23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Santos perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. José Ángel Carmona está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dell e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
2 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Santos
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
5 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Internacional foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Roberto Silva é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Lucas Silva é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Álvaro Barreal. 1‑0 sobre o Internacional, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Gonzalo Escobar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Santos, e 1 jogos em 17 dizem que merece ser ouvido.