105 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Instituto perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Facundo Suárez parte para o Racing Club num negócio de $370.0K. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.
Plantel14/12/2026
Alex Luna desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ramiro Carballo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
113 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Instituto perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Instituto já se começa a dizer o nome dele no passado.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Fernando Alarcón tem a sua resposta do Instituto; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Palavras no treino do Instituto sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alex Luna está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Matías Tissera apontou a data.
Em resumo
Notas dos jogadoresA tarde passou toda por Diego Sosa
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Lautaro Espeche será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Instituto as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alex Luna estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Avaliado com 7.23. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Martín Medina depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Deportivo Riestra? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Fernando Alarcón: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Instituto a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
0‑4 para o Estudiantes, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Instituto já falam dele no passado.
Plantel05/10/2026
Alex Luna desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ramiro Carballo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
O Ferrocarril Midland segue em frente e o Instituto vai para casa, com um 0‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Hernán de la Fuente marcou, foi avaliado com 7.24 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Dribles concretizados: 22. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel24/08/2026
Palavras no treino do Instituto sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alex Luna está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco24/08/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 Martín Medina saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Ramiro Carballo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.