.
Plantel18/12/2034
Eduardo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Kevin Rincon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Notas dos jogadores18/12/2034
Andres Gomez jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.61. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pari Nizhniy Novgorod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luka Vešner Tičić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Pari Nizhniy Novgorod sabem-no.
O Lokomotiv Moscow levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
Emprestados11/12/2034
Os golos continuam a chegar do exílio de Ivan Pugachev
11 golos em 17 jogos no Rotor — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Pari Nizhniy Novgorod alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Notas dos jogadores11/12/2034
Ivan Pugachev, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.64
Um 7.64 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.93 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Alexandr Troshechkin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Eduardo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Pari Nizhniy Novgorod tem de arrancar um resultado de algum lado.
Nikita Kakkoev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel04/12/2034
Luka Vešner Tičić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nikita Kakkoev, e o treinador deixou.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Lautaro Velázquez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rotor as despedidas começaram em silêncio.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rotor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pari Nizhniy Novgorod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Edgardo Fariña está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yegor Koshkin, e o treinador deixou.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Vitória por 2‑0 sobre o Baltika, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rotor, e não vai ser retirado.
Notas dos jogadores27/11/2034
Ivan Pugachev, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.77
Um 7.77 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Alexandr Troshechkin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Eduardo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pari Nizhniy Novgorod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luka Vešner Tičić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Renaldo Cephas, e o treinador deixou.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rotor, e não vai ser retirado.
A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Notas dos jogadores13/11/2034
Ivan Pugachev, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.60
Um 7.60 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Alexandr Troshechkin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Eduardo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Os balanços não querem saber de forma nem de à volta de quem o treinador tencionava construir. A direção decidiu que é precisa uma venda, e só falta saber que nome acaba por carregá-la.
O buraco voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm direito a ficar aliviados e direito a perguntar o que acontece no mês em que não for tapado, e os dois sentimentos costumam chegar juntos.
Plantel06/11/2034
Eduardo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Kevin Rincon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 23 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Daniil Lesovoy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel23/10/2034
Luka Vešner Tičić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Matvey Urvantsev. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Emprestados23/10/2034
Os golos continuam a chegar do exílio de Ivan Pugachev
6 golos em 11 jogos no Rotor — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Pari Nizhniy Novgorod alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Renaldo Cephas
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rotor, e não vai ser retirado.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Ivan Pugachev não precisou: 7.75, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rotor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rotor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/10/2034
Eduardo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Ivan Pugachev tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Pari Nizhniy Novgorod nada responderam, o que também é uma resposta.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pari Nizhniy Novgorod, e não vai ser retirado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Renaldo Cephas e o Pari Nizhniy Novgorod acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pari Nizhniy Novgorod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luka Vešner Tičić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Nikita Kakkoev. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nota 5.70, e sendo generosos. Não lhe saiu nada e, ao fim, a bancada já não esperava que saísse.
Emprestados02/10/2034
Os golos continuam a chegar do exílio de Ivan Pugachev
5 golos em 9 jogos no Rotor — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Pari Nizhniy Novgorod alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Em resumo
Notas dos jogadoresKirill Stolbov encarou-os todo o jogo
20 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rotor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Notas dos jogadores02/10/2034
Ivan Pugachev, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 9.19
Um 9.19 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Eduardo e o Rotor acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alexandr Troshechkin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ivan Pugachev. 3‑1 sobre o Chernomorets, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Nikita Kakkoev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel25/09/2034
Edgardo Fariña desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Matvey Urvantsev. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rotor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Notas dos jogadores25/09/2034
Ivan Pugachev, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.76
Um 7.76 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rotor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel25/09/2034
Eduardo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Ivan Pugachev tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ivan Pugachev. 1‑0 sobre o Chelyabinsk, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Pari Nizhniy Novgorod podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pari Nizhniy Novgorod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luka Vešner Tičić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Pari Nizhniy Novgorod, e 6 jogos em 10 dizem que merece ser ouvido.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Nikita Kakkoev. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 34 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Ivan Pugachev não precisou: 7.70, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Alexandr Troshechkin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Eduardo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
O Chaika vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Pari Nizhniy Novgorod foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Daniil Lesovoy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel31/07/2034
Luka Vešner Tičić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel31/07/2034
Bohdan Striuk melhorou aos 27, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 55 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Rotor já falam dele no passado.
Plantel31/07/2034
Eduardo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Gonzalo Dell Aquila esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Pari Nizhniy Novgorod falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Nikita Kakkoev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel19/06/2034
Luka Vešner Tičić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Pari Nizhniy Novgorod falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pari Nizhniy Novgorod ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
19 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pari Nizhniy Novgorod perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Pari Nizhniy Novgorod falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Quatro parágrafos no site do clube, nenhum deles sobre futebol. A direção agradeceu, desejou-lhe felicidades e já tinha a procura em marcha antes de a página ir para o ar.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Plantel03/04/2034
Jaime Carreño lesiona os ligamentos do joelho — 47 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 47 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 102 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A equipa técnica esvaziou-se por completo e não havia ninguém internamente para promover, por isso o clube nomeou um nome que quase nenhum adepto reconhecerá. Recupera-se disto; ninguém gosta de o explicar.
“Não penso para lá de sábado, e não aconselharia ninguém a fazê-lo.” A primeira regra do interino é fingir que o trabalho é pequeno; Interim Coach recitou-a na perfeição.
Daniil Lesovoy lesiona os ligamentos do joelho — 27 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 27 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Pari Nizhniy Novgorod falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ivan Pugachev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pari Nizhniy Novgorod as despedidas começaram em silêncio.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Renaldo Cephas e o Pari Nizhniy Novgorod acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Daniil Lesovoy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Daniil Lesovoy lesiona os ligamentos do joelho — 45 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 45 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pari Nizhniy Novgorod ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pari Nizhniy Novgorod, e não vai ser retirado.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Ivan Pugachev regressa a Pari Nizhniy Novgorod com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Nikita Kakkoev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel20/02/2034
Luka Vešner Tičić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Daniil Lesovoy lesiona os ligamentos do joelho — 54 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 54 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pari Nizhniy Novgorod, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pari Nizhniy Novgorod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luka Vešner Tičić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
71 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pari Nizhniy Novgorod perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Pari Nizhniy Novgorod falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pari Nizhniy Novgorod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luka Vešner Tičić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Daniil Lesovoy lesiona os ligamentos do joelho — 95 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 95 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
O Krasnodar segue em frente e o Pari Nizhniy Novgorod vai para casa, com um 2‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Pari Nizhniy Novgorod falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.05 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Nikita Kakkoev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Daniil Lesovoy lesiona os ligamentos do joelho — 120 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 120 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Pari Nizhniy Novgorod falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Pari Nizhniy Novgorod tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pari Nizhniy Novgorod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luka Vešner Tičić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Daniil Lesovoy lesiona os ligamentos do joelho — 148 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 148 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Pari Nizhniy Novgorod falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Chaika está fora e o Pari Nizhniy Novgorod segue em frente, com um 1‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 103. O Chaika vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Ivan Pugachev não precisou: 7.99, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.98 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ivan Pugachev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pari Nizhniy Novgorod as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pari Nizhniy Novgorod coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luka Vešner Tičić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.