21 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rampla Juniors perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Brian Mancini, e o treinador deixou.
Nicolás Royón esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Diego Blanco acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Rampla Juniors substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
A formação existe exatamente para esta manhã. Ivan Da Silva passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Eduardo Pellistri está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Felipe Gonzalez está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Lucas Sanchez está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.