O fim chegou numa terça-feira, como costuma acontecer: uma reunião curta, um comunicado mais curto, e Pol Campos a esvaziar o gabinete antes do meio-dia. O ritual mais cruel do futebol, cumprido a horas.
«Alguém tem de fazer a equipa no sábado. Esta semana sou eu, e não pensei mais longe do que isso.» Não houve promessas de parte a parte, que é como estas coisas costumam começar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Leandro Cabrera e o Espanyol acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Espanyol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Everton Brito, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Espanyol sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Cristian Iglesias treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Antonio Puertas esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Sergio Torres tem 19 anos, e o Albacete contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Víctor Valverde. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Espanyol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sergio Torres será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Espanyol as despedidas começaram em silêncio.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Omar El Hilali e o Espanyol acertam mais 5 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Espanyol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Javi Puado. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Espanyol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Ceuta pagou $110.0K e o Espanyol aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
3 golos e uma média de 7.40 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Toda a gente deixou de fingir: o Albacete vai fazer a chamada por Sergio Torres esta semana. O Espanyol tem um número em mente, e o número não é tímido.