A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Juan David Cuesta e o Aragua acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Aragua coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luiyi Rincón está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Aragua sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Fernando Gonzalez está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
Ulises Echevarría e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luiyi Rincón está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Disseram uma coisa a Ulises Echevarría e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Richard Ferraresi, e o treinador deixou.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Aragua está a esgotar-se.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Dominik Meier treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Aragua ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Victor Daza acertou condições com o Mineros de Guayana para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Ulises Echevarría e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Estudiantes de Caracas marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
Em resumo
PlantelJesús Lara já ficou grande para esta divisão
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Aragua está a esgotar-se.
O negócio com o Mineros de Guayana está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel07/06/2032
Luiyi Rincón desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco07/06/2032
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Dominik Meier a uma sala que já as tinha ouvido.
O Aragua já telefonou ao Estudiantes de Merida. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Ulises Echevarría e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luiyi Rincón está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco12/04/2032
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Dominik Meier a uma sala que já as tinha ouvido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Miguel Jiménez, e o treinador deixou.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Aragua disse a Junior Murillo que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ronny Maza assinar alguma coisa — um contrato no Aragua ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
Notas dos jogadoresJosé Sequera encarou-os todo o jogo
Notas dos jogadoresAdrián Briceño ganha o jogo a partir do banco
O bancoO treinador faz uma promessa a Luiyi Rincón
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Juan David Cuesta e o Aragua acertam mais 2 anos.
Ulises Echevarría e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
0‑2 para o Carabobo, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel05/04/2032
Luiyi Rincón desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Aragua disse a Edwards Pereira que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
O banco05/04/2032
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Dominik Meier a uma sala que já as tinha ouvido.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Junior Murillo sai dessa comparação dentro da equipa, e o Aragua beneficiou de cada uma dessas tardes.
86 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Aragua perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Aragua, e não vai ser retirado.
Paul Ortíz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Javier Villafraz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Gastón Unrein pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Ulises Echevarría esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Javier Villafraz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Adrián Briceño.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Llaneros? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Víctor Rivero: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Aragua a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Em resumo
Notas dos jogadoresAs ocasiões vieram e foram-se para Ronny Maza