Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Trem vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Mercado14/12/2026
Um dos nossos: Vitor Moura junta-se à equipa principal do Trem
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Vitor Moura é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ykaro. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Trem falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Trem fez a parte difícil com o Novorizontino, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Magdiel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cristiano Moreira, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Trem falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Allan Vitor. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Segue-se, em casa, o Maracanã, que chega no 16.º lugar. O tipo de jogo sobre o qual uma época se constrói em silêncio, ou em que perde a forma em silêncio.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Trem falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.60 para o resto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Trem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 18 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
0‑17 frente ao Santos, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
As bancadas17/08/2026
As bancadas já chegaram ao limite
«Andamos atrás de vocês por todo o lado e recebemos isto.» 9 dos 13 jogadores do plantel principal ouviram-no ao sair, e quem não ouviu é porque não jogou.
As bancadas17/08/2026
Uma goleada na taça no Santos deixa o Trem a explicar-se
0-17, e muito antes do fim a bancada visitante tinha passado do incentivo para algo bastante mais afiado. Ninguém liga para um programa de rádio por perder por pouco.
Jogo15/08/2026
Ninguém conseguiu parar de marcar
8 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Trem e do Tuna Luso por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Uma estreia que Caio Soares não vai esquecer — 7.79
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 1 no marcador, 7.79 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
Jogo08/08/2026
Final cruel para o Maranhão com a estocada do Trem
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Trem marcou aos 93, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Aos 14 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. André Araujo está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Arthur Monteiro passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Rodrygo Viana passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Antônio Assis está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
O banco10/08/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Paulo Rangel foi breve depois da vitória por 2‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Em resumo
PlantelEstreia na equipa principal aos 16 anos para André Araujo